Apresentação Profissional

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Apresentação Profissional

A apresentação profissional é de fundamental importancia para um profissional liberal.

Se você pretende ser um profissional autônomo, pense em trabalhar personalizado. Crie uma logomarca da sua empresa, faça camisetas personalizadas, escolha uma cor que lhe agrade ou combine com sua área de atuação.

Daí pra frente, todas as camisetas deverão ser nessa cor, pois os clientes já irão lhe conhecer de longe pela cor do uniforme.

Não se esqueça de registrar sua Marca no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial a fim de não perdê-la.

É fundamental se apresentar com uma calça de trabalho limpa e, de preferência, específica para trabalhos no ramo que você vai atuar.

Sempre use botas de boa qualidade. Sempre traga sua bota limpa e engraxada, pois o cliente pensa da seguinte forma: “se esse profissional não cuida nem da aparência dele, como vai cuidar do meu imóvel?”

Procure estar com o corte de cabelo em dia e, caso não esteja, passe em um salão e corte. Se você gosta de usar boné, nesse momento deixe-o em casa e vá fazer o orçamento sem ele, exceto se for boné com marketing de sua empresa.

Durante a visita, evite mascar chicletes, chupar balas, fumar, entre outros.

Caso goste de usar camisa de time, este não é o momento, pois não faz parte da sua personalização e apresentação profissional.

O modo de explicar o que e como será feito o serviço (linguagem técnica), sempre referindo a Norma Brasileira Regulamentadora da Associação Brasileira de Normas Técnicas e, se necessário, outras Normas do Setor, ganham muitos pontos junto ao cliente.

Grande parte dos clientes compram o serviço de um profissional pela explicação técnica, pois passa maior confiança sobre o serviço oferecido o fato de conhecer e aplicar as Normas Técnicas.

A qualidade e limpeza do ferramental, equipamentos e mala de ferramentas são essenciais. Muitos clientes são formados em engenharia e conhecem Marcas e qualidade de ferramentas, isso conta muitos pontos na hora de decidir por um profissional.

Aliadas à qualidade vêm a durabilidade e eficiência.

Ferramentas e equipamentos de boas Marcas tem custo mais elevado, porém a durabilidade é muito maior e não há necessidade de substitui-las com frequência, bem como a eficiência é muito maior e melhor, o que torna suas aquisições mais interessantes e econômicas.

Personalíze-se!

Só tens a ganhar com isso.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Disjuntor de Alta Tensão

O Disjuntor de Alta Tensão é um dos equipamentos mais críticos dentro de uma subestação.

Sua função vai muito além de simplesmente “desligar” um circuito.

É o responsável por interromper correntes elevadíssimas de carga e curto-circuito sem comprometer a estabilidade do Sistema Elétrico de Potência – SEP.

Ocorrendo uma falta, a corrente sobe drasticamente.

Nesse momento, o disjuntor precisa atuar em milésimos de segundos para:

⚽ Isolar o defeito
⚽ Evitar propagação da falha
⚽ Proteger equipamentos do SEP
⚽ Reduzir riscos operacionais
⚽ Manter a estabilidade do sistema

‼️Abrir um circuito em alta tensão não é simples.

Durante a separação dos contatos, é formado um arco elétrico de grandes proporções, que devem ser controlados para evitar acidentes e danos a equipamentos.

Os disjuntores, a fim de extinguir o arco elétrico de forma segura e eficiente, utilizam as tecnologias que seguem:

💡 SF6
💡 Vácuo
💡 Óleo isolante

Uma falha na operação ou manutenção pode ocasionar:

💣 explosões
💣 desligamentos indevidos
💣 perda de seletividade
💣 danos severos em equipamentos
💣 efeito cascata no sistema elétrico

É primordial para quem trabalha com subestações entender sobre:

→tempos de atuação

→ lógica de abertura

→pressão do gás SF6

→supervisão operacional

→intertravamentos

→sincronismo

Disjuntor SF6

Um disjuntor SF6 utiliza o gás hexafluoreto de enxofre como meio isolante e extintor de arco elétrico. Quando contatos internos se separam sob altas correntes, forma-se um arco elétrico. O gás SF6 é então soprado sobre o arco, resfriando-o e absorvendo os elétrons livres, o que extingue o arco e restabelece o isolamento instantaneamente.

Princípio de Funcionamento

O funcionamento dos disjuntores a SF6 baseia-se na movimentação mecânica e nas propriedades físico-químicas do gás.

→ Separação dos Contatos: Ao detectar uma falha ou curto-circuito, o mecanismo do disjuntor separa os contatos principais e de arco. Essa ação inevitavelmente gera um arco voltaico.

→ Sopro do Gás: Junto com a abertura dos contatos, um pistão comprime o gás SF6 contido na câmara (princípio puffer). O gás sob alta pressão é liberado e direcionado diretamente sobre a região do arco elétrico.

→ Extinção do Arco: O arco elétrico aquece intensamente o gás, que se dissocia e absorve a energia. Como o SF6 é altamente eletronegativo, ele captura os elétrons livres do arco elétrico, transformando-os em íons pesados e de baixa mobilidade. Isso reduz drasticamente a condutividade elétrica do meio, extinguindo o arco em milissegundos.

Vantagens e Cuidados

✅ Alta Eficiência: Possui uma rigidez dielétrica e estabilidade térmica muito superiores às do ar ou do óleo.

✅ Aplicações: É a tecnologia padrão para sistemas de alta tensão (geralmente acima de 50 kV), permitindo que os equipamentos sejam muito mais compactos.

✅ Impacto Ambiental: O SF6 puro é um dos gases de efeito estufa mais potentes conhecidos. Por isso, os disjuntores são câmaras seladas que não liberam gás para a atmosfera em operação normal.

✅ Manutenção: É necessário monitorar rigorosamente a pressão do gás. Em caso de vazamentos ou queda de pressão abaixo dos limites seguros, o equipamento emite alarmes ou bloqueia a operação para garantir a proteção do sistema.

Disjuntor a vácuo

O disjuntor a vácuo de alta (e média) tensão é o dispositivo de proteção utilizado para seccionar correntes elevadas e extinguir arcos elétricos.

Seu grande diferencial é usar uma câmara isolada com vácuo extremo para extinguir o arco elétrico em milissegundos, sem riscos de explosão ou vazamento de gases nocivos.

Princípio de funcionamento

A interrupção e o isolamento ocorrem dentro de uma ampola selada a vácuo, que possui um contato elétrico fixo e um móvel. Quando há uma falha na rede ou necessidade de manutenção, o mecanismo abre os contatos e o vácuo impede a formação do arco elétrico.

Vantagens

Isolamento Eficaz: O vácuo é um dos melhores isolantes do mundo, garantindo que o arco elétrico seja extinto rapidamente.

Baixa Manutenção: Por não usar óleo ou outros gases, praticamente não exige substituição de insumos isolantes.

Segurança Ambiental: Ao contrário de disjuntores a gás SF6, não emite poluentes que prejudicam a camada de ozônio ou o efeito estufa.

Vida Útil Longa: Os contatos sofrem um desgaste mínimo durante as operações, garantindo durabilidade mecânica e elétrica.

Aplicações no Mercado

São amplamente utilizados em subestações de energia, indústrias, mineradoras e edifícios comerciais de grande porte.

Marcas consagradas no Brasil, como Siemens, ABB e WEG, oferecem esses equipamentos, geralmente na faixa de 12 kV a 36 kV, em modelos fixos ou extraíveis (gaveta).

Disjuntor a Óleo Isolante

É um dispositivo eletromecânico robusto projetado para interromper correntes elétricas elevadas e extinguir o arco elétrico.Utiliza o óleo mineral isolante como meio de extinção do arco e isolamento elétrico.Embora seja uma tecnologia clássica e pioneira, amplamente substituída por disjuntores a gás SF6 ou a vácuo em novas instalações, ela ainda opera em muitas subestações antigas e cabines primárias.

Funcionamento Básico

Quando ocorre um curto-circuito ou uma sobrecarga na rede, os contatos internos do disjuntor se separam. Durante a separação, surge um arco elétrico de altíssima temperatura. O calor gerado decompõe instantaneamente uma porção do óleo mineral ao redor, gerando uma bolha de gás composta por hidrogênio. Esse gás possui alta condutibilidade térmica, resfriando o arco de forma acelerada, enquanto a pressão direciona o fluxo de óleo fresco para extinguir a centelha permanentemente.

Principais Tipos: GVO vs. PVO

Os disjuntores a óleo são divididos de acordo com o volume de fluido utilizado:

CaracterísticasGrande Volume de Óleo (GVO)Pequeno Volume de Óleo (PVO)
Função do ÓleoExtinção do arco e isolação total da carcaça para a terra.Exclusivamente para a extinção do arco elétrico.
EstruturaGrande tanque metálico aterrado contendo os polos internos.Polos separados por material isolante (como fibra/porcelana).
Aplicações ComunsTensões de até 230 kV.Tensões de até 138 kV ou 145 kV.
Peso e TamanhoExtremamente pesados e volumosos devido ao volume de fluido.Compactos e consideravelmente mais leves.

Vantagens e Desvantagens

Vantagens: Alta capacidade de ruptura em curto-circuito, confiabilidade mecânica comprovada por décadas de operação e simplicidade na manutenção física.

Desvantagens: Alto risco de incêndio ou explosão caso haja falha interna; necessidade de trocas periódicas do óleo mineral devido à carbonização gerada pelos arcos; alto impacto ecológico em casos de vazamento.

Cenário Atual e Manutenção

Por questões de segurança e sustentabilidade, as concessionárias de energia priorizam sistemas modernos de interrupção. Contudo, devido ao alto custo de substituição de infraestruturas completas, o mercado ainda adota com frequência a engenharia de reforma e retrofit de disjuntores a óleo existentes como uma alternativa financeiramente viável.

Fontes: Experiência Profissional, Catálogos e Google.


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Cosímetro

Cosímetro (ou cossefímetro) é um equipamento utilizado para medir o fator de potência (cos ∅) em um circuito de corrente alternada.

O cosímetro, também conhecido como cossefímetro, cossenofímetro ou cofímetro, é um instrumento de medição elétrica utilizado para medir o fator de potência (cos ø) em circuitos de corrente alternada.

Ele indica a defasagem entre a tensão e a corrente elétrica, sendo essencial para monitorar a eficiência energética e evitar multas por energia reativa.

Principais características

Função: Mede a relação entre a potência ativa (W) e a potência aparente (VA), expressando o valor do fator de potência.

Tipos: Pode ser analógico (ponteiro) ou digital.

Aplicação: Utilizado em painéis elétricos industriais para verificar se cargas indutivas ou capacitivas estão operando corretamente.

Funcionamento: Geralmente baseado no método de bobinas móveis ou circuitos eletrônicos que comparam a fase de tensão e corrente.

Um cosímetro monofásico só irá ler corretamente se pegar a tensão de linha e corrente de linha ou fase-neutro. Mas teria que ser ambos, tanto corrente quanto tensão.
Se tiver um que pega fase-fase na tensão e fase-neutro na corrente, com certeza ele tem internamente um defasador pra corrigir o ângulo.
Se for trifásico vale a mesma regra. Se tiver um TP – Transformador de Potencial em triângulo, o TC – Transformador de Corrente também terá que ser triângulo. Se for estrela, ambos precisam ser estrela, a não ser que internamente ele possua compensação.
Um cosímetro monofásico (ou wattímetro de potência reativa) só faz a leitura correta se a tensão e a corrente forem medidas de forma coerente em relação ao sistema.

Se medir tensão fase-fase e corrente fase-neutro, há um descompasso natural: a referência da tensão não está na mesma referência da corrente. Para que o cosímetro consiga calcular corretamente o ângulo entre tensão e corrente, ele precisa de um circuito interno que faça a defasagem adequada — normalmente um defasador RC ou um transformador auxiliar que corrige essa diferença.

Em termos práticos:

  • Se o aparelho fosse puramente analógico e não tivesse esse defasador, a leitura seria incorreta, porque o ângulo medido não corresponderia ao verdadeiro fator de potência (FP).
  • Os cosímetros modernos (digitais) já fazem esse ajuste internamente via processamento, então podem aceitar diferentes combinações de entrada (fase-fase ou fase-neutro) e entregar o valor correto.

Ou seja: quando temos um cosímetro que aceita tensão fase-fase e corrente fase-neutro, podemos ter certeza de que há um circuito interno de correção de ângulo.
No funcionamento prático:

  • O resistor e o capacitor em série criam uma defasagem de 30° na tensão de referência.
  • Essa tensão defasada é aplicada ao sistema de medição, permitindo que o instrumento calcule o fator de potência real mesmo quando a corrente é medida em relação ao neutro.
  • Em alguns casos, também se usa um pequeno transformador auxiliar para ajustar amplitude e fase.

Esse truque é essencial porque, sem o defasador, o cosímetro mostraria um valor incorreto de cos φ.

👉 Em resumo: o defasador interno garante que a tensão de referência esteja “em fase” com a corrente medida, corrigindo o descompasso entre fase-fase e fase-neutro.

O circuito defasador interno do cosímetro não aplica uma defasagem fixa de 30°, e sim ajusta o ângulo de referência para compensar essa diferença geométrica entre as tensões. Em instrumentos analógicos, isto é, feito com uma rede RC calibrada para gerar aproximadamente 30° de atraso ou avanço, dependendo da configuração de medição.

🔧 Em resumo:

  • Tensão fase-fase está 30° adiantada ou atrasada em relação à fase-neutro.
  • O cosímetro precisa corrigir esse ângulo para que a tensão e a corrente correspondam à mesma fase elétrica.
  • O defasador interno é projetado especificamente para esse valor (30%), não para 90°, que seria típico de um medidor de potência reativa (VARímetro), não de fator de potência.

Conclusão

Quando usamos cosímetro ele precisa de pelo menos uma tensão e uma corrente. De preferência que ambas sejam fase-fase ou fase-neutro. Nunca uma fase-fase e a outra fase-neutro, senão vai gerar diferença de 30°. Alguns cosímetros aceitam isso e corrigem internamente esse ângulo.

Nota

Cosímetro (ou cossefímetro) e cosímetro são nomes diferentes para o mesmo instrumento de medida elétrica.

Aqui estão os pontos principais sobre eles:

  • Sinônimos: Ambos os termos, junto com “cosenofímetro” ou “cofímetro”, referem-se ao aparelho que indica o cosseno da defasagem entre a tensão e a corrente.
  • Função: Medir o fator de potência, indicando se a carga é indutiva (corrente atrasada) ou capacitiva (corrente adiantada).
  • Tipos: Podem ser analógicos (ponteiro) ou digitais, utilizados em painéis de controle, comando e medição.

Portanto, não há diferença funcional entre eles; são apenas variações na nomenclatura para o mesmo dispositivo de medição.

Fonte: Wikipedia.


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Certificação UL94 V-0

A Certificação UL94 V-0 é uma classificação de segurança contra incêndio para materiais plásticos, definida pela Underwriters Laboratories. Ela indica que o material, ao ser submetido a uma chama vertical, cessa a queima em menos de 10 segundos, sem gotejar partículas inflamadas. É essencial para componentes elétricos, automotivos e eletrônicos, garantindo alta resistência ao fogo.

Principais Características da Certificação UL94 V-0

Tempo de Queima: A chama cessa em até 10 segundos após a remoção da fonte de calor.
Tempo Total: A queima total para um conjunto de amostras não supera 50 segundos.
Gotejamento: Não são permitidos gotejamentos de partículas inflamadas que ignitem o algodão indicador colocado abaixo.
Verticalidade: O teste é realizado em uma amostra na posição vertical.

Onde é Utilizado (Aplicações Típicas)

Materiais com classificação V-0 são cruciais para reduzir riscos de incêndio em:
Eletrônicos: Caixas de proteção, componentes internos e conectores.
Automotivo: Componentes sob o capô expostos a calor e combustível.
Industrial: Gabinetes de controle, isolamento elétrico e selantes.
Impressão 3D: Fotopolímeros e termoplásticos para peças técnicas.

UL 94 classificações de chama

Como relacionada com materiais plásticos oferecidos por plásticos profissionais, existem seis classificações de chama especificados em UL 94 que são atribuídos aos materiais a partir dos resultados destes testes de chama pequena escala. Estas classificações listados em ordem decrescente para cada um dos três grupos seguintes são usadas para distinguir características de queima de um material depois de corpos de prova foram expostos a uma chama de ensaio especificados em condições controladas de laboratório. 

Estas classificações relacionam com materiais comumente utilizados em recintos de fabricação, peças estruturais e isolantes encontrados em produtos eletrônicos de consumo.

Diferença de métodos de ensaio e critérios 

Ao olhar para as classificações de chama para materiais plásticos comumente moldadas para fabricar caixas, peças estruturais e isolantes encontrados em produtos eletrônicos de consumo, um material é submetido a uma fonte de ignição da chama que é aproximadamente cinco vezes mais severos do que o utilizado nos testes. Além disso, as amostras não podem pingar qualquer Flaming Partículas.

Conclusão

A certificação UL94 V-0 garante que o plástico tem excelente comportamento autoextinguível, sendo preferencial em ambientes de alta segurança.

Fonte: Google

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Enforca-gato em quadros elétricos: risco oculto?

Organizando os cabos de um QDC de um cliente, me veio à mente:

Se esses cabos aquecerem um pouco… será que o enforca-gato suporta a caloria?

🔍 Vamos refletir:

Muita gente usa fita Hellermann (enforca-gato) pra organizar cabos dentro de painéis, calhas ou dutos. A estética até melhora, mas… e a segurança?


🔥 A verdade técnica:

🔹 A maioria desses enforca-gatos é feito de nylon 6.6, que:

Aguenta no máximo 85 °C a 105 °C.

Começa a derreter perto dos 250 °C.

Pode amolecer e se soltar com o calor dos próprios cabos.

Não apaga sozinho se pegar fogo, a menos que seja “V-0” (autoextinguível).


🚨 O risco:

Soltou o feixe? Bagunça os cabos, bloqueia ventilação, aumenta o aquecimento.

Se pegar fogo? Vira combustível.

Pode emitir fumaça tóxica se não for do tipo livre de halogênio (LSZH).


✅ O ideal:

✔️ Use enforca-gatos específicos para uso elétrico:

Com selo UL94 V-0.

Feitos de poliamida modificada ou materiais que resistam melhor ao calor.

De preferência, halogen-free (sem halogênio).


💡 Dica extra:

Se for painel com muita carga ou ambiente quente, vale mais usar:

✔️ Canaletas organizadoras

✔️ Abraçadeiras metálicas

✔️ Organizadores perfurados evitam bloqueio de ar e não derretem.


🧠 Fica o lembrete:

A estética é importante…
Mas a segurança vem primeiro.

🔌 Antes de fechar o quadro com tudo bonitinho e organizado, pense:
“Esse enforca-gato aguenta o calor do interno do quadro?”

Se a resposta for “não” ou “não sei”, melhor evitar a sua utilização.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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ELETROMOBILIDADE


O que um estudante e um profissional de elétrica precisam dominar para não ficar para trás em eletromobilidade.
Os carros elétricos não estão mudando apenas o meio de propulsão.
Estão mudando o perfil do profissional.
A pergunta não é mais: “você sabe trocar peça?”
A pergunta é: “você entende o Sistema”?

Fundamentos elétricos

Quem não domina:
1 – Lei de Ohm
2 – Potência elétrica
3 – Corrente Alternada (CA) x Corrente Continua (CC)
4 – Curto, sobrecarga e proteção
5 – Aterramento
Vai apenas operar, nunca diagnosticar. Será somente “um a mais”.

Eletrônica de potência (coração do Sistema)

O carro elétrico vive de:
1 – Retificação
2 – Inversão
3 – PWM
4 – IGBTs / MOSFETs
5 – Perdas e Aquecimento

Não é opcional entender tudo isso.
É obrigatório não ter medo disso.

Máquinas elétricas modernas

Esqueça o motor isolado.
Aqui entra:
1 – Motor síncrono de ímã permanente
2 – Controle vetorial
3 – Curva torque × rotação
4 – Frenagem regenerativa
Motor e controle são um único organismo.

Controle e Lógica

O defeito moderno não é quebrou.
É não respondeu.

Conhecimentos mínimos:
1 – Sensores
2 – Feedback
3 – Lógica de Controle

Baterias com BMS

Não é só armazenamento. É:
1 – Química
2 – Segurança
3 – Envelhecimento
4 – Balanceamento
Bateria sem BMS é risco.
Profissional não pode ficar sem entender isso também.

Uma bateria com BMS (Battery Management System) é um conjunto de células de lítio equipado com uma placa eletrônica inteligente que monitora, equilibra e protege a bateria contra sobrecarga, descarga excessiva, curtos-circuitos e altas temperaturas. Essencial para segurança e vida útil, o BMS é padrão em ferramentas, veículos elétricos e eletrônicos portáteis.

Infraestrutura de recarga

O carro é só metade do Sistema.
O resto é:
1 – Carregadores AC e DC
2 – Aterramento
3 – Coordenação de proteção
impacto na rede
Aqui nasce uma nova demanda profissional.

Segurança elétrica

Alta tensão não negocia.
Procedimento, EPI e consciência não são burocracia — são sobrevivência.

Conclusão

A eletromobilidade não elimina a profissão eletricista.
Elimina o profissional que só executa sem entender.
O futuro não pertence a quem sabe apenas decorar procedimentos, mas a quem compreende energia, controle e sistema.

Reflexão

Se amanhã sua área deixasse de existir, o que restaria de você: troca de peças ou entendimento técnico? Pense nisso.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Substation

A substation can be defined as a set of switching and/or transformation equipment, and possibly reactive power compensation equipment, used to direct the flow of energy in a power system and enable its diversification through alternative routes, possessing protection devices capable of detecting the different types of faults that occur in the system and isolating the sections where these faults occur.
A substation can be classified according to its function, voltage level, type of installation, and mode of operation.


Classification according to function

Transformer Substation: This is a substation that converts the supply voltage to a different level, higher or lower, and is designated, respectively, as a step-up transformer substation and a step-down transformer substation. Generally, a transformer substation near generation centers is a step-up transformer substation (it raises the voltage to transmission and sub-transmission levels, providing economical transport of electrical energy).

Substations at the end of a transmission system, close to load centers or supplying an industry, are Step-Down Transformer Substations (they reduce voltage levels), avoiding inconveniences for the population such as radio interference, intense magnetic fields, and very wide right-of-way.

Sectionalizing, Switching or Disconnecting Substation

It is the type of circuit that interconnects supply circuits under the same voltage level, enabling their multiplication. It is also used to allow for the sectioning of circuits, permitting their energization in successive shorter sections.

Classification according to voltage level

High-voltage (HV) substations: these are substations with a nominal voltage below 230 kV;

Extra-high voltage (EHV) substations: these are substations with a nominal voltage above 230 kV. It is important to emphasize that additional studies considering the Corona Effect are necessary for this type of substation.

Classification according to its type of installation

Open-air substations

They are built in large outdoor areas and require the use of equipment and machinery suitable for operation in adverse weather conditions (rain, wind, pollution, etc.);

Indoor substations

They are built in sheltered locations and the equipment is placed inside buildings, so they are not subject to adverse weather conditions like those in open areas;

Armored substations

Built in sheltered locations, the equipment is completely protected and isolated in oil, with solid material, or in gas (compressed air or SF6).

In the case of enclosed substations, some advantages and disadvantages can be highlighted. Enclosed substations have advantages such as reduced footprint (up to 10% of a conventional substation), low maintenance, and safe operation (entirely contained within metal enclosures), and are available in voltage levels up to 500kV. However, they also have certain disadvantages, such as the need for personnel with specialized training and the fact that switching and maneuvering operations cannot be visualized (only monitored by indicator lights).

Solar Power Substation

See article Solar Energy.

Classification according to the mode of operation

Operator-controlled substations: require a high level of personnel training and the use of computers for local supervision and operation; only justified for larger installations.

Semi-automatic substations

They have local computers or electromechanical interlocks that prevent improper operations by the local operator.

Automated substations

They are supervised remotely via computers.

TRANSFORMATION EQUIPMENT

Transformation equipment includes power transformers and instrument transformers – Potential Transformers (PTs), Capacitive or Inductive, and Current Transformers (CTs). Without transformers, the economic use of electrical energy would be practically impossible, as they allow transmission at increasingly higher voltages, enabling significant savings in transmission lines over increasingly longer distances. Instrument transformers (CTs and PTs) serve to reduce current and voltage, respectively, to levels compatible with the operating voltage and current of electricity meters.

VOLTAGE TRANSFORMERS

Voltage transformers are classified according to their insulating medium, which can be mineral oil-filled, liquid-filled with low-flammability synthetic insulators (silicone), or dry-type.

Mineral oil (derived from petroleum) and synthetic insulating liquids used in transformers have two main functions: to insulate, preventing the formation of an arc between two conductors that have a potential difference, and to cool, dissipating the heat generated by the operation of the equipment.

Dry-type transformers use air as both an insulating and cooling medium, and have insulation class B, class F, or class H.

Potential Transformers

Used to lower the voltage for the purpose of measuring electrical energy.

CURRENT TRANSFORMERS

A current transformer (CT) is an instrument transformer whose primary winding is connected in series with an electrical circuit and whose secondary winding is intended to supply current coils of electrical measuring, protection, or control instruments.

Images and some text extracted from Google.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo













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Subestação

Uma subestação (SE) pode ser definida como um conjunto de equipamentos de manobra e/ou transformação e ainda eventualmente de compensação de reativos usado para dirigir o fluxo de energia em sistema de potência e possibilitar a sua diversificação através de rotas alternativas, possuindo dispositivos de proteção capazes de detectar os diferentes tipos de faltas que ocorrem no sistema e de isolar os trechos onde estas faltas correm.

A classificação de uma subestação pode ser realizada conforme sua função, seu nível de tensão, seu tipo de instalação e sua forma de operação.

Classificação quanto à função

Subestação Transformadora: é aquela que converte a tensão de suprimento para um nível diferente, maior ou menor, sendo designada, respectivamente, subestação transformadora elevadora e subestação transformadora abaixadora. Geralmente, uma subestação transformadora próxima aos centros de geração é uma Subestação Transformadora Elevadora (eleva a tensão para níveis de transmissão e sub transmissão proporcionando um transporte econômico da energia elétrica).

Subestações no final de um sistema de transmissão, próximas aos centros de carga ou de suprimento a uma indústria, é uma Subestação Transformadora Abaixadora (diminuem os níveis de tensão), evitando inconvenientes para a população como rádio-interferência, campos magnéticos intensos e faixas de passagem muito largas.

Subestação Seccionadora, de Manobra ou de Chaveamento

É aquela que interliga circuitos de suprimento sob o mesmo nível de tensão, possibilitando a sua multiplicação. É também adotada para possibilitar o seccionamento de circuitos, permitindo sua energização em trechos sucessivos de menor comprimento.

Classificação quanto ao nível de tensão

Subestações de alta tensão (AT): são aquelas que têm tensão nominal abaixo de 230 kV;

Subestações de extra alta tensão (EAT): são aquelas que têm tensão nominal acima de 230 kV. É importante enfatizar que em subestações deste tipo são necessários estudos complementares considerando o Efeito Corona.

Classificação quanto ao seu tipo de instalação

Subestação a céu aberto

São construídas em locais amplos ao ar livre e requerem emprego de aparelhos e máquinas próprias para funcionamento em condições atmosféricas adversas (chuva, vento, poluição, etc.);

Subestação em interiores

São construídas em locais abrigados e os equipamentos são colocados no interior de construções não estando sujeitos a adversidades do tempo como as abertas;

Subestação blindada

Construídas em locais abrigados e os equipamentos são completamente protegidos e isolados em óleo, com material sólido lou em gás (ar comprimido ou SF6).

No caso das subestações blindadas podem ser destacadas algumas vantagens e desvantagens. As blindadas têm como vantagens o espaço reduzido (podendo chegar a até 10% de uma Subestação convencional), baixa manutenção e operação segura (inteiramente contidas em invólucros metálicos) e disponíveis em níveis de tensão de até 500kV. Mas possuem também certas desvantagens como a necessidade de pessoal com treinamento especializado e as operações de chaveamento e manobra não podem ser visualizadas (apenas supervisionadas por Indicadores luminosos).

Subestação de Energia Solar

Ver artigos Energia Solar e Solar Energy.

Classificação quanto à forma de operação

Subestação com operador: exige alto nível de treinamento de pessoal e uso de computadores na supervisão e operação local só se justifica para instalações de maior porte.

Subestação semi-automáticas

Possuem computadores locais ou Intertravamentos eletromecânicos que impedem operações indevidas por parte do operador local.

Subestação automatizada

São supervisionadas à distância por intermédio de computadores.

EQUIPAMENTOS DE TRANSFORMAÇÃO

Os equipamentos de transformação são os transformadores de potencia e os transformadores de instrumento – Transformadores de Potencial (TP), Capacitivos ou Indutivos e os Transformadores de Corrente (TC). Sem os transformadores seria praticamente impossível o aproveitamento econômico da energia elétrica, pois a partir deles é possível a transmissão em tensões cada vez mais altas, possibilitando grandes economias nas linhas de transmissão em trechos cada vez mais longos. Já os transformadores de instrumentos (TC’s e TP’s) têm a finalidade de reduzir a corrente e tensão, respectivamente, a níveis compatíveis com a tensão e corrente de trabalho dos medidores de energia elétrica.

TRANSFORMADORES DE TENSÃO

Os transformadores de tensão são classificados segundo o seu meio isolante, podendo ser a óleo mineral, a líquidos isolantes sintéticos pouco inflamáveis (silicone) e a seco.

O óleo mineral (derivado do petróleo) e os liquidos isolantes sintéticos usados em transformadores possuem duas funções principais: isolar, evitando a formação de arco entre dois condutores que apresentem uma diferença de potencial e resfriar, dissipando o calor originado pela operação do equipamento.

Os transformadores a seco utilizam o ar como meio isolante e refrigerante, possuindo isolamento classe B, classe F ou classe H.

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

Utilizados para baixar a tensão para fins de medição de energia elétrica.

TRANSFORMADORES DE CORRENTE.

O Transformador de Corrente (TC) é um transformador para instrumento cujo enrolamento primário é ligado em série a um circuito elétrico e cujo enrolamento secundário se destina a alimentar bobinas de correntes de instrumentos elétricos de medição e proteção ou controle.

Imagens e parte do texto extraídos do Google.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Orientação de Painel Solar

Orientação de painel solar e posicionamento

A energia solar fotovoltaica oferece muitas vantagens na geração de eletricidade.

Não possui custos com combustíveis, tem fornecimento ilimitado e não apresenta problemas ambientais como transporte, armazenamento ou poluição.

A energia solar está disponível em todos os lugares, até mesmo na Lua.

Painéis solares precisam de luz solar direta?

Sim, se quisermos obter o máximo do nosso sistema fotovoltaico recém-instalado, pois não faz sentido instalar em locais escuros ou com sombras.

A orientação dos painéis solares direciona ou orienta um painel ou conjunto de painéis diretamente para a energia radiante do sol. Isso ocorre porque quanto maior a área da superfície exposta à luz solar direta, maior será a produção de energia do painel fotovoltaico.

O painel solar fotovoltaico estando perfeitamente alinhado para receber a energia do sol, ele ainda é um objeto fixo, preso a um telhado ou montado diretamente em uma estrutura.

Em relação a um painel solar, o sol não está em uma posição fixa, pois altera constantemente sua posição em relação à Terra, do amanhecer ao anoitecer, o que dificulta a orientação do painel solar.

O maior desafio para obter o máximo benefício da energia solar é garantir que um painel solar fotovoltaico, ou um conjunto fotovoltaico, esteja corretamente orientado e posicionado, em relação à incidência direta da luz solar, em todos os momentos do dia.

Além da orientação do painel solar, o número de horas de luz solar que ele recebe por dia, bem como a intensidade ou brilho da luz solar, são fatores determinantes.

Quando o sol está mais baixo, durante os meses de inverno, a orientação dos painéis solares precisa ser mais vertical, pois a radiação solar atravessa uma camada mais espessa da atmosfera para chegar ao painel e, portanto, sua intensidade é reduzida pelo efeito de dispersão e absorção da atmosfera e das nuvens.

Nos meses de verão, quando o sol está mais brilhante e mais alto, a radiação solar é mais direta e mais forte, pois tem uma distância menor a percorrer através da atmosfera até a Terra, fazendo com que a orientação do painel solar seja mais horizontal.

Orientação do painel solar em azimute e zênite

Os módulos e painéis solares fotovoltaicos funcionam melhor quando a superfície absorvente está perpendicular aos raios solares incidentes.

A posição do sol pode ser determinada usando dois ângulos, o azimute e o zênite , e o ângulo de orientação do painel solar depende desses dois valores.

Orientação do painel solar – Orientação azimutal

Azimute – é o ângulo da bússola em relação ao sol enquanto ele se move no céu de leste a oeste ao longo do dia. Geralmente, o azimute é calculado como um ângulo a partir do sul verdadeiro.

Ao meio-dia solar, que é definido como um ângulo azimutal de zero graus, portanto Azimute = 0⁰, o sol estará diretamente ao sul no hemisfério norte e diretamente ao norte no hemisfério sul.

Os ângulos azimutais solares a leste do sul são negativos, sendo que o leste apresenta um ângulo azimutal de 90⁰ negativo.

Os ângulos azimutais solares a oeste do sul são positivos, sendo que o oeste apresenta um ângulo azimutal de 90⁰ positivo.

O ângulo azimutal necessário para a orientação correta do painel solar varia com a latitude e a época do ano.


Zênite – Este é o ângulo do sol visto do nível do solo ou do horizonte.

O ângulo zenital do sol varia ao longo do dia, descrevendo um arco, com o sol atingindo sua elevação máxima (também chamada de altitude solar) por volta do meio-dia.

A elevação do sol é definida como 0⁰ ao nascer e pôr do sol, e 90° ao meio-dia, quando o sol está diretamente acima da cabeça.

No entanto, a elevação do sol ao meio-dia é diferente entre o solstício de verão e o solstício de inverno, representando os dias mais longos e mais curtos do ano, já que a trajetória do sol forma um arco no céu, representando a primavera ou o outono.

A elevação e o azimute solar ao longo de um ano inteiro podem ser plotados em um mapa solar. Um mapa solar permite localizar a posição do sol a qualquer hora do dia, em qualquer mês e em qualquer local, facilitando muito o alinhamento dos painéis solares.

Mapas solares ou diagramas da trajetória do sol pré-fabricados podem ser comprados, baixados da internet ou construídos em papel quadriculado para qualquer local na superfície da Terra, utilizando o mesmo princípio do relógio de sol no jardim.

Em um mapa solar, a escala zenital é geralmente representada por uma série de círculos concêntricos que se estendem verticalmente da esquerda para a direita, enquanto a escala azimutal é definida ao redor do perímetro do mapa.

O ângulo azimutal é lido traçando uma régua do centro do mapa até a intersecção das linhas de trajetória da hora e da data desejadas e observando onde ela cruza o perímetro do mapa.

Mapas diferentes são necessários para locais diferentes.

Orientação e inclinação do painel solar

A azimute solar é a direção horizontal do sol, medida como um ângulo em relação ao norte geográfico, geralmente no sentido horário.

Além de se mover pelo céu (azimute solar), o Sol também se move para cima e para baixo (zênite solar) ao longo do ano, o que dificulta a orientação fixa dos painéis solares.

Portanto, para a máxima conversão da luz solar em eletricidade, os painéis solares precisam ser instalados em um ângulo que os faça apontar diretamente para o Sol.

Dependendo de como o painel é montado, ele pode ser mantido em um ângulo permanente ou ajustado ao longo do ano para aproveitar ao máximo a energia solar.

O ajuste de um sistema fotovoltaico com montagem fixa pode resultar em um aumento de 10% a 40% na produção de energia anual, fazendo uma diferença considerável no tempo de carregamento das baterias.

Orientação do painel solar

A orientação do painel solar refere-se à sua configuração de azimute . A maior parte da energia solar chega em linha reta.

Um painel solar ou conjunto de painéis solares capta mais energia se estiver voltado diretamente para o sol, perpendicularmente à linha reta entre o local de instalação dos painéis e o sol.

Orientação azimutal do painel solar

O painel solar deve estar voltado para o equador terrestre (seja para o sul no hemisfério norte ou para o norte no hemisfério sul), de forma que durante o dia sua orientação permita captar a maior quantidade possível de radiação solar.

Existem diferentes maneiras de obter a orientação desejada para os painéis solares .

Podemos simplesmente apontar o painel ou conjunto fotovoltaico para o sul ou para o norte usando uma bússola, encontrar o ângulo central entre as configurações de azimute de verão e inverno ou, com mais precisão, posicionar os painéis em relação ao meio-dia solar central.

O meio-dia solar refere-se à posição mais alta do sol no céu, enquanto ele descreve um arco de leste a oeste.

O meio-dia solar é diferente do meio-dia (12 horas) ou do meio-dia em termos de tempo. Geralmente, o meio-dia solar ocorre entre 12 horas e 14 horas, dependendo da localização.

É muito importante, ao posicionar e alinhar um painel ou conjunto de painéis solares, garantir que nenhuma parte deles fique sombreada, pois precisamos de 100% de radiação solar em toda a área do painel.

Os elementos ao redor do painel ou conjunto (árvores, edifícios, paredes, outros painéis, etc.) não devem projetar sombra sobre os painéis em nenhum horário do dia ou do ano.

Inclinação do painel solar

A inclinação do painel solar refere-se à nossa configuração de zênite ou elevação.

Uma vez encontrada a melhor posição de azimute, o próximo parâmetro fundamental para produzir a maior quantidade de eletricidade solar é a elevação do painel fotovoltaico.

A altura máxima que o sol atinge a cada dia varia, com o ângulo máximo do sol no dia do solstício de verão sendo de cerca de 62° e o ângulo mínimo no solstício de inverno de cerca de 15° .

Orientação zenital do Painel Solar

Para uma instalação de painel solar fixa, é preferível que os painéis fotovoltaicos sejam instalados com um ângulo de inclinação centralizado que represente o equinócio vernal ou o equinócio outonal.

No entanto, essa inclinação não é tão crítica em relação à orientação dos painéis solares, pois mesmo com um ângulo de inclinação de quase 45⁰ em relação aos raios solares, eles ainda receberão mais de 75% da energia por unidade de área de superfície em comparação com o alinhamento ideal.

Um desalinhamento de até 15⁰ para mais ou para menos faz pouca diferença na produção de um painel fotovoltaico. Idealmente, os painéis solares devem ser instalados em locais onde recebam a maior quantidade possível de luz solar, em média, ao longo do dia e do ano.

A orientação e a inclinação de um painel ou conjunto fotovoltaico fixo também podem ser otimizadas para um determinado mês ou estação do ano.

Um sistema de energia solar pode ser projetado para produzir a potência máxima apenas nos meses de inverno, a fim de reduzir os custos de eletricidade nos horários de pico.

Logo:

O sistema deve ser instalado de forma que a orientação e a inclinação ideais dos painéis solares resultem na máxima produção de energia no inverno.

Um dos sistemas de energia solar fixo mais populares envolve a instalação de um painel fotovoltaico, ou um conjunto de painéis fotovoltaicos , diretamente em um telhado com inclinação acentuada voltado para o sul (ou norte), permitindo pouca margem para ajustes na orientação e inclinação dos painéis, embora a maioria dos suportes e estruturas de fixação permitam pequenos ajustes.

Maximizar a produção de energia de um sistema de energia solar residencial é desejável tanto para aumentar a eficiência dos painéis solares quanto para reduzir o tempo de retorno do investimento.

A fim de maximizar a produção de energia dos painéis solares, precisamos mantê-los perfeitamente alinhados com o sol.

Para isso, é necessário um sistema de rastreamento solar, e um painel ou conjunto fotovoltaico com essa capacidade produzirá, anualmente, de 25% a 30% mais energia do que um painel instalado em uma posição fixa no telhado.

O rastreamento solar pode reduzir a quantidade de painéis fotovoltaicos necessários, aumentando a eficiência de conversão.

O principal objetivo de um sistema fotovoltaico com rastreamento solar é acompanhar a posição do sol para obter, através da orientação do painel solar, a máxima radiação em qualquer momento, proporcionando a melhor orientação possível para o painel solar em todas as horas do dia.

Rastreador solar

Um sistema de rastreamento solar pode acompanhar o movimento do sol no céu, do nascer ao pôr do sol, criando uma produção de energia ideal por um período mais longo e também podendo se adaptar às mudanças sazonais na direção do sol.

O sistema ideal de rastreamento solar para um painel solar seria uma montagem equatorial motorizada, semelhante às utilizadas em telescópios sofisticados ou antenas parabólicas.

Isso permitiria que o painel fotovoltaico acompanhasse a trajetória de rotação do Sol durante todo o dia, todos os dias do ano, garantindo a melhor orientação do painel solar possível e gerando a máxima potência de saída.

No entanto, sistemas de rastreamento motorizados tão grandes são impraticáveis ​​para a maioria das pessoas, pois o custo seria muito alto para painéis grandes ou conjuntos de múltiplos painéis.

Os rastreadores solares não podem ser usados ​​em instalações no telhado, pois precisam ser montados no solo e ter espaço suficiente ao redor do painel para que ele possa girar.

A melhor alternativa é um suporte com um único rolamento que permite que o painel seja orientado e inclinado manualmente ao longo do dia, se necessário.

Os rastreadores solares disponíveis comercialmente incluem o rastreamento de eixo único, que acompanha o movimento do sol durante cada dia, mantendo um ângulo de inclinação fixo e constante. Isso aumenta a radiação solar recebida em até 30% em comparação com a ausência de rastreamento.

Rastreamento de dois eixos

O rastreamento de dois eixos acompanha o movimento do sol no céu ao longo do dia, ajustando também o ângulo de inclinação do conjunto de painéis solares, com maior intensidade no inverno e menor no verão, para localizar com precisão a posição do sol no céu.

O rastreamento de dois eixos aumenta a radiação solar recebida em até 38% em comparação com a ausência de rastreamento.

Locais mais ensolarados se beneficiam mais do rastreamento de dois eixos.

Os painéis solares fotovoltaicos podem ser usados ​​individualmente no telhado ou nas paredes de um edifício, apontando diretamente para o sul ou oeste, dependendo da sua localização.

Embora esse tipo de orientação de painel solar funcione bem para a maioria das aplicações em residências, para aumentar a eficiência e reduzir o período de retorno do investimento, o painel fotovoltaico precisa produzir a quantidade máxima de energia solar durante o máximo de tempo possível, aproveitando ao máximo a luz solar.

Embora não sejam baratos nem viáveis ​​para pequenas instalações de painéis fotovoltaicos, os rastreadores solares podem ser usados ​​para esse fim.

Sua capacidade de acompanhar o movimento do sol no céu, permitindo que os painéis solares absorvam mais luz solar, muitas vezes resulta em uma redução no número de painéis solares necessários, compensando assim o custo inicial dos rastreadores.

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Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Solar Energy

Solar energy is a term that refers to energy derived from the sun’s light and heat. It is used through various constantly evolving technologies, such as solar heating, photovoltaic solar energy, solar thermal energy, solar architecture, and artificial photosynthesis.

SOLAR PLATE

Essential items for solar energy:

Planning;

Maintenance;

Security

Investing in solar energy goes far beyond simply installing solar panels on the roof. Without proper planning, the system may not deliver the expected performance or savings.

Some fundamental points:

✔️Technical and Economic Feasibility Analysis

Assessment of average monthly and seasonal energy consumption.

Study of energy tariffs and estimated payback period.

Analysis of local legislation (Technical Standards, concessionaire requirements, tax incentives).

✔️Correct System Sizing

Quantity of modules, inverters and accessories sized to meet demand.

Reserved capacity for potential future expansions.

Choosing the type of system (on-grid, off-grid, or hybrid).

Installation Site Study

Solar orientation (azimuth) and tilt of the modules.

Solar orientation (azimuth) and tilt of the modules.

Structural capacity of the roof or location where the panels will be fixed.

✔️Accessibility and Safety for Cleaning and Maintaining Solar Panels.

Project providing safe access to the roof (stairs, walkways, anchor points).

Minimum spacing between rows of modules for safe circulation during interventions.

Use of specific PPE during cleaning or inspections.

✔️Periodic Cleaning Plan

The recommended frequency varies depending on the region (in urban areas with high pollution or dust levels, it should be monthly or bimonthly).

Monitoring system performance to identify performance drops.

Cleaning should always be done with water and soft brushes, avoiding harsh chemicals that could damage the glass or the anti-reflective coatings on the modules.

✔️Monitoring and Preventive Maintenance

Periodic verification of inverter operation.

Inspection of cables, connections/connectors and structures to prevent mechanical damage or electrical hazards.
Analysis of generation reports to detect anomalies.

Without these precautions, the system may operate below its projected efficiency, increasing the payback period and even generating extra costs. Therefore, planning, maintenance, and safety go hand in hand for the success of any solar energy project.

Adolpho Electrician - Your Electrician in São Paulo

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Eletricista em São Paulo

ELETRICISTA EM SÃO PAULO. CONSTRUÇÃO E REFORMA DE PADRÃO DE ENTRADA, INSTALAÇÃO ELÉTRICA, PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL, PREDIAL E INDUSTRIAL. ART DE ELÉTRICA E CIVIL. CONSTRUÇÃO, MANUTENÇÃO E REFORMA DE ENTRADA PRIMÁRIA.

Atuamos com construção, manutenção e reforma de instalação elétrica residencial, predial, empresarial, comercial e industrial.

Especialidade em padrão de entrada de medição de energia elétrica, reformas de instalação, projetos e entrada primária.

Nosso time é composto por profissionais qualificados, habilitados e autorizados a trabalhar com energia elétrica, tanto em baixa quanto em media tensão.

Não assuma riscos desnecessários confiando a instalação elétrica de sua edificação a um profissional que não inspire confiança.  

Todo trabalho relacionado a energia elétrica deverá ser executado por um profissional qualificado, capacitado e autorizado para esse fim.  

Quem é considerado qualificado? Todo profissional que fizer treinamentos específicos na área de atuação, sendo considerado apto em nota e frequência e obtiver o certificado de conclusão de curso.  

E capacitado? É o profissional qualificado que foi treinado sob a supervisão de um profissional habilitado e irá trabalhar sob supervisão de um profissional habilitado.  

Autorizado é o profissional qualificado ou habilitado que participou de treinamento de NR10, sendo aprovado em nota, frequência e detector do certificado de conclusão de curso.  

Já Habilitado é o profissional que possui registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

Compromisso com a qualidade do serviço, preservação da privacidade do cliente e bom relacionamento.

Garantia de bons serviços!

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo.

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Mufla Primária

A mufla é uma terminação para cabos elétricos. É o dispositivo que serve para isolar um cabeamento condutor de eletricidade quando este é conectado a:

  1. outro condutor;
  2. um equipamento, como um transformador, por exemplo;
  3. um barramento elétrico (tira grossa de cobre ou alumínio que serve para conduzir a eletricidade dentro de um quadro de distribuição de energia).

Logo, as muflas elétricas são utilizadas para conectar ou finalizar cabos alimentadores de energia, sejam eles de alta, média ou baixa tensão.

São muito utilizadas para a transição da rede de energia elétrica aérea para a subterrânea, ou vice-versa.

Aplicadas em Entradas Primárias e nas Redes de Distribuição Primária das Concessionárias nas saídas de Subestação, onde existe a conversão da rede subterrânea para a aérea. Muitas vezes é necessário converter parte da rede aérea em subterrânea devido a construção de viadutos, passarelas, cruzamento com ferrovias, entre outros.

Normas e Requisitos

As principais Normas e Requisitos que se aplicam à mufla primária são:

  • ABNT.NBR.14039: Norma Brasileira Regulamentada para “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1,0 kV a 36,2 kV”. Ela estabelece os requisitos mínimos para a concepção, execução, inspeção e manutenção de subestações de entrada de energia e instalações de média tensão, o que inclui a correta instalação e especificação de muflas (terminações).
  • Normas da Concessionária Local: Devido à falta de uma padronização nacional completa, cada concessionária de energia possui seus próprios Padrões Técnicos e Normas Técnicas de homologação de muflas e instalações em tensão primária. O uso da mufla deve estar em conformidade com essas Normas Técnicas para que a instalação seja aprovada para ligação.
  • NR-10: A Norma Regulamentadora 10 do MTE – Ministério do Trabalho e Emprego, trata da Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade em Baixa Tensão. Ela define os requisitos de segurança para os profissionais que trabalham direta ou indiretamente com as Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Os profissionais que irão atuar com muflas – Média Tensão, deverão cursar o Módulo II da NR10 – SEP – Sistema Elétrico de Potência, a fim de atuar com montagem e manutenção de muflas em redes de Média Tensão.
  • Normas de Produto (Fabricante): As muflas devem seguir as especificações técnicas do fabricante e, muitas vezes, os kits de montagem vêm com instruções detalhadas e produtos específicos para limpeza (como álcool isopropílico ou benzina) que devem ser seguidos rigorosamente para garantir a performance e a segurança da terminação. 

Devem ser observados na Instalação

A instalação da mufla é crítica e envolve procedimentos específicos para garantir o isolamento e a segurança, como: 

  • Limpeza e Preparação: A remoção correta da camada semicondutora do cabo e a limpeza da superfície de isolamento com produtos indicados (evitando álcool gel, por exemplo, que pode causar problemas) são cruciais.
  • Uso de EPIs: O profissional deve utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) apropriados, conforme a NR-10 e SEP, durante o manuseio e a instalação, para evitar acidentes de trabalho e contaminação do material.
  • Distância de Escoamento: As muflas devem ter uma distância de escoamento fase-terra adequada, especificada nas Normas Técnicas, para evitar falhas de isolamento na superfície externa. 
  • A fim de garantir a conformidade na instalação de uma mufla primária, é imprescindível seguir as diretrizes da ABNT.NBR.14039 e, principalmente, as Normas Técnicas específicas da concessionária que atende a localidade, nunca se esquecendo de trabalhar de acordo com a NR10, SEP, NR35 e demais Normas de Segurança no Trabalho que se fizerem necessárias.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo.


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Estação Solarimétrica

Uma estação solarimétrica é um conjunto de instrumentos que mede e registra parâmetros relacionados à radiação solar e outras variáveis meteorológicas, sendo essencial para o desenvolvimento de projetos de energia solar e estudos de viabilidade. Essas estações são projetadas para monitorar a irradiação solar global, direta e difusa, além de temperatura, umidade, velocidade e direção do vento, e precipitação. 

O que é medido?

Uma estação solarimétrica pode medir diversos parâmetros, incluindo: 

  • Radiação Solar:Irradiação global horizontal (GHI), irradiação refletida no solo (GRI), irradiação horizontal difusa (DHI), irradiação no plano dos módulos (POA) e radiação direta (DNI). 
  • Variáveis Meteorológicas:Temperatura do ar, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento, e precipitação (pluviometria). 
  • Outros Parâmetros:Temperatura da superfície dos módulos fotovoltaicos e sujidade (soiling). 

Importância em Projetos de Energia Solar

  • Estudos de Viabilidade: Permitem avaliar o potencial de geração de energia solar de um local onde será construída uma Estação Solarimétrica, auxiliando na escolha da localização e projeto de usinas fotovoltaicas. 
  • Monitoramento de Desempenho: Monitoram o desempenho de usinas solares fotovoltaicas, fornecendo dados para o cálculo da relação de desempenho (PR – Performance Ratio). 
  • Leilões de Energia: Em alguns casos, a medição com estação solarimétrica EPE – Empresa de Pesquisa Energética, é um pré-requisito para participar de leilões de energia solar. 
  • Otimização: Fornecem dados para otimizar o projeto da Estação Solarimétrica e operação de sistemas solares, maximizando a eficiência energética. 

Estação Solarimétrica EPE

  • A estação solarimétrica EPE é um padrão estabelecido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para medições em projetos de usinas solares de grande porte. 
  • Ela segue a norma EPE-DEE-RE-065/2013-R7 e inclui medições de irradiação global horizontal, temperatura, umidade, velocidade do vento e direção. 
  • É um pré-requisito para solicitar o cadastramento e habilitação técnica para participação nos leilões de energia elétrica. 

Instrumentos Comuns

  • Piranômetros: Medem a irradiação global (radiação solar total).
  • Anemômetros: Medem a velocidade e direção do vento.
  • Termômetros e Higrômetros: Medem temperatura e umidade do ar.
  • Pluviômetros: Medem a quantidade de chuva.
  • Albedômetros: Medem a refletância da superfície.
  • Sensores de Temperatura de Módulo: Medem a temperatura dos painéis solares.
  • Sensores de Soiling (sujidade): Medem a quantidade de sujeira que se acumula nos painéis. 

Aplicações

  • Usinas Solares: Monitoramento e otimização de usinas fotovoltaicas. 
  • Pesquisa e Desenvolvimento: Estudos de viabilidade e pesquisa em energia solar. 
  • Geração Distribuída: Monitoramento de sistemas solares em telhados e outras aplicações de menor escala. 
Estação Solarimétrica

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Identificação de Fluídos

A identificação de fluidos em tubulações industriais é feita principalmente através da norma técnica ABNT NBR 6493, que estabelece um sistema de cores para facilitar a identificação do conteúdo das tubulações e garantir a segurança dos trabalhadores. Além da NBR 6493, outras normas e regulamentos podem ser aplicados dependendo do tipo de fluido e do setor de atuação. 

Normas Técnicas:

  • ABNT NBR 6493:Define as cores que devem ser utilizadas para identificar o tipo de fluido ou material transportado em tubulações industriais. Essa norma visa evitar acidentes e facilitar a identificação do conteúdo das tubulações, como vapor, água, produtos químicos, gases, etc. 
  • ABNT NBR 7195:Trata das cores de segurança em geral, incluindo sinalização e identificação de equipamentos e áreas de risco, o que pode complementar a identificação de fluidos em algumas situações. 
  • ABNT NBR 7500:Especifica os requisitos para a sinalização de produtos perigosos durante o transporte, incluindo rótulos de risco e painéis de segurança. 
  • ABNT NBR 14725:Trata do Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) para a classificação e rotulagem de produtos químicos, o que também pode ser relevante para a identificação de fluidos em alguns casos. 
  • Normas específicas da ANP:A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) possui normas e regulamentos específicos para a identificação de fluidos em terminais de petróleo e combustíveis líquidos, como a Resolução ANP nº 882/2022, que trata da comunicação de incidentes e acidentes, e a Resolução ANP nº 907/2022, que trata da adição de corante no etanol. 

Cores e seus significados (NBR 6493):

  • Branco: Vapor.
  • Vermelho: Sistema de combate a incêndio.
  • Amarelo: Gases não liquefeitos (ex: GLP).
  • Verde: Água.
  • Azul: Produtos sob pressão (ex: ar comprimido).
  • Cinza Claro: Vácuo.
  • Cinza Escuro: Eletrodutos.
  • Laranja: Ácidos.
  • Marrom: Materiais fragmentados (ex: petróleo bruto).
  • Preto: Eletroduto.
  • Alumínio: Gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (ex: diesel, gasolina).
  • Lilás: Álcalis e lixívias (ex: água sanitária). 

É importante ressaltar que as cores podem ser utilizadas em faixas na tubulação ou em toda a sua extensão, e que em alguns casos pode ser necessário utilizar cores adicionais para identificar um maior número de produtos. Além das cores, outras formas de identificação, como legendas, setas direcionais e marcadores, também podem ser utilizadas para complementar a identificação das tubulações. 

Ao lidar com produtos químicos perigosos, é fundamental consultar as Normas e Regulamentos específicos do setor e seguir as orientações do fabricante para garantir a segurança na identificação e manuseio desses produtos.

Em hospitais, o sistema de cores nas tubulações segue padrões para identificar o tipo de fluido ou gás que está sendo transportado, garantindo a segurança e eficiência dos procedimentos médicos. 

As cores mais comuns incluem

Gases Medicinais

  • Amarelo: Ar medicinal (ar comprimido).
  • Cinza: Vácuo clínico.
  • Verde: Oxigênio.
  • Rosa: Vácuo (aspiração). 

Outros Fluidos

  • Vermelho: Água para combate a incêndio.
  • Verde: Água (exceto para combate a incêndio).
  • Azul: Ar comprimido (não medicinal).
  • Branco: Vapor. 

Importante: As cores podem variar ligeiramente dependendo do padrão utilizado (por exemplo, NBR 6493 ou ISO 14726). É fundamental consultar as Normas específicas da instituição para garantir a correta interpretação das cores. 

A Norma Brasileira ABNT NBR 8421 estabelece as cores para identificação de tubulações em embarcações. 

Além disso, a Norma NBR 6493 trata do emprego de cores para identificação de tubulações industriais, o que pode ser relevante em algumas aplicações navais. 

A Norma ISO 14726 também é importante para a identificação de cores em tubulações navais. 

Norma ABNT NBR 8421

  • Esta Norma define as cores para identificação de tubulações em embarcações, auxiliando na segurança e na identificação rápida do conteúdo da tubulação.
  • As cores são usadas para indicar o tipo de fluido ou substância transportada pela tubulação, facilitando o trabalho de manutenção e inspeção. 

Norma ABNT NBR 6493

  • Embora seja voltada para tubulações industriais, a NBR 6493 pode ser aplicada em algumas situações navais onde a identificação de tubulações é necessária.
  • A Norma define cores para diferentes tipos de fluidos e materiais transportados por tubulações, garantindo a segurança e a eficiência das operações.
  • A ISO 14726 é uma Norma Internacional que estabelece um sistema de cores para tubulações navais, abrangendo uma variedade de fluidos e sistemas.
  • As cores definidas na ISO 14726 auxiliam na identificação rápida e segura do conteúdo das tubulações a bordo de embarcações, incluindo água doce, águas oleosas, ar comprimido, entre outros. 

Outras considerações

  • Além das Normas Técnicas, a Marinha do Brasil e outras Organizações podem ter Regulamentos específicos sobre cores para uniformes e equipamentos navais. 
  • É importante verificar as Normas e Regulamentos aplicáveis ao tipo específico de embarcação e aplicação. 
  • Em geral, cores como laranja e amarelo são usadas para aumentar a visibilidade de embarcações e facilitar sua localização em caso de emergência. 
  • Cores como branco, azul e preto podem ser usadas em máscaras faciais, e cores como azul e dourado são usadas em uniformes de oficiais e guardas-marinha. 

É importante consultar as Normas e Regulamentos específicos para garantir a correta aplicação das cores em cada situação. 

Adolpho Eletricista – Eletricista em São Paulo


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Estação Transformadora – ET

Estação Transformadora – ET é utilizada para rebaixar tensão primária de distribuição em tensão secundária.

Na rede de distribuição aérea são construídas em postes, enquanto que na rede subterrânea, como o nome diz, sob o solo, com a denominação de Câmara Transformadora – CT.

Estação Transformadora Sistema Estrela

Podem ser utilizados tanto transformadores de distribuição do Sistema Delta como do Sistema Estrela.

Estação Transformadora Delta Fechado

Estações Transformadoras são projetadas de acordo com a carga declarada pelo(s) cliente(s) onde cargas declaradas até 69 kVA poderão ser atendidas com uma ET coletiva, com diversos clientes ligados no mesmo circuito secundário, já as cargas acima desse valor deverão ser atendidas por uma Estação Transformadora Individual, caso de Condomínios Residenciais ou por Cabine Primária – Indústrias.

Inúmeros Condomínios foram atendidos pelo Sistema Delta até 1995. Com a criação da ANEEL, ficou estabelecido a proibição de novos projetos de distribuição elétrica neste Sistema, sendo permitido apenas a manutenção do Sistema existente.

A partir dessa data todas as Estações Transformadoras deveriam ser projetadas no Sistema Estrela, pois é muito mais confiável que o Delta, sem contar o desbalanceamento que este último provoca no Circuito Primário de Distribuição, prejudicando-o.

Até os dias de hoje clientes de Baixa Tensão – BT são atendidos pelo Sistema Delta, pois a Estação de Distribuição que alimenta o circuito secundário existente é do referido Sistema.

A rede de distribuição secundária aérea pode ser construída em três formas, sendo elas:

  • Rede Horizontal: Construção em cruzetas de madeira, polimérica ou aço. Este tipo de construção foi extinta pelas Concessionárias de Energia devido ao alto custo de construção/manutenção, porém ainda é encontrado em alguns locais.
  • Rede Vertical: Construção em isoladores roldana, conforme figura abaixo.
  • Cabo pré reunido.
Estrutura S45(4) – Final de Rede secundária em 4 fases (à esquerda) e S145 – Final de Rede em cabo pré reunido.

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Segurança em Instalações Elétricas

Texto de Adriano Smid Bianchi para o Grupo Eletricidade, Teoria na Prática, do Facebook, administrado pelo parceiro e amigo Kurt Meister.

A ambos, o meu muito obrigado pela colaboração e autorização da divulgação desse texto.

As grafias em itálico são de minha autoria, sendo mantido o texto original.

O Brasileiro não conhece a Cultura de Segurança em Instalações Elétricas. Para muitos vale mais aplicar a “Lei de Gerson” (Lei do menor esforço) e torcer para que o Universo não aplique a “Lei de Murphy” (Se houver uma probabilidade de dar errado, vai dar errado).

Digo isso pois é normal vermos postagens em que faltam sistemas e dispositivos de segurança como aterramento, IDR, DDR, DPS e o profissional sempre usa a desculpa “mas o cliente não quis”, “iria ficar muito caro”, “o cliente disse que não precisa, que é frescura” e coisas do tipo.

Some à resistência do cliente o fato de não termos qualquer tipo de fiscalização, como ocorre em outros países, em que a obra ou a reforma é paralisada/embargada caso as Normas não sejam cumpridas. E isso faz com que profissionais, inclusive eu, tenham que abdicar do cumprimento estrito da Norma porque “senão vem outro e faz”.

Conscientização

Mas cabe a nós nos conscientizarmos e concientizar os clientes que segurança não é um custo adicional e que os sistemas de segurança devem ser implementados pois são essenciais, e cada um tem sua finalidade e pode evitar prejuízos maiores.

Se o cliente pudesse, nem mesmo disjuntores ele instalaria para poder reduzir os custos, mas sabe por que ele instala? Ele o faz porque faz parte da cultura de segurança dele.

Ele sabe que sua residência estará mais segura se ele tiver um disjuntor para interromper o circuito em caso de problemas e sabe, principalmente, que o disjuntor pode evitar que a casa dele pegue fogo. O medo de um prejuízo financeiro maior que o custo da instalação dos disjuntores é determinante.

DPS

Análise de Riscos

Por isso precisamos sempre informar o cliente da proteção que cada sistema de segurança traz e, principalmente, mostrar os riscos e os prejuízos que podem ocorrer se ele não usar, ou usar de maneira incorreta.

É sabido e difundido que o sistema de aterramento serve para evitar que equipamentos com carcaça metálica, chuveiros, etc. “deem choque”, porém hoje em dia é comum que alguns equipamentos utilizem o sistema de aterramento para drenar a eletricidade estática, para proteger outros componentes de descargas indesejadas ou até por meio de varistores (DPS) fazerem uma última linha de proteção contra surtos.

Se o equipamento não estiver aterrado, essas funcionalidades se perdem e o mesmo fica mais exposto a problemas. Mostre para o cliente que ele pode e deve evitar alguns prejuízos.

Prevenção

Com o DPS também é assim.

Todo cliente já ouviu falar de uma descarga atmosférica que queimou tudo na casa de alguém.

Também já soube que no retorno do desligamento da rede da concessionária causou a queima de uma geladeira, uma TV, ou um daqueles eletrônicos ultra mega super blaster que tinha acabado de chegar.

Fale para ele como o sistema funciona e como ele pode minimizar as chances disso acontecer. Até mesmo pequenos surtos de tensão, presentes em qualquer rede elétrica, vão sendo drenados imperceptivelmente, preservando a vida útil dos equipamentos.

Vamos tratar especialmente do dispositivo IDR. Muitos eletricistas “vendem” o IDR como em dispositivo para “evitar choque”, mas ele vai muito além disso.

Apesar de evitar alguns tipos de choque, a principal função do IDR é atuar em caso de fuga de corrente e, apesar disso parecer menos importante que “evitar choque”, essa que é a função dele e pode evitar enormes prejuízos ao cliente, inclusive salvar vidas.

Análise do Problema

Fui chamado por uma cliente que atendo há mais de um ano, que tem uma casa construída fazem uns 4 anos.

Essa cliente relatou-me que a conta de energia dela vem aumentando mês a mês, indo para R$ 300,00, depois R$ 500,00, R$ 700,00, até que a última veio R$ 980,00.

Ela entrou em contato com a concessionária que mandou uma equipe que constatou que poderia estar ocorrendo uma fuga de corrente.

Fui ao local e conferi as medições dos colegas da concessionária e constatei que havia uma fuga de míseros 12,8 A, ou seja, eram cerca de 1625 W sendo jogados fora por hora.

Comecei a rastrear a fuga. Achei o circuito, fui isolando os pontos, até encontrar e corrigir o problema, onde o cabo da fase tinha contato com o cabo de um aterramento TT feito porcamente.

Perceptivelmente, o problema começou pequeno, mas foi aumentando com o aquecimento dos cabos causando o derretimento da isolação e aumento da área de contato.

A causa inicial do problema foi uma manutenção mal feita, com a eliminação de uma tomada, que segundo a cliente foi realizada pelo tio dela, sem conhecimento na área.

Mostrei então para a cliente como um IDR instalado teria evitado tamanho prejuízo, detectando a fuga de corrente logo no princípio. O resultado disso é que já estamos combinando a reforma do quadro para a instalação dos dispositivos de segurança.

Pra finalizar, fica também o alerta quanto ao aterramento TT, principalmente esses feitos sem critério, com poucas ou apenas uma haste.

Um aterramento TN também teria evitado o prejuízo, pois quando a fase encostasse no aterramento o disjuntor detectaria uma corrente de curto, fazendo o acionamento magnético e demonstrando que tinha algo errado no circuito.

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Tensões de Distribuição no Brasil.

Devido ao Sistema de Distribuição no Brasil ter sido executado por diversas Concessionárias, cada uma com Tensão de Distribuição diferente, temos diversas tensões de Distribuição diferentes no país, sendo Sistema Estrela e Sistema Delta.

Definições:
tensão de fase = tensão entre fase e neutro
tensão de linha = tensão entre fases

Sistemas de Distribuição existentes no Brasil

Sistema Estrela 127/220V

Tensão de fase: 127V

Tensão de linha: 220V

Tensão trifásica: 220V trifásico

Sistema Estrela 220/380V

Tensão de fase: 220V

Tensão de linha: 380V

Tensão Trifásifáca: 220 V trifásico

Sistema Estrela 254/440V

Tensão de fase: 254 V

Tensão de linha: 440 V

Tensão trifásica: 750 V

Sistema Delta: 115/230V


Tensão de fase: 115 V

Tensão de linha: 230V

Tensão trifásica: 220 trifásico

Sistema Delta: 120/240 V – Padrão rural.


O Sistema Delta é muito utilizado em São Paulo.

O Sistema 127/220V é utilizado na região Sul e Sudeste.

O Sistema 220/380V é utilizado no litoral de SP, Regiões Norte e Nordeste e por indústrias alimentadas por Média e Alta Tensão.

A maioria dos Shoppings Centers adotam esse Sistema devido ao custo de implantação do Sistema.
Alguns Shoppings são alimentados em 127/220V, mas são poucos.
Todos alimentados em cabine primária devido à demanda contratada.

O Sistema 380/440V é utilizado apenas em indústrias para alimentação de cargas trifásicas.
Nesses casos deverá haver um segundo transformador 127/220V ou 220/380V, a critério do projetista, a fim de alimentar o escritório, tomadas e iluminação. Esse Sistema somente é utilizado em entradas de Média e Alta Tensão.

As principais diferenças entre Sistema Delta e Estrela você encontra aqui.

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Eletricista em Santo André

Eletricista em Santo André

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FONTES DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Conheceremos as principais fontes de geração de energia elétrica existentes no planeta.

ENERGIA ELÉTRICA

Por mais que não percebamos, vivemos em um planeta onde não é mais possível sobreviver sem energia elétrica.

Está presente em nosso trabalho, em nossa casa e até nos mais simples momentos de lazer.

Um espetáculo de grande porte, por exemplo, irá necessitar do aluguel de geradores, pois não haverá tempo hábil para solicitar ligação festiva à Concessionária local nem seria viável economicamente, pois o custo é muito elevado. Geradores assumem a demanda de energia elétrica que o local necessita para ser iluminado, manter energizados equipamentos de som e demais necessidades relacionadas a energia elétrica.

Dessa forma, a humanidade foi descobrindo diversas maneiras de gerar energia elétrica. Parte delas trabalham por tempo indeterminado, já as demais dependem de recursos finitos.

Essa divisão é feita em energia renovável (aquelas que são constantemente reabastecidas pela natureza) e energia não-renovável (aquelas que não se renovam em um prazo útil).

Dessa forma, é necessário conhecer os recursos existentes em cada uma delas para poder utilizá-los mais sabiamente. Num sistema ideal, todos os modos de geração de energia seriam renováveis, o que não retrata a realidade. Quiçá um dia esse fato torne-se realidade realidade.

ENERGIA EÓLICA

É a energia gerada a partir da força do vento. Embora seja um recurso energético inesgotável, poucas regiões do planeta possuem uma quantidade de ventos necessária para esse tipo de geração sem contar que o custo dos recursos necessários são altíssimos para a implantação de uma usina eólica. Em compensação, os impactos ambientais são baixos em relação a outras formas de geração.

ENERGIA SOLAR

É uma das formas de geração de energia que vem crescendo muito no Brasil.

A energia gerada a partir do sol pode ser do tipo fotovoltaica ou térmica.

A primeira usa células específicas para gerar o efeito fotoelétrico. A segunda utiliza o aquecimento de água para gerar vapor e, por consequência, energia.

Os custos de implantação vêm caindo através dos tempos, mas ainda são elevados, porém o crescimento do setor é incontestável.

ENERGIA HIDRELÉTRICA

É a mais antiga e principal forma de energia elétrica gerada no Brasil. As águas dos rios são represadas e, através de dutos forçados, movimentam enormes turbinas a fim de gerar energia elétrica.

O custo-benefício dessa forma de geração é uma das melhores, porém nem todos os países possuem a geografia fundamental para esse tipo de geração.

O impacto ambiental nas áreas de implantação é muito alto, sendo necessário diversos estudos antes da construção de uma usina hidrelétrica.

Tanto a fauna quanto a flora sofrem enormes agressões para a construção de represas. Os danos ao meio ambiente são irrecuperáveis.

Entre os principais impactos ambientais negativos causados em sua construção podemos citar a diminuição dos mananciais, extinção de espécies, erosões e destruição de habitats.

BIOMASSA

Biomassa é toda matéria orgânica não fóssil, de origem animal ou vegetal, que pode ser utilizada na produção de calor, seja para uso térmico industrial, seja para geração de energia elétrica ou que pode ser transformada em outras formas de energias sólidas (carvão vegetal, briquetes), líquidas (etanol, biodiesel) e gasosas (biogás).

Energia de Biomassa | Trash2Money

A queima de substâncias orgânicas pode ser uma forma de geração de energia elétrica. Trata-se de uma forma de energia renovável, porque o dióxido de carbono produzido na queima dos materiais é reaproveitado pela própria natureza durante a fotossíntese.

FONTES NÃO-RENOVÁVEIS

Em contradição às fontes renováveis, as fontes de energia não-renováveis são aquelas que se utilizam de recursos da natureza que são considerados finitos. Em outras palavras, chegará um ponto que não mais existirão e teremos que buscar outras formas de geração de energia.

Fontes de energia não renováveis e renováveis - PrePara ENEM

COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

São aqueles cuja queima é capaz de gerar energia para usinas termelétricas ou para veículos automotores.

Os combustíveis fósseis mais conhecidos são o petróleo, o carvão mineral e o gás natural.

Combustíveis fósseis - Localização nas camadas da crosta terrestre - Ler e  Aprender

Além de gerarem energia, os combustíveis fósseis também são um dos principais poluentes do planeta. Dessa forma, busca-se utilizar mecanismos de redução dos gases emitidos pela queima do carbono através de filtros e unidades de recuperação de vapor.

ENERGIA NUCLEAR

É conhecida por energia atômica.

A energia nuclear é obtida por meio da fissão nuclear de materiais radioativos, como o urânio-235. Apesar de ser menos poluente do que as usinas que utilizam combustíveis fósseis, os ambientalistas têm muita preocupação com os eventuais acidentes que podem ser causados em função do uso dessa tecnologia.

Diversos países vêm reconsiderando o seu uso, buscando novas formas de geração de energia que possam ser mais seguras e menos poluentes. Entretanto, esse é um processo de transição bastante lento e oneroso a todos os envolvidos.

Recomenda-se que todos economizemos energia elétrica, independentemente da forma que for gerada.

Usina Maremotriz

Energia das ondas no Brasil.

Energia maremotriz é uma fonte alternativa de geração de energia realizada por meio do movimento de marés ou pela diferença entre alturas de marés alta e baixa.

Gerada por meio da movimentação das marés, a energia maremotriz possui grande potencial, uma vez que é capaz de atender a mais de 250 milhões de consumidores em todo o planeta. Trata-se de uma fonte alternativa, limpa e renovável para a geração de energia elétrica, mas que ainda é pouco explorada no mundo.

Os principais mercados situam-se na América do Norte e Europa.

Energia maremotriz: como funciona

A energia maremotriz é gerada por meio do movimento de marés (energia cinética) ou pela diferença entre as alturas de marés alta e baixa (energia potencial). Para aproveitar a energia potencial das marés, é necessário construir um sistema similar ao de usinas hidrelétricas, com barragem, eclusa e unidades que geram energia elétrica.

As barragens precisam ser construídas no litoral, próximas ao mar. A água do mar é captada por meio de diques durante as marés altas. Na baixa maré, a água que está armazenada é liberada e passa pelas turbinas geradoras de energia elétrica. O aproveitamento da energia maremotriz, no entanto, só é possível quando o desnível entre as marés é superior a sete metros.

Entenda como funciona a energia maremotriz, suas principais vantagens e  desvantagens | Fragmaq

Energia maremotriz: vantagens e desvantagens

Como principais vantagens da energia das marés, podemos destacar o fato de esta ser uma fonte de energia não poluente e renovável. Trata-se, também, de um sistema alternativo em países que têm algum tipo de limitação para gerar energia elétrica de outras maneiras, mas dispõem de condições geográficas para aproveitar o fluxo de marés.

Outra vantagem é que a geração da energia maremotriz não depende do clima, ao contrário de outras fontes energéticas como a energia solar, eólica e hidrelétrica. O fluxo das marés está sujeito à ação gravitacional do Sol e da Lua e da rotação da Terra. Com informações sobre as marés, é mais fácil fazer os estudos sobre a viabilidade da usina maremotriz.

Apesar de ser uma fonte de energia limpa e renovável, a construção de usina maremotriz é um empreendimento caro e que apresenta um nível de geração de energia elétrica baixo em comparação com outros meios, como as usinas hidrelétricas e parque eólicos offshore (oceânicos). A manutenção desse tipo de sistema também é cara.

Além disso, nem todas as regiões litorâneas possuem características necessárias para a utilização da energia maremotriz. Como a geração de energia depende do ciclo de marés, a geração de energia não é contínua. Existe ainda outro fator importante a ser considerado nos estudos de viabilidade da usina maremotriz: o impacto ambiental do empreendimento sobre o ecossistema oceânico, acarretando também problemas socioeconômicos às populações que dependem da indústria da pesca.

Fonte de Usina Maremotriz: Fragmaq

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Eletricista em Santo André

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ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico

O ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico é o órgão responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no SIN – Sistema Interligado Nacional e pelo planejamento da operação dos sistemas isolados do país, sob a fiscalização e regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Contatos ONS by ONS - OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELETRICO
Operador Nacional do Sistema Elétrico


Instituído como uma pessoa jurídica de direito privado, sob a forma de associação civil sem fins lucrativos, o ONS foi criado em 26 de agosto de 1998, pela Lei nº 9.648, com as alterações introduzidas pela Lei nº 10.848/2004 e regulamentado pelo Decreto nº 5.081/2004.


Para o exercício de suas atribuições legais e o cumprimento de sua missão institucional, o ONS desenvolve uma série de estudos e ações exercidas sobre o sistema e seus agentes proprietários para gerenciar as diferentes fontes de energia e a rede de transmissão, de forma a garantir a segurança do suprimento contínuo em todo o país.

Objetivos


* Promover a otimização da operação do sistema eletroenergético, visando ao menor custo para o sistema, observados os padrões técnicos e os critérios de confiabilidade estabelecidos nos Procedimentos de Rede aprovados pela Aneel;
* Garantir que todos os agentes do setor elétrico tenham acesso à rede de transmissão de forma não discriminatória; e
* Contribuir, de acordo com a natureza de suas atividades, para que a expansão do SIN se faça ao menor custo e vise às melhores condições operacionais futuras.

O ONS é composto por membros associados e membros participantes, que são as empresas de geração, transmissão, distribuição, consumidores livres, importadores e exportadores de energia. Também participam o Ministério de Minas e Energia (MME) e representantes dos Conselhos de Consumidores.

Dados de Carga

Os dados de carga e geração de energia em escala mensal e anual, a partir de 2015, consideram os valores das usinas supervisionadas e programadas pelo ONS, acrescidos de informações recebidas da CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e de usinas conectadas às redes de distribuição, via as respectivas distribuidoras.

Carga e Geração

A partir de 02/03/2021, o conceito de carga global passou a ser considerado nos dados de geração e carga, quando a geração de usinas não supervisionadas e sem relacionamento com o ONS passou a compor essas grandezas. O acréscimo dessas informações visou retratar mais fielmente a carga total do sistema.

Programa Mensal Da Operação (PMO)

As atividades de programação da operação têm como insumo as estratégias de operação calculadas no planejamento da operação energética, informações atualizadas sobre o cronograma de expansão da geração e transmissão, o estado atual de armazenamento dos reservatórios, previsões atualizadas de carga de energia por patamar, a análise das condições meteorológicas verificadas e previstas nas principais bacias do SIN e previsões de afluências aos aproveitamentos hidrelétricos.

O Programa Mensal de Operação Energética (PMO) é elaborado pelo ONS com a participação dos agentes.

Os estudos de otimização e simulação da operação do SIN são realizados em base mensal, com discretização em etapas semanais e por patamar de carga. Estabelecem políticas de geração térmica e intercâmbios inter-regionais para as semanas analisadas e fornecem metas e diretrizes a serem seguidas pela Programação Diária da Operação Eletroenergética e pela Operação em Tempo Real. São realizadas regularmente revisões semanais que incorporam informações atualizadas sobre o estado do sistema, as condições meteorológicas e as previsões de carga e afluências.

Fonte: ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.

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SIN – Sistema Interligado Nacional

O SIN – Sistema Interligado Nacional é o parque gerador nacional constituído, predominantemente, de centrais hidrelétricas de grande e médio porte, instaladas em diversas localidades do território nacional.

SIN – Sistema Integrado Nacional

Por outro lado, existe uma concentração de demanda em localidades industrializadas onde não se encontram as centrais geradoras. Estas características são decisivas para a implantação de um sistema de transmissão de energia elétrica a longa distância.

O Brasil possuía vários sistemas elétricos desconectados, o que impossibilitava uma operação eficiente das bacias hidrográficas
regionais e da transmissão de energia elétrica entre as principais usinas
geradoras.

Com o objetivo de ampliar a confiabilidade, otimizar os recursos energéticos e homogeneizar mercados do SEP – Sistema Elétrico de Potência foi criado, em 1999, o SIN – Sistema Interligado Nacional, o qual é responsável por aproximadamente 95% do fornecimento de energia elétrica nacional.

Sua operação é coordenada e controlada pelo ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.

A Operação Nacional do Sistema Elétrico através do ONS concentra sua
atuação sobre a Rede de Operação do Sistema Interligado Nacional, a qual é constituída pela Rede Básica, Rede Complementar e Usinas submetidas ao despacho centralizado, sendo que a Rede Complementar é situada fora dos limites da Rede Básica e cujos fenômenos têm influência significativa nesta.

O Sistema Interligado de eletricidade permite que as regiões permutem energia elétrica entre si quando uma delas apresenta falha na Geração, na Transmissão ou queda no nível dos Reservatórios.

Como o período de chuvas é diferente nas regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, os grandes circuitos troncos das linhas de transmissão da MAT – Muito Alta Tensão (tensões superiores a 230 kV) possibilitam que os pontos com produção insuficiente de energia sejam abastecidos por centros de
geração em situação estável.

Vantagens do SIN – Sistema Interligado Nacional

Estabilidade

O Sistema torna-se mais robusto podendo absorver, sem perda de sincronismo, maiores impactos elétricos.


Confiabilidade

Permite a continuidade do fornecimento de energia elétrica em decorrência de falhas, manutenção de equipamentos ou por conta das alternativas de rotas para fluxo da energia elétrica.


Disponibilidade

A operação integrada aumenta a disponibilidade de energia elétrica do parque gerador em relação ao que se teria caso as indústrias operassem suas usinas particularmente.


Controle de Gastos

Permite o intercâmbio de reservas que pode resultar em economia na capacidade de reservas dos sistemas. O intercâmbio de energia elétrica está baseado no pressuposto de que a demanda máxima dos sistemas envolvidos acontece em horários diferenciados.

O intercâmbio pode também ser motivado pela aquisição de energia elétrica por tarifas mais vantajosas diretamente com as geradoras, a exemplo de uma geradora para outra que apresenta condições de negociação mais vantajosas.


Desvantagens do SIN – Sistema Interligado Nacional


Distúrbio em um Sistema Elétrico afeta todo o Sistema Interligado Nacional.

A operação e proteção tornam-se muito mais complexas, exigindo maior atenção dos profissionais envolvidos.

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Tensão de Fase e Tensão de Linha

Tensão de fase é a tensão medida entre fase e neutro e tensão de linha entre fase e fase.

Um questionamento frequente sobre tensão de fase é se existe 220 V monofásico.

O SEP – Sistema Elétrico de Potência – no Brasil – foi implantado por diversas Concessionárias, de variados continentes, e cada qual trouxe o Sistema Elétrico que trabalhavam.

Uma nos apresentou o Sistema Delta com Neutro em 110/220V, hoje alterado para 115/230V por Portaria do extinto DNAEE – Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica, hoje ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.

Logo, existe tanto tensão de fase em 115 V quanto em 220V.

Quando mencionamos 115/230 V ou 220/440 V (tensão de fase x 2) falamos do Sistema Delta de Distribuição.

Se mencionamos 127/220 V ou 220/380 V (tensão de fase x 1.73) nos referimos ao Sistema Estrela de Distribuição.

Devemos nos atentar que na maioria dos Shoppings Centers e em Entrada Primária o transformador utilizado é Estrela 220/380 V.

Isso acontece também nas Indústrias e Empresas de grande porte.

Nunca prometa converter o ponto de tomada de seu cliente nos casos mencionados para 127V, pois não irá conseguir, a não ser que utilize uma fonte transformadora de 220 V para 127 V, o que irá causar um ônus alto.

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Eletricista no Capão Redondo

ELETRICISTA NO CAPÃO REDONDO. CONSTRUÇÃO E REFORMA DE PADRÃO DE ENTRADA, INSTALAÇÃO ELÉTRICA, PROJETO ELÉTRICO RESIDENCIAL, PREDIAL E INDUSTRIAL. ART ELÉTRICA.

Atuamos com construção, manutenção e reforma de instalação elétrica residencial, predial, empresarial, comercial e industrial no Capão Redondo.

Especialidade em padrão de entrada de medição de energia elétrica, reformas de instalação, projetos e entrada primária.

Nosso time é composto por profissionais qualificados, habilitados e autorizados a trabalhar com energia elétrica, tanto em baixa quanto em media tensão.

Não assuma riscos desnecessários confiando a instalação elétrica de sua edificação a um profissional que não inspire confiança.  

Todo trabalho relacionado a energia elétrica deverá ser executado por um profissional qualificado, capacitado e autorizado para esse fim.  

Quem é considerado qualificado? Todo profissional que fizer treinamentos específicos na área de atuação, sendo considerado apto em nota e frequência e obtiver o certificado de conclusão de curso.  

E capacitado? É o profissional qualificado que foi treinado sob a supervisão de um profissional habilitado e irá trabalhar sob supervisão de um profissional habilitado.  

Autorizado é o profissional qualificado ou habilitado que participou de treinamento de NR10, sendo aprovado em nota, frequência e detector do certificado de conclusão de curso.  

Habilitado é o profissional que possui registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, no CRT – Conselho Regional dos Técnicos Industriais ou em Conselho de Classe Profissional.

Eletricista no Capão Redondo – São Paulo e na Grande São Paulo.

Adolpho Eletricista – Seu eletricista no Capão Redondo!


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ELETRICISTA EM SANTO AMARO

Eletricista em Santo Amaro

Eletricista na Zona Sul, Eletricista em São Paulo e Eletricista em Santo Amaro residencial, predial, empresarial e industrial. Projetos elétricos, reforma e construção de padrão, reforma de instalações elétricas.

Atuamos com construção, manutenção e reforma de instalação elétrica residencial, predial, empresarial, comercial e industrial.

Especialidade em padrão de entrada de medição de energia elétrica, reformas de instalação, projetos e entrada primária.

Nosso time é composto por profissionais qualificados, habilitados e autorizados a trabalhar com energia elétrica, tanto em baixa quanto em media tensão.

Não assuma riscos desnecessários confiando a instalação elétrica de sua edificação a um profissional que não inspire confiança.  

Todo trabalho relacionado a energia elétrica deverá ser executado por um profissional qualificado, capacitado e autorizado para esse fim.  

Quem é considerado qualificado? Todo profissional que fizer treinamentos específicos na área de atuação, sendo considerado apto em nota e frequência e obtiver o certificado de conclusão de curso.  

E capacitado? É o profissional qualificado que foi treinado sob a supervisão de um profissional habilitado e irá trabalhar sob supervisão de um profissional habilitado.  

Autorizado é o profissional qualificado ou habilitado que participou de treinamento de NR10, sendo aprovado em nota, frequência e detector do certificado de conclusão de curso.  

Habilitado é o profissional que possui registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

Compromisso com a qualidade do serviço, preservação da privacidade do cliente e bom relacionamento.

Garantia de bons serviços!

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Você se surpreenderá com a qualidade do serviço prestado!

Atendimento personalizado.

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ELETRICISTA EM SANTO AMARO

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