Esquemas de Aterramento TN, TT e IT

  • 0

Esquemas de Aterramento TN, TT e IT

Aterramento Funcional Esquema TT

Dependendo da maneira como um sistema é aterrado e qual for o dispositivo de proteção utilizado, os esquemas de aterramento em baixa tensão são classificados pela NBR-5410 em três tipos:

  • Esquema TN
  • Esquema TT
  • Esquema IT

Onde:

1ª letra – Situação do neutro em relação à terra:

  • T = um ponto diretamente aterrado;
  • = isolação de todas as partes vivas em relação à terra ou aterramento de um ponto através de impedância;

2ª letra – Situação das massas da instalação elétrica em relação à terra:

  • = massas diretamente aterradas, independentemente do aterramento eventual de um ponto da alimentação;
  • = massas ligadas ao ponto da alimentação aterrado (em corrente alternada, o ponto aterrado é normalmente o ponto neutro);

Outras letras (eventuais) – Disposição do condutor neutro e do condutor de proteção:

  • S = funções de neutro e de proteção asseguradas por condutores distintos;
  • C = funções de neutro e de proteção combinadas em um único condutor (PEN: condutor de proteção e neutro).

Esquema TN

No esquema TN o neutro da fonte é diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse ponto através de condutores de proteção.

Podem ser de três tipo:

1A – Esquema TN-S: o condutor neutro e proteção são distintos;

Esquema TN-S

1B – Esquema TN-C: os condutores neutro e de proteção são combinadas em um único condutor (PEN);

Esquema TN-C

1C – Esquema TN-C-S: o condutor neutro e proteção são combinados em uma parte da instalação e separados em outra parte.

Esquema TN-C-S

2 – Esquema TT

Possui o neutro diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a um eletrodo de aterramento independente do eletrodo de aterramento do neutro.

Esquema TT

3 – Esquema IT

O neutro é isolado da terra ou conectado através da inserção de uma impedância de valor elevado (resistência ou indutância). As massas são aterradas em eletrodos de aterramento distintos do eletrodo de aterramento da alimentação.

Esquema IT

Existe uma necessidade diferente de aterramento para cada edificação, equipamento e sistema elétrico, a qual varia conforme a finalidade, o método de construção e/ou fabricação e a presença de pessoas em contato com a massa ou no entorno.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

96898.4344

  • 0

Solicitação de Serviços Técnicos às Concessionárias

As solicitações de serviços técnicos às concessionárias de energia elétrica devem seguir certos procedimentos por elas exigidos.

Os documentos devem ser reunidos e entregues em uma loja da concessionária pelo interessado ou por um procurador.

Em caso de procuração, deve ser reconhecido firma da assinatura do interessado em Cartório de Notas.

Padrão de Entrada Individual – Caixa tipo E

Nos casos de Ligação Nova, Modificação, Alteração de Carga ou serviços similares em padrão de entrada individual, o cliente poderá ser atendido com carga até 75 kw em baixa tensão.

Deverão ser apresentados:

  • Relação de cargas,
  • Croqui do local,
  • Cópia da capa do IPTU,
  • Projeto elétrico do padrão de entrada (quando necessário),
  • ART (quando necessário) e cópia do registro no CREA do responsável pela sua emissão,
  • Cópia do RG e CPF do interessado.
  • Caso o interessado já possua ligação, apresentar cópia da fatura de energia elétrica.
  • Em caso de ligação em coluna ou fachada, apresentar ART recolhida por Engenheiro Civil, Arquiteto, Técnico em Edificações ou profissional habilitado.
  • Em caso de procurador, apresentar a procuração, RG e CPF do procurador.
  • O prazo para análise do processo pela concessionária é de até 30 dias.

Padrão de Entrada Coletiva

Quando a solicitação técnica envolver padrão de entrada coletiva, cada unidade consumidora não poderá ultrapassar a carga de 20 kw.

Se o ramal de entrada for igual ou superior a 35 mm², deverá ser apresentado ART de profissional habilitado e cópia do registro no CREA, além de todos os documentos acima mencionados.

O prazo pra atendimento é o mesmo.

Se já houver rede secundária de distribuição no local que comporte a carga a ser instalada, o processo será liberado sem custo para o cliente.

Caso não haja rede secundária ou esta não comporte a carga a ser instalada, deverá ser executado construção ou reforma de rede secundária de distribuição pela concessionária.

O custo da construção ou reforma de rede secundária será cobrado do interessado, proporcional à carga a ser instalada, podendo até a concessionária assumir o custo total da obra dependendo da carga a ser instalada pelo cliente.

Se o futuro consumo, em kwh, estimado através da carga a ser instalada pelo cliente cobrir o investimento financeiro feito pela concessionária no prazo de cinco anos, esta assumirá o valor total dos serviços a serem executados.

Caso este consumo estimado não cubra o valor do investimento em cinco anos, será cobrado do cliente o valor proporcional à diferença do consumo x investimento.

O prazo para execução dos serviços é de até 90 dias a contar do aval do cliente.

A partir da aprovação pela concessionária para a construção do padrão de entrada para Ligação Nova, será agendado data para a ligação do padrão.

Se o cliente já possuir uma ligação, será agendada uma data para execução de Ligação Provisória, onde será desligada a instalação atual e retirado(s) o(s) medidor(es) e o cliente terá 7 dias para executar os serviços.

Os 7 dias de Ligação Provisória serão cobrados através de uma tarifa definida pela concessionária, que virá incluso na próxima fatura.

O padrão de entrada deverá ser construído de acordo com as normas e procedimentos técnicos da concessionária local, sob pena da ligação ser rejeitada e o cliente ter que executar as alterações exigidas pela concessionária.

Enquanto a construção do padrão de entrada não estiver de acordo com as normas e procedimentos técnicos da concessionária, não será ligado.

Todo e qualquer serviço deverá ser executado observando-se as Normas de Segurança no Trabalho com Eletricidade – NR10.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344


  • 0

Estruturas Primárias Básicas – RDA

Irei tratar neste artigo de Estruturas Primárias Básicas utilizadas na Rede de Distribuição Aérea.

Em cada simbologia, a letra “X” representa o número de fases (1, 2 ou 3) existentes no circuíto primário em questão.

ESTRUTURA BECO

B4(3) – Ponto Mecânico

B1(X) – Estrutura Beco (0x3) construção em cruzeta para ângulos até 15º em cabo 50 mm² e 10º em cabo 120 mm².

B2(X) –  Estrutura Beco (0x3) construção em cruzetas para ângulos de 15º a 30º em cabo 50 mm² e 10º a 20º em cabo 120 mm².

B3(X) – Estrutura Beco (0x3) construção em cruzetas para Final de Linha.

B4(X) – Estrutura Beco (0x3) construção em cruzetas para ponto mecânico – redução de tensão mecânica dos cabos.

Notas: 1. As demais estruturas serão obtidas por composição das estruturas apresentadas.

2. 0x3 significa que as 3 fases estão para o lado da via.

 

ESTRUTURA MEIO BECO

M4(3) – Ponto Mecânico

M1(X) – Estrutura Meio Beco (1×2) construção em cruzeta para ângulos até 15º em cabo 50 mm² e 10º em cabo 120 mm².

M2(X) – Estrutura Meio Beco (1×2) construção em cruzetas para ângulos de 15º a 30º em cabo 50 mm² e 10º a 20º em cabo 120 mm².

M3(X) – Estrutura Meio Beco (1×2) construção em cruzetas para Final de Linha.

M4(X) – Estrutura Meio Beco (1×2) construção em cruzetas para ponto mecânico – redução de tensão mecânica dos cabos.

Notas: 1. As demais estruturas serão obtidas por composição das estruturas apresentadas.

2. 1×2 significa que 2 fases estão para o lado da via e uma para o lado da calçada.

 

TRAVAMENTO DE CENTRO

Travamento de Centro

N3 – Estrutura com travamento de centro – construção em cruzetas para 3 fases, para que não gire quando aplicada tensão mecânica. Utilizada somente em locais onde não houver condições para estaiamento do conjunto de cruzetas.

 

PINO DE TOPO

PINO DE TOPO

PINO DE TOPO

U1 – Construção para apenas uma fase em RETA.

U2 – Construção para apenas uma fase em ÂNGULO.

U3 – Construção para apenas uma fase em FINAL DE LINHA.

U4 – Construção para apenas uma fase em PONTO MECÂNICO.

 

REDE COMPACTA

RC1 – RETA

RC1 – Construção em rede compacta – spacer cable – RETA.

RC2 – Construção em rede compacta – spacer cable –  ÂNGULO.

RC3 –  Construção em rede compacta – spacer cable – FINAL DE LINHA.

RC4 – Construção em rede compacta – spacer cable – PONTO MECÂNICO.

RC5 – Construção em rede compacta – spacer cable – RETA com DERIVAÇÃO em 90º.

RC6 – Construção em rede compacta – spacer cable – RETA com DERIVAÇÃO em ÂNGULO.

CURTA Adolpho Eletricista

 

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344


  • 0

Iluminação Pública

Iluminação pública se refere à iluminação de ruas, avenidas, travessas, praças e rodovias.

Comando em Grupo

As primeiras são de responsabilidade das Prefeituras, as últimas são de responsabilidade do Estado ou Federação, se a rodovia for Estadual ou Federal.

A iluminação pública pode ser acionada por dois métodos: comando individual ou comando em grupo.

Comando Individual

O comando de acionamento individual fica alocado na parte superior da luminária, composto basicamente por um relé fotoelétrico ou fotocélula, que na presença de luz interrompe a circulação de energia elétrica, mantendo a lâmpada apagada.

Comando individual

Na figura acima podemos observar um ponto azul na parte superior da luminária. Trata-se do rele fotoelétrico do comando individual.

Quando escurece, passa a conduzir energia elétrica, acionando o comando para acender a lâmpada da luminária.

A alimentação é feita pela rede secundária de distribuição de energia elétrica das concessionárias ou por Estações Transformadoras exclusivas para iluminação pública.

Poderá ser alimentada também por energia solar.

O tipo de alimentação dependerá da conveniência técnica da região.

A tensão de alimentação geralmente é 220 V.

As lâmpadas utilizadas podem ser vapor de sódio (75, 125 e 250 W), vapor de mercúrio (250 e 400 W) e mais recentemente luminárias de led 50 W.

Comando em Grupo

O circuíto de iluminação pública controlado através de comando em grupo comporta diversas luminárias, que acendem ou apagam simultaneamente.

É alimentada por uma Estação Transformadora exclusiva para iluminação pública e com circuíto independente, em 220 V.

Junto ao transformador da Estação Transformadora fica alocado um relé fotoelétrico e uma chave magnética para acionamento do circuíto elétrico.

Reator

Na base do braço de cada luminária, junto ao poste, encontra-se um reator para acionamento da lâmpada da luminária, quando estas forem a vapor de sódio ou mercúrio; para luminárias de led não existe reator.

 

Os circuítos antigos de iluminação pública eram construídos com dois fios de cobre 6 AWG em paralelo, distanciados 20 cm um do outro.

Os circuítos projetados e construídos após a década de 80 são de cabo de alumínio duplex 4 mm², conforme podemos observar na figura acima.

Iluminação Ornamental

Além das luminárias tipo poste, existem as luminárias ornamentais, que são utilizadas em canteiros centrais de avenidas, praças, rodovias e nas regiões onde a alimentação elétrica é subterrânea.

Construção e Manutenção

A responsabilidade pela construção e manutenção dos circuítos de iluminação pública são das prefeituras.

O  custo com implantação do sistema, desde o projeto até a execução física da obra, fornecimento de materiais como transformadores, unidades de iluminação pública, lâmpadas e todos os demais materiais utilizados na construção e manutenção do sistema de iluminação pública é das prefeituras.

Transformador Sistema Delta

O custo com postes de concreto ou madeira é proporcional, tendo em vista que as concessionárias de energia elétrica, telefonia e TV a cabo também fazem uso destes. Denomina-se uso mútuo.

Iluminação Ornamental

Os postes para iluminação ornamental devem ser fornecidos pelas prefeituras.

Consumo

O consumo é calculado através da quantidade de lâmpadas que compõe um circuito multiplicado pela sua potência.

Devido a divergências no valor da fatura mensal de iluminação pública, estão sendo instalados pelas Concessionárias de Energia Elétrica medidores de watt hora nos circuítos de iluminação pública, a fim de obter-se o valor efetivamente consumido.

A responsabilidade pelo pagamento das faturas de energia elétrica relativas a iluminação pública são de responsabilidade das prefeituras, porém esse valor é repassado para os munícipes através de uma taxa cobrada na fatura de energia elétrica mensal sob nome de COSIP – Consumo de Iluminação Pública.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 

 


  • 0

Conheça o Sistema Estrela de Distribuição de Energia Elétrica


O Sistema Estrela é composto por
 um transformador (trafo) trifásico alimentado pelas 3 fases do circuíto primário de distribuição de energia elétrica.

As buchas primárias H1, H2 e H3 são alimentadas pelas 3 fases primárias, protegidas por chaves fusíveis (Matheus) e elos especificados de acordo com a potência do trafo.

Nas buchas de saída secundária X0, X1, X2 e X3 obteremos as tensões de saída, conforme esquema abaixo:

Esquema de Ligação Sistema Estrela

O sistema está alimentado em 13.8 kV, pois as fases são D, E e F, assunto abordado no artigo sobre Sistema Delta.

A bucha X0 corresponde ao NEUTRO do sistema estrela, X1 à fase A, X2 fase B e X3 fase C.

As tensões nominais entre Neutro e Fase A, Neutro e Fase B, Neutro e Fase C são iguais a 127 V e as tensões nominais de linha iguais a 220 V (sistema 127/220 V).

As fases A, B e C são mais conhecidas na indústria por R, S e T.

Esquema de um Transformador Estrela

No sistema estrela 220/380 V a tensão nominal entre Neutro e Fase é de 220 V, e a tensão nominal de linha é 380 V.

A expressão utilizada para cálculo de tensão no sistema trifásico é a seguinte:

onde: VFN – tensão de fase neutro

VFF – tensão de fase fase ou tensão de linha

V3 = 1.73 (valor aproximado, pois trata-se de dízima periódica)

De acordo com a estrela formada pelas 3 bobinas secundárias (figura acima), notamos que o ângulo de defasagem entre as Fases A, B e C é de 120º, o que mantem as tensões defasadas conforme figura abaixo:

Gráfico de Defasagem de Tensão Trifásica

Nota do Autor: Tensão RMS, do inglês Root Mean Square (Raiz Média Quadrática) ou Valor Eficaz são as tensões de linha ou de fase.

Analogia entre Sistema Estrela e Sistema Delta

No Sistema Estrela, por apresentar tensões equilibradas, conseguimos fazer um balanceamento de cargas muito superior ao Sistema Delta, que apresenta tensões desequilibradas.

Devido ao desequilíbrio entre as tensões secundária, o Sistema Delta gera um desbalanceamento de cargas muito grande no SEP – Sistema Elétrico de Potência, prejudicando-o, enquanto que no Sistema Estrela, por apresentar tensões equilibradas, conseguimos balancear as cargas com maior facilidade, mantendo o SEP mais estável e gerando um número menor de manutenções nos circuítos de distribuição, transmissão e na geração de energia elétrica.

Conclusão

O Sistema Estrela é infinitamente melhor que o Sistema Delta em todos os aspectos.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 4

Conheça o Sistema Delta de Distribuição de Energia Elétrica

Os transformadores do Sistema Delta (Triângulo) são monofásicos – alimentados por apenas uma fase primária.

A tensão nominal entre fase/neutro é 115 V.

A tensão de linha – fase/fase – nominal é 230 V.

O cálculo para tensão de linha no Sistema Delta é:

VL = 2 . VFN

Onde: VL = tensão de linha

VFN = tensão de fase/neutro

Na figura abaixo, temos o exemplo de um transformador (trafo) do sistema delta, alimentado em 13.8 kV.

Como saber qual a tensão de alimentação? Simples: A fase primária de alimentação do trafo é a fase D.

Recordando

Classe  5 kV – Tensão de Trabalho – 3.8 kV – Fases A, B, C.

Classe 15 kV – Tensão de Trabalho – 13.8 kV – Fases D, E, F.

Classe 25 kV – Tensão de Trabalho – 24.5 kV – Fases G, H, I.

Classe 35 kV – Tensão de Trabalho – 34.5 kV – Fases J, K, L.

De acordo com a letra que define a fase em que o equipamento está ligado, sabemos a Classe de Tensão e a Tensão de Alimentação.

De acordo com o esquema abaixo, verificamos que a bucha primária H1 é ligada na fase D e o bucha H2 é aterrada para gerar diferença de potencial (ddp) entre as extremidades da bobina primária, a fim de gerar campo magnético e rebaixar a tensão através da bobina secundária.

Sempre deverá ser instalada chave fusível (Matheus) entre a fase e a bucha H1 do trafo.

A capacidade do elo fusível será determinada de acordo com a potência do trafo.

Sistema Delta LUZ

DELTA LUZ

A bobina secundária tem três pontos de derivação, x1, x2 e x3, sendo x1 e x3 as extremidades da bobina e x2 o ‘center tap’, de onde é gerado o neutro – potencial zero em condições ideais.

É praticamente impossível manter o condutor neutro em potencial ‘zero’ devido ao enorme desbalanceamento de cargas existente no Sistema Elétrico de Potencia.

NOTAS: 

1 -Toda a malha de neutro das concessionárias de energia elétrica são interligadas e aterradas em pontos determinados, inclusive nas ETD’s (Estações Transformadoras de Distribuição), também conhecidas por Subestações, independentemente se o Sistema é Delta ou Estrela.

2 – O Neutro do circuíto primário de distribuição é o mesmo do circuíto secundário. Não existem dois condutores Neutro (primário e secundário), somente um, chamado de Neutro Geral.

Veja mais sobre balanceamento de cargas , artigo redigido por mim, Adolpho Eletricista, para o blog Saber Elétrica.

Toda a malha de neutro é aterrada, a fim de manter o neutro o mais próximo possível do potencial zero.

O Sistema Delta Luz é eficiente apenas para residências, comércios e pequenas empresas que não necessitam da quarta fase (quarta, pois o neutro é considerado como fase) para trabalhar. Quando o cliente necessita da quarta fase, com o maior motor até 5 CV, ‘abre-se’ o delta, conforme figura abaixo.

Sistema Delta Aberto

DELTA ABERTO

Para ‘abrir o Delta’, adiciona-se outro trafo monofásico – F1 – porém ligado em outra fase primária – fase E – com a diferença de que o x2 ficará em aberto, e deverá ser obedecido o esquema de ligação de x1 do LUZ com o x3 do FORÇA, ou x3 do LUZ com o x1 do FORÇA.

Caso haja inversão na ligação, x1 com x1 e x3 com x3, os motores irão girar ao contrário e sofrerão danos.

As tensões de fase neutro e tensão de linha permanecem as mesmas, 115/230 V, porém a tensão nominal da quarta fase com o neutro será 190 V, e tensões de fase com 4ª fase será de 230 V nominal.

A 4ª fase SOMENTE deverá ser utilizada para alimentar motores e cargas trifásicas, NUNCA para alimentar cargas mono ou bifásicas, devido a diferença nos valores de tensão nominal e do ângulo de defasagem das tensões de fase e 4ª fase.

Caso isso aconteça, haverá queima de equipamentos.

 

 

Esquema de Ligação Delta Aberto

A pergunta mais frequente é: “como se chega ao valor de 200 V entre neutro e 4ª fase?”

Analisando o esquema acima, podemos verificar que temos 1/2 bobina do trafo de LUZ (de x2 até x1 ) mais 1 bobina inteira do FORÇA 1 (de x3 até x1), totalizando 1 bobina e 1/2, o que gera 200 V entre NEUTRO e 4ª fase.

O trafo de FORÇA sempre deverá ser de potência inferior ao trafo de LUZ, ou no máximo de mesma potência.

Quando o cliente tem a necessidade de acionar motores acima de 5 CV, o Delta deverá ser ‘fechado”, obtendo-se maior potência do banco de transformadores.

Sistema Delta Fechado

DELTA FECHADO

Para ‘fechar’ o Delta, acrescenta-se mais um trafo monofásico – F2, alimentado por outra fase primária (F).

As tensões nominais de fase neutro, linha e 4ª fase não se alteram.

Deve ser observado atentamente o esquema de ligações: caso o x1 do F1 esteja ligado na 4ª fase, o x3 do F2 também deverá ser ligado à 4ª fase, e o x1 do F2 ligado ao x3 do LUZ.

Se o x3 do F1 estiver ligado na 4ª fase, o x1 do F2 deverá ser ligado à 4ª fase e o x3 do F2 ligado ao x1 do LUZ.

Caso houver erro nas ligações, x3  do F1 com x3 do F2 e x1 do F2 ligado com x1 do LUZ, provocará curto circuito entre fases, e quando for ligar o Delta Fechado irá estourar os elos fusíveis de proteção das três fases do banco de trafos e os três elos fusíveis da proteção do circuíto. Caso o circuíto seja protegido por Religadora Automática ou Seccionalizadora, elas irão operar e desligar o circuíto primário. Caso não haja proteção no circuíto antes do banco de trafos, irá desligar o circuíto primário na ETD – Estação Transformadora de Distribuição (subestação).

Os trafos de FORÇA deverão ser de potências iguais e inferiores ou no máximo iguais ao trafo de LUZ.

Quem determinará a potência dos trafos a serem instalados será o departamento técnico da concessionária após análise do projeto elétrico e relação de cargas apresentado pelo cliente quando do pedido de ligação, acréscimo de carga ou modificação.

Sistema Delta Fechado

São encontrados transformadores do Sistema Delta ligados na mesma fase primária. Nesses casos, são dois transformadores de LUZ ligados em paralelo e suas potências se somam. Esse procedimento é utilizado quando necessita-se de um banco de maior potência na LUZ e não existe trafos comercializados nessa potência.

Exemplo: Necessita-se de um banco de trafos de LUZ de 200 kVA. Instala- se dois trafos de 100 kVA em paralelo para obter-se 200 kVA.

Os trafos Delta existentes nas redes de distribuição são de 5, 10, 15, 25, 37.5, 50, 75 e 100 kVA, porém os comercializados atualmente são apenas os de 10, 25, 50 e 100 kVA.

De acordo com Portaria da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, a partir da década de 90 ficou proibido o projeto de Estações Transformadoras de Distribuição do Sistema Delta, permitindo-se apenas manutenções nas existentes. As Estações Transformadoras de Distribuição projetadas a partir do vigor da Portaria deverão ser do Sistema Estrela, com o propósito de melhorar o balanceamento de carga dos circuítos primários de distribuição e dos circuítos de transmissão.

Vantagens do Sistema Delta

A única vantagem do Sistema Delta é o custo de implantação do sistema, pois com apenas uma fase primária obtém-se tensão secundária para atender aos clientes residenciais, comerciais e empresariais que não necessitam de rede trifásica. Com um custo muito menor que o Sistema Estrela atinge-se o objetivo.

Desvantagens do Sistema Delta

O Sistema Delta gera um desbalanceamento de cargas muito grande no Sistema Elétrico de Potência – SEP, exigindo medições constantes de corrente elétrica das fases primárias de distribuição e de transmissão, muitas vezes sendo necessário baldear transformadores de uma fase para outra a fim de balancear as cargas dos circuítos.

Leia também Sistema Estrela

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

Redes de Distribuição Aérea – RDA

As Redes de Distribuição Aérea – RDA são classificadas em dois tipos: Primária e Secundária. São responsáveis por transportar e distribuir a eletricidade até os centros urbanos e rurais.

Rede de Distribuição Primária

Rede de Distribuição Secundária

 

 

 

 

 

 

 

 

As RDA’s Primárias transportam das Estações Transformadoras de Distribuição – ETD’s, também conhecidas como Subestações, até os grandes centros consumidores, energia elétrica em Média Tensão – MT – entre 1 kV e 36.2 kV, de acordo com a Norma ABNT NBR 14039 – Instalações Elétricas em Média Tensão.

As classes de tensão usuais são: 5 kV, 15 kV, 25 kV e 34,5 kV, com tensões nominais de operação de 3.8 kV, 13.8 kV, 24,5 kV e 34.5 kV. Em algumas regiões as tensões nominais de operação podem sofrer alteração nos valores de acordo com o sistema de distribuição da concessionária local.

A classe de tensão de 5 kV – tensão nominal de 3.8 kV encontra-se em fase de extinção, pois a corrente elétrica de trabalho é muito alta devido a tensão ser baixa, comprometendo a confiabilidade do sistema de distribuição de energia elétrica.

Nos grandes centros de consumo a tensão deve ser rebaixada para valores de tensão de distribuição secundária, conforme podemos verificar no artigo https://www.sabereletrica.com.br/transformadores-de-distribuicao/, redigido por mim, Adolpho Eletricista, para o Blog https://www.sabereletrica.com.br/

Transformador de Distribuição Sistema Estrela

Os consumidores atendidos em Baixa Tensão – BT poderão ser alimentados tanto pelo Sistema Delta (Triângulo) ou Sistema Estrela.

São atendidos em BT os consumidores residenciais, comerciais e industriais com carga instalada até 69 kW. Acima deste valor o atendimento será feito em MT.

As tensões usuais em BT para o Sistema Delta são 115/230 V e 220/440 V.

Para o Sistema Estrela teremos 127/220 V e 220/380 V.

Nota: A tensão 380/440 V, Sistema Estrela, só será encontrada em consumidores atendidos em Média ou Alta Tensão, pois quem determina o tipo de transformador que será utilizado é o projeto elétrico elaborado pelo cliente, de acordo com suas necessidades.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344


  • 0

Saiba o Que é Religadora Automática e como Funciona

A Religadora Automática – RA,  é um equipamento automatizado de manobra instalado nas redes de distribuição de energia elétrica, normalmente em circuitos primários de 13.8, 27 e 36 kV.

Religadora Automática em Poste

 

Estão predominantemente localizadas na rede de distribuição primária, entretanto, para restabelecer as interrupções no fornecimento de tensão com maior eficácia e rapidez, elas também são encontrados em Estações Transformadoras de Distribuição – ETD, também conhecidas como subestações, operando em coordenação com uma seccionadora automática ou com um disjuntor.

Religadora Automática em ETD

A RA possui duas funções básicas no sistema de distribuição: confiabilidade e proteção de sobrecorrentes. Elas são frequentemente utilizadas para aumentar a confiabilidade do sistema elétrico de distribuição de energia.

É uma solução econômica para seccionamento das redes de energia elétrica de distribuição, e muitas vezes é utilizada em locais onde a coordenação com outros equipamentos de proteção e manobra é difícil. É adequada para utilização em redes de distribuição aérea de média tensão, em coordenação com a proteção automática do circuito religador.

Seu princípio de funcionamento se baseia na detecção automática de falha na rede elétrica, interrompendo o circuito elétrico temporariamente. Após um período pré-configurado, a RA restabelecerá automaticamente a energia na rede elétrica, verificando se a falha no circuíto ainda persiste. Caso persista, ela desligará e após determinado tempo religará novamente.

Pode ser programada para duas tentativas de religamento rápidas – de 10 a 15 segundos cada operação e duas tentativas retardadas – de 20 a 30 segundos, ou uma tentativa rápida e três retardadas, ou de acordo com a necessidade do circuíto elétrico onde será instalada.

Caso a falha tenha sido regularizada após a primeira operação, a RA se manterá ligada e o circuíto elétrico será restabelecido, sem a necessidade de intervenção de profissionais; caso contrário, ela desligará e após o tempo programado, tentará religar novamente. O número máximo de tentativas de religamento do circuíto é quatro operações. Caso o religamento não tenha sucesso, uma equipe de profissionais deverá comparecer ao local a fim de regularizar a falha e religar o equipamento.

São instaladas geralmente em zonas arborizadas,

Galhos de Árvores

onde a incidência de galhos na rede de distribuição é grande, o que provoca o desligamento do circuíto. Como o tempo que o galho fica sobre a rede geralmente é curto, provavelmente na primeira tentativa de religamento o galho já saiu da rede e o circuíto é restabelecido.

Trabalho em Linha Viva

Uma outra aplicação da Religadora Automática é bloquear o religamento do circuíto elétrico. Quando equipes de trabalho em linha viva (energizada) irão trabalhar além RA, utiliza-se a função de bloqueio, pois caso aconteça algum acidente durante o trabalho, ela irá desligar e não religará novamente. Após executados os serviços, retira-se a RA da condição de bloqueio.

Pode ser utilizada também para seccionar o circuíto elétrico para manutenções em linha morta (desenergizada).

Trabalho em Linha Morta

As operações de desligamento, religamento e bloqueio da RA podem ser executadas através de equipamentos específicos para manobra por profissionais capacitados, ou por automação (operação à distância).

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344


  • 0

Regulador de Tensão Tipo Poste – Média Tensão

Reguladores de tensão tipo poste são equipamentos instalados em ramais longos de circuítos primários que alimentam regiões de baixa densidade de carga, principalmente em zonas suburbanas e rurais onde a regulação de tensão natural do circuíto é prejudicada.

Os reguladores são monofásicos ou trifásicos, o que permite a sua utilização em ramais de circuítos primários mono, bi ou trifásicos.

Regulador de Tensão Monofásico

É programado para entrar em funcionamento quando a tensão primária estiver abaixo ou acima dos limites de tensão primária preestabelecidos (+10% ou -10%).

Os reguladores de tensão monofásicos podem ser instalados em linhas monofásicas ou formando bancos em montagem bi ou trifásicas nas redes primárias. Sua montagem requer em sua ligação a identificação dos lados fonte/carga (source/load).

O comando do regulador de tensão é feito por um sensor de nível de tensão e de compensação de queda de tensão do trecho do circuíto considerado que possibilita o ajuste automático da posição do regulador, elevando ou abaixando, na saída do

Banco de Religadores Monofásicos

regulador de tensão, a tensão que recebe na entrada, de tal forma que, teoricamente, em um determinado ponto do circuíto primário a tensão é constante.

Calcula-se a compensação do regulador de tensão de forma que a tensão máxima de saída do primeiro transformador instalado a jusante não ultrapasse a tensão máxima de serviço, e que a tensão de saída do último transformador não fique abaixo da mínima tensão de serviço.

Definições

Tensão nominal de um sistema ou circuíto

É o valor nominal atribuído ao sistema ou circuíto de determinada classe de tensão, com a finalidade de sua conveniente designação.

Tensão nominal refere-se à tensão de linha (tensão de fase-fase) e não a tensão de fase para neutro, e aplica-se a todas as partes do sistema ou circuíto.

Tensão de serviço

É a tensão á qual são referidas as características de operação e desempenho do equipamento.

Circuíto regulado

É o circuíto conectado à saída  do regulador de tensão e no qual se deseja controlar a tensão, a relação de fases ou ambos. A tensão pode ser mantida constante em qualquer ponto do circuíto regulado.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

Dispositivo de Proteção Contra Surto – DPS

Os surtos são dificilmente observáveis e têm múltiplas consequências sobre equipamentos e processos. Alguns são sérios, com riscos de lesões às pessoas, enquanto que outros afetam apenas os equipamentos.

Os Dispositivos de Proteção contra Surtos – DPS são destinados a proteção dos equipamentos eletroeletrônicos contra os efeitos diretos e indiretos causados pelas descargas atmosféricas.

O DPS é projetado para limitar sobretensões transitórias de origem atmosférica e desviar correntes de surto à terra, de modo a limitar a amplitude dessa sobretensão a um valor que não seja perigoso para a instalação elétrica e equipamentos.

Devem ser instalados conforme esquema de ligação abaixo:

Esquema de Ligação para DPS

Classes de DPS

Classe I – Proteção contra sobretensões causadas por descargas atmosféricas diretas, grande capacidade de escoamento, recomendados para instalações em locais de alta exposição à descargas atmosféricas,  na entrada da distribuição elétrica das edificações com SPDA – Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas.

Classe II – Tem capacidade de escoamento menor que o do Classe I, recomendados para proteção das instalações elétricas e equipamentos eletroeletrônicos em edificações sem SPDA, mas que podem sofrer os efeitos indiretos das descargas atmosféricas.

Classe III – eles são destinados a proteção fina dos receptores sensíveis (computadores), possuem  uma capacidade baixa de escoamento, devem ser instalados a jusante de um DPS Classe II.

– Classe I – 25  kA e 50 kA, com contato de sinalização remota.

– Classe I+II – 12,5 kA e 25 kA, com contato de sinalização remota.

– Classe II – 8 kA, 20 kA, 40 kA e 65 kA.

DPS mono, bi e tetrapolares

Proteção para os DPS’s

Um disjuntor é necessário para garantir a segurança da instalação.

Cada DPS deve obrigatoriamente ser associado a um disjuntor a montante em série.

Este disjuntor assegura:

  • continuidade de serviço quando o DPS chegar ao fim de sua vida,
  •  também permite isolar facilmente o DPS, quando  for substituído preventivamente.

Após ter determinado o tipo de DPS adaptado à instalação, é necessário escolher um disjuntor apropriado. A capacidade de interrupção deve ser compatível com a capacidade de interrupção no ponto da instalação e também totalmente coordenado com o DPS.

O fabricante deve garantir esta coordenação e fornecer uma lista de escolha para os quais os testes foram realizados.

Encontramos também no mercado DPS’s para serem inseridos nos pontos de tomada de energia elétrica, para proteção de equipamentos como computadores, televisores, entre outros.

DPS para ponto de tomada elétrica

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

  • 0

A Importância da Análise Preliminar de Risco – APR

Sempre deveremos antes de executar qualquer tarefa elaborar a Análise Preliminar de Risco – APR, a fim de identificar os riscos inerentes à tarefa e providenciar medidas de controle de riscos, sejam elas individuais ou coletivas, assegurando a saúde e integridade física dos trabalhadores.

images

Análise Preliminar de Risco

Ao elaborar a Análise Preliminar de Risco deveremos também planejar como o serviço deverá ser executado, quanto tempo a rede elétrica deverá ficar desenergizada, respeitar programação de dia e horário para execução, avisar com antecedência os setores envolvidos, quantas equipes e colaboradores serão necessários para execução da tarefa.

Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades, a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.

Análise de Riscos

Análise de Riscos

O objetivo da Análise Preliminar de Risco – APR é criar o hábito de verificar os itens de segurança antes de iniciar as atividades, auxiliando na prevenção dos acidentes e no planejamento das tarefas, enfocando os aspectos de segurança no trabalho.

 

 

 

 

Será preenchida de acordo com as regras de Segurança do Trabalho. “A Equipe somente iniciará a atividade, após realizar a identificação de todos os riscos, medidas de controle e após concluir o respectivo planejamento da atividade”.

Exemplo de Análise Preliminar de Risco - APR

Exemplo de Análise Preliminar de Risco – APR

A Análise Preliminar de Risco – APR é um documento que deve ser preenchido na presença de todos os colaboradores da equipe e por eles assinados, a fim de comprovar que estão cientes dos riscos que correm, das medidas de controle a serem tomadas e do planejamento de execução dos serviços, conforme dita a NR10.

Assista a esse vídeo muito instrutivo a respeito e faça uma reflexão sobre ele.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

NR-10 – Segurança no Trabalho com Eletricidade

NR-10

NR-10

Todos os profissionais que atuam com eletricidade ou em seu entorno devem obter certificação NR-10, que se trata de um treinamento voltado para segurança no trabalho com eletricidade.

O treinamento de NR-10 é dividido em duas partes:

download

Choque Elétrico

Riscos Elétricos

 

Primeiros Socorros

Primeiros Socorros

 Primeiros Socorros

 

A primeira deve ser ministrada por profissional habilitado na área elétrica, já o segundo por profissional habilitado em medicina no trabalho ou bombeiro.

Para o profissional que participa do treinamento básico pela primeira vez, terá duração de 40 horas, sendo dividido em 20 horas para Riscos Elétricos e 20 horas para Primeiros Socorros, e o certificado terá validade de 2 anos.

A cada 2 anos deverá participar de treinamento de reciclagem de 20 horas.

Em NR-10 você obterá mais informações sobre esse treinamento.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 2

NBR-5410 – Instalações elétricas em baixa tensão

NBR 5410

NBR 5410

A Norma Brasileira Regulamentadora NBR-5410 é a que rege os serviços em instalações elétricas em baixa tensão.

Engenheiros, Tecnólogos, Técnicos, Administrativos, Operacionais e profissionais que atuam nessa área tem por dever conhecer e aplicá-la no seu dia a dia.

Tanto instalações elétricas novas quanto reformas elétricas em edificações devem obedecê-la.

A NBR-5410 responde à ABNT,  associação-brasileira-normas-tecnicasAssociação Brasileira de Normas Técnicas que é o órgão responsável pela normatização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940.

Saiba mais em NBR-5410.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

Indenização por danos elétricos

Danos Elétricos

Danos Elétricos

O consumidor tem o prazo de até 90 (noventa) dias corridos, a contar da data da ocorrência de danos elétricos nos equipamentos, para solicitar indenização à concessionária de energia elétrica devendo fornecer, no mínimo, os seguintes elementos:

paris 2016

Danos Elétricos

I. Data e horário da ocorrência do dano elétrico.
Quando ocorrer um problema ocasionado por danos elétricos pela rede de energia elétrica da concessionaria, solicite atendimento da mesma, anote e guarde o número de protocolo de atendimento, pois será de grande utilidade.
Anote o código do veículo (na lateral) e placas, número da equipe – solicite ao encarregado da equipe – bem como a data e horário de inicio e término do atendimento.
Se possível, descubra e anote o nome do encarregado da equipe de atendimento (crachá).

eletrica3

Riscos Elétricos

II. Relato do problema apresentado pelo equipamento elétrico;

III. Descrição e características gerais do equipamento danificado, como: marca, modelo, etc.

eletrobras-vai-conceder-descontos-em-faturas-atrasadas-284865

Fatura de Energia Elétrica

IV. Informações que demonstrem que o solicitante é o titular na unidade consumidora ou seu representante legal.
Nota: A concessionária também é responsável por danos elétricos a equipamentos no caso de descarga atmosférica.

Documentos Necessários:
Pessoa Física: Cadastro de Pessoa Física – CPF, Carteira de Identidade – RG ou, na inexistência desta, de outro documento de identificação oficial com foto, e apenas o Registro Administrativo de Nascimento Indígena – RANI no caso de indígenas.

Pessoa Jurídica: apresentação dos documentos relativos à sua constituição e ao seu registro e do(s) representantes legais(s), sejam eles: Contrato Social, Estatuto Social, Atas de Assembleia e Eleição, RG, CPF ou outro documento emitido por órgão oficial com foto.
Procurador: apresentar procuração com data de validade, instituindo plenos poderes para solicitar a abertura do Pedido de Ressarcimento pela pessoa física ou jurídica solicitante, bem como RG e CPF do procurador. O procurador também deve apresentar a documentação relativa à pessoa física ou jurídica solicitante. Não será obrigatório o reconhecimento de firma na procuração para a abertura da solicitação.

A obrigação de ressarcimento se restringe aos danos elétricos informados quando da abertura da solicitação, podendo o consumidor requerer a abertura de novas solicitações de ressarcimento de danos elétricos oriundos de uma mesma perturbação, desde que observado o prazo de até 90 dias da data da ocorrência do dano reclamado.
Esta solicitação não se aplica a pedidos de ressarcimento por danos morais, lucros cessantes ou outros danos emergentes.

Serão indeferidos os pedidos de ressarcimento quando o consumidor providenciar, por sua conta e risco, a alteração das características ou a reparação do equipamento sem aguardar o término do prazo para possível verificação ou autorização prévia da concessionária.

d0d11ab7a9a27cb2853a6d1759fc5533

Análise de Danos Elétricos

O consumidor tem a obrigação de fornecer à distribuidora todas as informações requeridas para análise sempre que solicitado, podendo o pedido ser indeferido, caso haja pendência injustificada de sua responsabilidade por mais de 90 (noventa) dias consecutivos.

A indenização por danos elétricos ocorrerá após a análise técnica e comprovação do nexo causal, para tanto, o consumidor deverá permitir o acesso aos equipamentos objeto da solicitação e à unidade consumidora de sua responsabilidade quando devidamente requisitado pela distribuidora, sendo o impedimento de acesso devidamente comprovado, motivo para a distribuidora indeferir o ressarcimento.

No processamento do pedido de indenização por danos elétricos a concessionária observará os seguintes procedimentos e prazos:

I. A realização da verificação do equipamento fica a critério da distribuidora, a qual terá o prazo de até 10 (dez) dias, contados a partir da data da abertura do pedido de indenização ou 01 (um) dia útil, se o equipamento objeto da solicitação de ressarcimento de danos elétricos for utilizado para o acondicionamento de alimentos perecíveis ou de medicamentos;

II. Informará ao consumidor a data e o período (matutino ou vespertino) para inspeção ou disponibilização do equipamento danificado; deverá informar ao consumidor, por escrito, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, contados a partir da data da verificação ou na falta desta, a partir da data de abertura do pedido de indenização por danos elétricos, sobre o resultado do pedido;

III. No caso de deferimento, a concessionária poderá efetuar a indenização por meio de pagamento em moeda corrente ou ainda, providenciar o conserto ou a substituição do equipamento danificado em até 20 (vinte) dias após o vencimento do prazo para apresentação de resultado do pedido de ressarcimento ou do vencimento do prazo para este, o que ocorrer primeiro. No caso de indenização em moeda corrente, ficando ao consumidor a opção entre depósito em conta corrente, cheque nominal, ordem de pagamento bancária ou crédito na próxima fatura;

IV. No caso de indeferimento, a concessionária apresentará, por escrito, um dos motivos de indeferimento listados no Módulo 9 do PRODIST, a transcrição do dispositivo normativo que embasou o indeferimento, o número do processo e informações sobre o direito do consumidor de formular reclamação à Ouvidoria da concessionária. No caso de conserto ou substituição do equipamento danificado, a distribuidora pode exigir do consumidor a entrega das peças danificadas ou do equipamento substituído, na unidade consumidora ou nas oficinas credenciadas.
Nota: Caso o conserto seja efetivado em assistência técnica por conta do cliente, este deverá solicitar ao prestador de serviços a nota fiscal de serviços, Laudo Técnico sobre a causa dos danos elétricos ao equipamento e a relação de peças substituídas, pois a concessionária irá exigir esses documentos do cliente.

Maiores informações junto à ANEEL.

Fonte: Site da AES Eletropaulo.

Nota: Os comentários destacados em itálico são de autoria de Adolpho Eletricista.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 2

Segunda Profissão

CAM01268

Segunda Profissão

Devemos sempre ter uma segunda profissão ou ainda uma terceira opção de trabalho, pois quando os serviços da profissão principal que exercemos fraquejar, teremos aonde nos apegar.

Minha ocupação principal é eletricista, porém sou qualificado e capacitado em pintura, hidráulica e pequenos reparos de alvenaria.

Atuo também como Técnico Eletrotécnico, Técnico em Eletrônica, Professor de Exatas e Instrutor de Treinamentos Profissionalizantes.

 

Instrutor de Treinamento

Quando uma área está em baixa, uma outra está em alta, quando não atuo em mais de uma área simultaneamente.

O eletricista precisa cortar paredes para embutir conduítes e caixas de passagem ou quadros de distribuição, e consertá-las após a execução dos serviços, ou mesmo instalar ou substituir padrões de medição em alvenaria.

Sabendo executar pequenos reparos não dependerá de um pedreiro para os serviços de alvenaria e, logicamente, terá um lucro maior.

Na minha fanpage Adolpho Eletricista, certa vez fui avaliado com nota mínima por um leitor, sob o pretexto de que um profissional que exerce duas funções não é confiável, alegando que ou o profissional faz isso ou faz aquilo; não pode exercer duas funções.

Visão errônea e muito limitada acerca de campo de trabalho.

Uma coisa são os profissionais que fazem de tudo e não tem qualificação e capacitação para nada.

CAM01278

Pintura

Outra coisa, são os profissionais que se qualificam e capacitam em duas ou mais funções e, quando forem exercer qualquer uma das atividades, saber o que está fazendo e fazê-lo com profissionalismo, responsabilidade e qualidade, sem comprometer a classe profissional em que atua e garantindo os serviços executados.

Ao executar manutenção elétrica num imóvel de um cliente comercial, fui indagado se conhecia um encanador para instalar uma pia de cozinha – torneira e esgoto. Emendei um serviço no outro. Logo a seguir perguntou-me sobre pintor.

Resumo: Fechamos contrato de manutenção predial preventiva e corretiva para duas unidades comerciais da rede.

Manutenção Predial Preventiva e Corretiva

Na figura “Pintura” pode-se observar a pintura da parede em branco, drywall em preto e parte da parede em lilás, bem como na primeira figura a pintura de drywall em amarelo.

Um leigo que vê um trabalho final de uma pintura, não tem noção do trabalho que dá para fazê-la.

CAM01270

Preparação para Pintura

Antes de se pintar uma parede ou divisória na cor final, devemos trabalhar a parede/divisória com massa corrida ou gesso, aguardar a secagem e lixar a área, a fim de eliminar imperfeições. Como a parede será colorida, sempre aplicar fundo branco para não dar diferença de cor, entre outros ‘macetes’ da profissão.

As empresas e indústrias interessam-se mais pelos profissionais que exercem mais de uma função – polivalentes – e não somente que exerce a função para a qual foi contratado.

O profissional da atualidade deve ser multifuncional, caso contrário seu campo de trabalho será muito restrito.

Procurem qualificarem e capacitarem-se nas mais diversas funções ligadas à sua profissão que com certeza nunca faltará serviço, principalmente para quem executa o trabalho com seriedade e comprometimento com o cliente.

Conselho Regional de Engenharia e Agronomia

Profissionais eletricistas, procurem cursar Técnico em Eletrotécnica e adquirir registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, a fim de tornarem-se profissionais habilitados, o que proporcionará maior confiabilidade perante os clientes.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

Saiba Mais Sobre A Utilização do Contator

 

Contator é um dispositivo para acionamento de motores, iluminação, máquinas, entre outros.

Contator de carga

Contator de carga

Devido à sua construção, a vida útil do contator e quantidade de manobras em relação aos disjuntores é muito maior, sendo utilizado em larga escala pelas indústrias e empresas.

Você aprenderá isso e muito mais em www.sabereletrica.com.br/contatores

 

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 4

Aterramento Temporário Para o Trabalho

Aterramento Temporário para o Trabalho.

Equipotencialização entre fases e neutro, para proteção contra eventual energização acidental.

10427258_766031776820389_3556123298462321854_n

Aterramento na chave geral

Este procedimento deve ser precedido da abertura da chave, bloqueio de religamento (a tampa da chave NH com os fusíveis foi removida) e constatação de ausência de tensão.

Deverão ser instalados pelo menos dois conjuntos de aterramento temporário, um antes do ponto de trabalho e outro após. Caso houver derivação de circuíto, esta também deverá ser aterrada.

Os pontos aterrados deverão ser sinalizados para

SDC10234

Aterramento de rede de distribuição secundária

fácil visualização, bem como o canteiro de trabalho.

Saiba mais sobre aterramento temporário e desenergização para o trabalho em desenergização.

 

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344


  • 0

Não Improvise! Contrate um Eletricista de Confiança.

Confie o trabal2c8035047d5af9a229ea2e5453138d24ho de eletricidade de sua edificação a um  profissional eletricista! Assim você terá certeza e segurança de que os condutores, disjuntores e demais acessórios foram projetados e instalados da forma adequada e segura, conforme Normas e procedimentos de trabalho.
“Read More”

  • 2

Poda de galhos de árvore.

butterfly
Tenha muita atenção ao podar galhos de árvores.
Primeiro, porque trata-se de trabalho em altura e faz-se necessário estar capacitado para esse fim.
Segundo, pode haver fios de energia elétrica envoltos pelos galhos de árvore, o que poderá ocasionar acidentes de graves proporções.
images (1)
Quando houver necessidade de podar galhos de árvore em área particular, contrate uma empresa especializada a fim de não correr riscos desnecessários como quedas, cortes, acidentes com terceiros, danificações ao patrimônio, entre outros.
Os serviços de poda de galhos de árvores localizadas em calçadas e praças públicas somente poderão ser executados pela Prefeitura ou Concessionária de Energia Elétrica, sendo que esta última só tem permissão da Secretária do Meio Ambiente para podar os galhos de árvores que estiverem interferindo na rede de energia elétrica. Os demais galhos, se necessário, deverão ser podados pela Prefeitura.
A poda de galhos de árvore não autorizada pela Prefeitura será passível de multa.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344


  • 19

Consumo dos aparelhos alimentados em 127 V e 220 V.

Quem define o consumo de energia elétrica é a potência do equipamento, não a tensão em que está ligado.

A fórmula para cálculo de potência elétrica é dada por:

P = E . I

onde: P é Potência, E é a Tensão elétrica de trabalho e I é a Corrente elétrica gerada pelo equipamento.

Um equipamento de 5600 W alimentado em 127 V, gerará corrente elétrica calculada pela fórmula dada:

5600 = 127 . I        I = 44 A

Se for alimentado em 220V, a corrente elétrica será:

5600 = 220 . I       I = 25,5 A

A potência de 5600W corresponde à grande parte dos chuveiros instalados nas unidades consumidoras. 

Podemos observar uma grande variação dos valores de corrente elétrica se ligado em 127V (44 A) ou 220V (25,5 A).

Como quem define a bitola do fio ou cabo e da proteção a ser utilizado é a corrente elétrica, observamos que se alimentarmos o equipamento em 220 V usaremos fios ou cabos de menor bitola e proteção de menor valor de interrupção de corrente elétrica, o que gera uma redução no custo de implantação do sistema elétrico na unidade consumidora, mas nunca gerará redução no consumo de energia elétrica, pois a potência não se altera, e o medidor de watt hora instalado nas unidades consumidoras registram potência consumida por hora (kWh).

p_medidores-de-energia-eletrica-kron-12

Medidor de Watt Hora

 

Como o medidor de watt hora é um wattímetro e registra potência consumida, o consumo a ser registrado neste caso será:

para 127 V:    P = E . I          P = 127 . 44              P = 5600W = 5,6 kw

para 220 V:   P = E . I           P = 220 . 25,5          P = 5600W = 5,6 kw

 

Conclusão

 Em uma hora de equipamento ligado, o medidor irá registrar 5,6 kwh, independentemente da tensão elétrica em que o equipamento for alimentado.

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


  • 0

Choque Elétrico – Como Proceder

Todos os anos acontecem milhares de acidentes e muitas pessoas morrem ou ficam gravemente feridas por causa de choques elétricos. Quando ocorrer um acidente, um atendimento rápido pode salvar a vítima, mas é preciso saber como agir. Os primeiros três minutos após o choque são vitais para o atendimento do acidownloaddentado. Mas tome cuidado:

O choque elétrico é a passagem de uma corrente elétrica pelo corpo tornando-o um condutor elétrico.

Essa condução de corrente varia de acordo com a intensidade da tensão elétrica à qual a pessoa é submetida no choque elétrico,  podendo gerar desde um pequeno susto até a uma fibrilação cardíaca ou mesmo à morte.

O choque elétrico pode ser causado por fenômenos naturais como um raio, por exemplo, ou acidentes como o contato direto com fiações elétricas domésticas ou públicas, áreas energizadas em decorrência de alguma fonte de energia mal isoladas, ou até mesmo o contato direto com uma pessoa que está recebendo uma descarga elétrica.

O que fazer nos casos de choque elétrico?

– Não toque na pessoa acidentada se ela estiver em contato com instalações elétricas energizadas.
samudownload (1)

– Caso o acidente ocorra na rede elétrica da concessionária de energia, acione imediatamente a equipe de resgate e depois comunique a concessionária.

 

 

– Não sendo possível desligar a energia, afaste a pessoa da instalação com um material isolante (que não permite que a eletricidade passe através dele) e seco, cchoque_eltricoomo um cabo de vassoura, um jornal dobrado, cano plástico ou corda. Suba em algum material isolante, como tapete de borracha ou pilha de jornais secos.

– Caso seja necessário e se você souber, aplique as técnicas de primeiros socorros.

-No caso de estar presenciando o acidente, procure imediatamente afastar a vítima da fonte da energia elétrica, desligando a chave próxima. Sendo ela um fio afastá-lo da pessoa com um instrumento de material não condutor que esteja seco (madeira, plástico,cano de PVC,  pano grosso, borracha, NUNCA com materiais de metal).choques-eletricos-12 Procure afastar a vítima também com algum desses instrumentos, uma vez que ela estará energizada e poderá transmitir o choque para você.

-Aguarde alguns segundos e inicie os procedimentos de socorro, já tendo acionado o serviço especializado antes. Observe os sinais e se a vítima estiver inconsciente, sem pulso ou respiração, aplique as técnicas de primeiros socorros, se estiver capacitado para isso.

-Deve-se desapertar as roupas e ficar atento aos sinais vitais, ainda que a vítima tenha recuperado a pulsação e a respiração. Em casos de choques, essas variações de quadro são comuns, e pode ser necessária nova intervenção de reanimação.

-Se a vítima apresentar inconsciência, porém estiver respirando e com pulsação, deve-se colocá-la na5d2390d646d66fa2590c861737d1290b Posição Lateral de Segurança e aguardar a chegada do socorro especializado.

– Chame o resgate ou leve a vítima, se possível, para o pronto socorro , com o cuidado de não agravar eventuais lesões.

Artigo relacionado: choque no chuveiro elétrico

Fontes: Primeiros Socorros

Portal Servidor

CURTA Adolpho Eletricista

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista 24 horas em Santo André!

Eletricista residencial, predial, comercial e industrial.

Atendo região do ABC paulista, Grande São Paulo e Zona Leste do Estado de São Paulo.

11 96898.4344

 


Artigos

 

  • 2Visitantes online:
  • 168Visitas hoje:
  • 211Visitas ontem:
  • 3990Visitas no mês:
  • 301323Total de visitas:

Significado das Siglas

Desenvolvido por : TyttoSoft (11) 9466-02599