Category Archives: Elétrica

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CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA – CTA

Uma Chave de Transferência Automática (CTA), frequentemente usada no contexto de subestações de distribuição e instalações de missão crítica, é um dispositivo projetado para garantir o fornecimento contínuo de energia, alternando automaticamente a alimentação entre uma fonte principal (concessionária) e uma fonte de reserva (gerador) quando ocorre uma falha. Embora o termo CTA refira-se ao dispositivo de comutação, ele atua dentro da infraestrutura da estação transformadora para manter o sistema operando em caso de apagão.Função da CTA na Distribuição é Transferência Automática: Monitora continuamente a energia da concessionária. Ao detectar queda ou instabilidade, comuta a carga para um gerador em segundos.Retorno Automático: Assim que a rede principal é restabelecida e estabilizada, a CTA retorna a carga para a concessionária.Continuidade de Serviço: Essencial em locais que não podem parar, como hospitais, data centers, indústrias e sistemas de segurança. Componentes e Funcionamento do Monitoramento: A CTA verifica os níveis de tensão da fonte primária.Comando: Ao detectar falha, envia sinal para o gerador iniciar.Transferência de Carga: Após o gerador atingir a tensão/frequência ideais, a chave realiza a troca física.Sinalização: Modelos com sinalização informam o estado atual da rede. Contexto com Estação Transformadora (ETD)Enquanto as Estações Transformadoras de Distribuição (ETD) ou subestações rebaixam a tensão (ex: de 69kV para 13.8kV ou baixa tensão), a CTA é o componente inteligente inserido no quadro elétrico dessa subestação (geralmente do lado de baixa tensão ou em cubículos de média tensão) que garante que o sistema de distribuição nunca fique sem energia. Diferença Chave:ETD/Subestação: Rebaixa/eleva a tensão elétrica.CTA: Comuta entre fontes de energia para manter a continuidade.


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Disjuntores SF6

O hexafluoreto de enxofre (SF6) foi sintetizado pela primeira vez em 1904 e, somente nos anos 30, a partir da observação de suas excepcionais propriedades dielétricas, o novo gás encontrou uma limitada aplicação como meio isolante em transformadores.

O SF6 é um dos gases mais pesados conhecidos (peso molecular 146), sendo cinco vezes mais pesado que o ar. À pressão atmosférica, o gás apresenta uma rigidez dielétrica 2,5 vezes superior à do ar. A rigidez dielétrica aumenta rapidamente com a pressão, equiparando-se à de um óleo isolante de boa qualidade à pressão de 2 bars. A contaminação do SF6 pelo ar não altera substancialmente as propriedades dielétricas do gás: um teor de 20 % de ar resulta numa redução de apenas 5% da rigidez dielétrica do gás.

Somente no final dos anos 40 teve início o desenvolvimento de disjuntores e chaves de abertura em carga a SF6, com base em experimentos em que as excepcionais qualidades do gás como meio interruptor de arcos elétricos foram comprovadas. Essas qualidades derivam do fato do hexafluoreto de enxofre (SF6) ser um gás eletronegativo, possuindo afinidade pela captura de elétrons livres, o que dá lugar à formação de íons negativos de reduzida mobilidade.

Essa propriedade determina uma rápida remoção dos elétrons presentes no plasma de um arco estabelecido no SF6, aumentando a taxa de decremento da condutância do arco quando a corrente se aproxima de zero.

O SF6 é um gás excepcionalmente estável e inerte, não apresentando sinais de mudança quimica para temperaturas em que os oleos empregados em disjuntores começam a se oxidar e decompor. Na presença de arcos elétricos sofre lenta decomposição produzindo fluoretos de ordem mais baixa (como SF2 e SF4) que, embora tóxicos, recombinam-se para formar produtos não tóxicos imediatamente após a extinção do arco. Os procipais produtos tóxicos estáveis são certos fluoretos metálicos que se depositam sob a forma de um po branco, e que podem ser absorvidos por litros de alumina ativada.

Os primeiros disjuntores de hexafluoreto de enxofre eram do tipo “dupla pressão”, baseados no funcionamento dos disjuntores a ar comprimido. O SF6 era armazenado num recipiente de alta pressão (aproximadamente 16 bars) e liberado sobre a região entre os contatos do disjuntor. A principal diferença com relação aos disjuntores a ar comprimido consistia no fato de o hexafluoreto de enxofre não ser descarregado para a atmosfera após atravessar as câmaras de interrupção, e sim para um tanque com SF6 a baixa pressão (aproximadamente 3 bars). Assim, o SF6 a alta pressão era utilizado para interrupção do arco e, a baixa pressão, servia à manutenção do isolamento entre as partes energizadas e o terra. Após a interrupção, o gás descarregado no tanque de baixa pressão era bombeado novamente para o reservatório de alta pressão, passando por filtro de alumina ativada para remoção de produtos da decomposição do SF6.

A principais desvantagens dos disjuntores a SF6 a dupla pressão eram a baixa confiabilidade dos compressores de gás e a tendência do hexafluoreto de enxofre a liquefazer-se à temperatura ambiente quando comprimido (a temperatura de liquefação do gás a 16 bars é 10°C), o que tornava necessário instalar aquecedores no reservatório de alta pressão com conseqüente aumento da complicação e redução da confiabilidade.

Essas desvantagens levaram ao desenvolvimento do disjuntor tipo “puffer”, atualmente adotado pela maioria dos fabricantesde disjuntores a SF6. Os disjuntores tipo “puffer” ou do tipo “impulso” são também denominados de “pressão única” porque o SF6 permanece no disjuntor, durante a maior parte do tempo, a uma pressão constante de 3 a 6 bars, servindo aos isolamento entre as partes com potenciais diferentes.

A pressão necessária à extinção do arco é produzida em cada câmara por um dispositivo tipo “puffer” formado por um pistão e um cilindro, em que um desses dois elementos ao se movimentar desloca consigo o contato móvel e comprime o gás existente no interior do cilindro.

A compressão do SF6 por esse processo produz pressões da ordem de 2 a 6 vezes a pressão original e no intervalo entre a separação dos contatos e o fim do movimento do gás, assim comprimido, é forçado a fluir entre os contatos e através de uma ou duas passagens (“nozzles”).

O desenvolvimento e a difusão dos disjuntores a SF6 estão ligados aos desenvolvimentos das técnicas de selagem dos recipientes e detecção de vazamentos de gás. Os projetos ocorridos nesses terrenos já permitem reduzir o escape de SF6 nos disjuntores a níveis inferiores a 1% por ano. Os avanços tecnológicos têm permitido aos disjuntores a SF6 tornarem-se crescentemente competitivos em relação aos tipos de ar comprimido e PVO, sendo provável que, em futuro próximo, esses disjuntores ocupem uma posição dominante no mercado, pelo menos para certas faixas de tensão.

Da mesma forma que nos disjuntores a ar comprimido, os disjuntores a SF6 devem ser providos de dispositivos para indicar a ocorrência de pressões inferiores a determinados níveis minimos e intertravamentos para impedir sua operação em condições perigosas de super pressão. Uma outra aplicação do SF6 é o isolamento de subestações blindadas que permite considerável redução da área ocupada. A instalação de uma subestação blindada pode ser determinada pela inexistência de área suficientemente ampla em um centro urbano, ou pelo elevado custo do solo nesta região.

Numa subestação blindada todas as partes energizadas são protegidas por uma blindagem metálica, que conterá os disjuntores, chaves, TC’s, TP’s, barramentos, etc.. As partes energizadas são isoladas da blindagem por isoladores de resina sintética (ou outro material adequado) e SF6 à pressão de cerca de 3 bars. Válvulas especiais permitem detectar o escapamento do gás e possibilita efetuar manutenção dos equipamentos sem necessida de remover grandes quantidades de gás.

Alarmes e intertravamentos garantem a segurança em caso de vazamento de SF6.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Substation

A substation can be defined as a set of switching and/or transformation equipment, and possibly reactive power compensation equipment, used to direct the flow of energy in a power system and enable its diversification through alternative routes, possessing protection devices capable of detecting the different types of faults that occur in the system and isolating the sections where these faults occur.
A substation can be classified according to its function, voltage level, type of installation, and mode of operation.


Classification according to function

Transformer Substation: This is a substation that converts the supply voltage to a different level, higher or lower, and is designated, respectively, as a step-up transformer substation and a step-down transformer substation. Generally, a transformer substation near generation centers is a step-up transformer substation (it raises the voltage to transmission and sub-transmission levels, providing economical transport of electrical energy).

Substations at the end of a transmission system, close to load centers or supplying an industry, are Step-Down Transformer Substations (they reduce voltage levels), avoiding inconveniences for the population such as radio interference, intense magnetic fields, and very wide right-of-way.

Sectionalizing, Switching or Disconnecting Substation

It is the type of circuit that interconnects supply circuits under the same voltage level, enabling their multiplication. It is also used to allow for the sectioning of circuits, permitting their energization in successive shorter sections.

Classification according to voltage level

High-voltage (HV) substations: these are substations with a nominal voltage below 230 kV;

Extra-high voltage (EHV) substations: these are substations with a nominal voltage above 230 kV. It is important to emphasize that additional studies considering the Corona Effect are necessary for this type of substation.

Classification according to its type of installation

Open-air substations

They are built in large outdoor areas and require the use of equipment and machinery suitable for operation in adverse weather conditions (rain, wind, pollution, etc.);

Indoor substations

They are built in sheltered locations and the equipment is placed inside buildings, so they are not subject to adverse weather conditions like those in open areas;

Armored substations

Built in sheltered locations, the equipment is completely protected and isolated in oil, with solid material, or in gas (compressed air or SF6).

In the case of enclosed substations, some advantages and disadvantages can be highlighted. Enclosed substations have advantages such as reduced footprint (up to 10% of a conventional substation), low maintenance, and safe operation (entirely contained within metal enclosures), and are available in voltage levels up to 500kV. However, they also have certain disadvantages, such as the need for personnel with specialized training and the fact that switching and maneuvering operations cannot be visualized (only monitored by indicator lights).

Solar Power Substation

See article Solar Energy.

Classification according to the mode of operation

Operator-controlled substations: require a high level of personnel training and the use of computers for local supervision and operation; only justified for larger installations.

Semi-automatic substations

They have local computers or electromechanical interlocks that prevent improper operations by the local operator.

Automated substations

They are supervised remotely via computers.

TRANSFORMATION EQUIPMENT

Transformation equipment includes power transformers and instrument transformers – Potential Transformers (PTs), Capacitive or Inductive, and Current Transformers (CTs). Without transformers, the economic use of electrical energy would be practically impossible, as they allow transmission at increasingly higher voltages, enabling significant savings in transmission lines over increasingly longer distances. Instrument transformers (CTs and PTs) serve to reduce current and voltage, respectively, to levels compatible with the operating voltage and current of electricity meters.

VOLTAGE TRANSFORMERS

Voltage transformers are classified according to their insulating medium, which can be mineral oil-filled, liquid-filled with low-flammability synthetic insulators (silicone), or dry-type.

Mineral oil (derived from petroleum) and synthetic insulating liquids used in transformers have two main functions: to insulate, preventing the formation of an arc between two conductors that have a potential difference, and to cool, dissipating the heat generated by the operation of the equipment.

Dry-type transformers use air as both an insulating and cooling medium, and have insulation class B, class F, or class H.

Potential Transformers

Used to lower the voltage for the purpose of measuring electrical energy.

CURRENT TRANSFORMERS

A current transformer (CT) is an instrument transformer whose primary winding is connected in series with an electrical circuit and whose secondary winding is intended to supply current coils of electrical measuring, protection, or control instruments.

Images and some text extracted from Google.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo













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Subestação

Uma subestação (SE) pode ser definida como um conjunto de equipamentos de manobra e/ou transformação e ainda eventualmente de compensação de reativos usado para dirigir o fluxo de energia em sistema de potência e possibilitar a sua diversificação através de rotas alternativas, possuindo dispositivos de proteção capazes de detectar os diferentes tipos de faltas que ocorrem no sistema e de isolar os trechos onde estas faltas correm.

A classificação de uma subestação pode ser realizada conforme sua função, seu nível de tensão, seu tipo de instalação e sua forma de operação.

Classificação quanto à função

Subestação Transformadora: é aquela que converte a tensão de suprimento para um nível diferente, maior ou menor, sendo designada, respectivamente, subestação transformadora elevadora e subestação transformadora abaixadora. Geralmente, uma subestação transformadora próxima aos centros de geração é uma Subestação Transformadora Elevadora (eleva a tensão para níveis de transmissão e sub transmissão proporcionando um transporte econômico da energia elétrica).

Subestações no final de um sistema de transmissão, próximas aos centros de carga ou de suprimento a uma indústria, é uma Subestação Transformadora Abaixadora (diminuem os níveis de tensão), evitando inconvenientes para a população como rádio-interferência, campos magnéticos intensos e faixas de passagem muito largas.

Subestação Seccionadora, de Manobra ou de Chaveamento

É aquela que interliga circuitos de suprimento sob o mesmo nível de tensão, possibilitando a sua multiplicação. É também adotada para possibilitar o seccionamento de circuitos, permitindo sua energização em trechos sucessivos de menor comprimento.

Classificação quanto ao nível de tensão

Subestações de alta tensão (AT): são aquelas que têm tensão nominal abaixo de 230 kV;

Subestações de extra alta tensão (EAT): são aquelas que têm tensão nominal acima de 230 kV. É importante enfatizar que em subestações deste tipo são necessários estudos complementares considerando o Efeito Corona.

Classificação quanto ao seu tipo de instalação

Subestação a céu aberto

São construídas em locais amplos ao ar livre e requerem emprego de aparelhos e máquinas próprias para funcionamento em condições atmosféricas adversas (chuva, vento, poluição, etc.);

Subestação em interiores

São construídas em locais abrigados e os equipamentos são colocados no interior de construções não estando sujeitos a adversidades do tempo como as abertas;

Subestação blindada

Construídas em locais abrigados e os equipamentos são completamente protegidos e isolados em óleo, com material sólido lou em gás (ar comprimido ou SF6).

No caso das subestações blindadas podem ser destacadas algumas vantagens e desvantagens. As blindadas têm como vantagens o espaço reduzido (podendo chegar a até 10% de uma Subestação convencional), baixa manutenção e operação segura (inteiramente contidas em invólucros metálicos) e disponíveis em níveis de tensão de até 500kV. Mas possuem também certas desvantagens como a necessidade de pessoal com treinamento especializado e as operações de chaveamento e manobra não podem ser visualizadas (apenas supervisionadas por Indicadores luminosos).

Subestação de Energia Solar

Ver artigos Energia Solar e Solar Energy.

Classificação quanto à forma de operação

Subestação com operador: exige alto nível de treinamento de pessoal e uso de computadores na supervisão e operação local só se justifica para instalações de maior porte.

Subestação semi-automáticas

Possuem computadores locais ou Intertravamentos eletromecânicos que impedem operações indevidas por parte do operador local.

Subestação automatizada

São supervisionadas à distância por intermédio de computadores.

EQUIPAMENTOS DE TRANSFORMAÇÃO

Os equipamentos de transformação são os transformadores de potencia e os transformadores de instrumento – Transformadores de Potencial (TP), Capacitivos ou Indutivos e os Transformadores de Corrente (TC). Sem os transformadores seria praticamente impossível o aproveitamento econômico da energia elétrica, pois a partir deles é possível a transmissão em tensões cada vez mais altas, possibilitando grandes economias nas linhas de transmissão em trechos cada vez mais longos. Já os transformadores de instrumentos (TC’s e TP’s) têm a finalidade de reduzir a corrente e tensão, respectivamente, a níveis compatíveis com a tensão e corrente de trabalho dos medidores de energia elétrica.

TRANSFORMADORES DE TENSÃO

Os transformadores de tensão são classificados segundo o seu meio isolante, podendo ser a óleo mineral, a líquidos isolantes sintéticos pouco inflamáveis (silicone) e a seco.

O óleo mineral (derivado do petróleo) e os liquidos isolantes sintéticos usados em transformadores possuem duas funções principais: isolar, evitando a formação de arco entre dois condutores que apresentem uma diferença de potencial e resfriar, dissipando o calor originado pela operação do equipamento.

Os transformadores a seco utilizam o ar como meio isolante e refrigerante, possuindo isolamento classe B, classe F ou classe H.

TRANSFORMADORES DE POTENCIAL

Utilizados para baixar a tensão para fins de medição de energia elétrica.

TRANSFORMADORES DE CORRENTE.

O Transformador de Corrente (TC) é um transformador para instrumento cujo enrolamento primário é ligado em série a um circuito elétrico e cujo enrolamento secundário se destina a alimentar bobinas de correntes de instrumentos elétricos de medição e proteção ou controle.

Imagens e parte do texto extraídos do Google.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Orientação de Painel Solar

Category : Elétrica

Orientação de painel solar e posicionamento

Saiba um pouco mais sobre orientação de painel solar e posicionamento neste artigo. A energia solar fotovoltaica oferece muitas vantagens na geração de eletricidade. Não possui custos com combustíveis, tem fornecimento ilimitado e não apresenta problemas ambientais como transporte, armazenamento ou poluição. A energia solar está disponível em todos os lugares, até mesmo na Lua. Então, os painéis solares precisam de luz solar direta? Sim, se quisermos obter o máximo do nosso sistema fotovoltaico recém-instalado, pois não faz sentido instalar em locais escuros ou com sombras.

A orientação dos painéis solares direciona ou orienta um painel ou conjunto de painéis diretamente para a energia radiante do sol. Isso ocorre porque quanto maior a área da superfície exposta à luz solar direta, maior será a produção de energia do painel fotovoltaico.

O painel solar fotovoltaico estando perfeitamente alinhado para receber a energia do sol, ele ainda é um objeto fixo, preso a um telhado ou montado diretamente em uma estrutura. No caso de um painel solar, o sol não está em uma posição fixa e está constantemente mudando sua posição em relação à Terra, do amanhecer ao anoitecer, o que dificulta a orientação do painel solar.

O desafio para obter o máximo benefício da energia solar é garantir que um painel solar fotovoltaico, ou um conjunto fotovoltaico, esteja corretamente orientado e posicionado em relação à incidência direta da luz solar em todos os momentos do dia. Além da orientação do painel solar, o número de horas de luz solar que ele recebe por dia, bem como a intensidade ou brilho da luz solar, são fatores determinantes.

Quando o sol está mais baixo, durante os meses de inverno, a orientação dos painéis solares precisa ser mais vertical, pois a radiação solar atravessa uma camada mais espessa da atmosfera para chegar ao painel e, portanto, sua intensidade é reduzida pelo efeito de dispersão e absorção da atmosfera e das nuvens.

Nos meses de verão, quando o sol está mais brilhante e mais alto, a radiação solar é mais direta e mais forte, pois tem uma distância menor a percorrer através da atmosfera até a Terra, fazendo com que a orientação do painel solar seja mais horizontal.

Orientação do painel solar em azimute e zênite

Os módulos e painéis solares fotovoltaicos funcionam melhor quando a superfície absorvente está perpendicular aos raios solares incidentes. A posição do sol pode ser determinada usando dois ângulos, o azimute e o zênite , e o ângulo de orientação do painel solar depende desses dois valores.

Orientação do painel solar – Orientação azimutal

Azimute – é o ângulo da bússola em relação ao sol enquanto ele se move no céu de leste a oeste ao longo do dia. Geralmente, o azimute é calculado como um ângulo a partir do sul verdadeiro.

Ao meio-dia solar, que é definido como um ângulo azimutal de zero graus, portanto Azimute = 0⁰, o sol estará diretamente ao sul no hemisfério norte e diretamente ao norte no hemisfério sul.

Os ângulos azimutais solares a leste do sul são negativos, sendo que o leste apresenta um ângulo azimutal de 90⁰ negativo. Os ângulos azimutais solares a oeste do sul são positivos, sendo que o oeste apresenta um ângulo azimutal de 90⁰ positivo. O ângulo azimutal necessário para a orientação correta do painel solar varia com a latitude e a época do ano.


Zênite – Este é o ângulo do sol visto do nível do solo ou do horizonte. O ângulo zenital do sol varia ao longo do dia, descrevendo um arco, com o sol atingindo sua elevação máxima (também chamada de altitude solar) por volta do meio-dia. A elevação do sol é definida como 0⁰ ao nascer e pôr do sol, e 90° ao meio-dia, quando o sol está diretamente acima da cabeça.

No entanto, a elevação do sol ao meio-dia é diferente entre o solstício de verão e o solstício de inverno, representando os dias mais longos e mais curtos do ano, já que a trajetória do sol forma um arco no céu, representando a primavera ou o outono.

A elevação e o azimute solar ao longo de um ano inteiro podem ser plotados em um mapa solar. Um mapa solar permite localizar a posição do sol a qualquer hora do dia, em qualquer mês e em qualquer local, facilitando muito o alinhamento dos painéis solares.

Mapas solares ou diagramas da trajetória do sol pré-fabricados podem ser comprados, baixados da internet ou construídos em papel quadriculado para qualquer local na superfície da Terra, utilizando o mesmo princípio do relógio de sol no jardim.

Em um mapa solar, a escala zenital é geralmente representada por uma série de círculos concêntricos que se estendem verticalmente da esquerda para a direita, enquanto a escala azimutal é definida ao redor do perímetro do mapa. O ângulo azimutal é lido traçando uma régua do centro do mapa até a intersecção das linhas de trajetória da hora e da data desejadas e observando onde ela cruza o perímetro do mapa. Mapas diferentes são necessários para locais diferentes.

Orientação e inclinação do painel solar

A azimute solar é a direção horizontal do sol, medida como um ângulo em relação ao norte geográfico, geralmente no sentido horário. Além de se mover pelo céu (azimute solar), o Sol também se move para cima e para baixo (zênite solar) ao longo do ano, o que dificulta a orientação fixa dos painéis solares. Portanto, para a máxima conversão da luz solar em eletricidade, os painéis solares precisam ser instalados em um ângulo que os faça apontar diretamente para o Sol.

Dependendo de como o painel é montado, ele pode ser mantido em um ângulo permanente ou ajustado ao longo do ano para aproveitar ao máximo a energia solar. O ajuste de um sistema fotovoltaico com montagem fixa pode resultar em um aumento de 10% a 40% na produção de energia anual, fazendo uma diferença considerável no tempo de carregamento das baterias.

Orientação do painel solar

A orientação do painel solar refere-se à sua configuração de azimute . A maior parte da energia solar chega em linha reta. Um painel solar ou conjunto de painéis solares capta mais energia se estiver voltado diretamente para o sol, perpendicularmente à linha reta entre o local de instalação dos painéis e o sol.

Orientação azimutal do painel solar

O painel solar deve estar voltado para o equador terrestre (seja para o sul no hemisfério norte ou para o norte no hemisfério sul), de forma que durante o dia sua orientação permita captar a maior quantidade possível de radiação solar.

Existem diferentes maneiras de obter a orientação desejada para os painéis solares . Podemos simplesmente apontar o painel ou conjunto fotovoltaico para o sul ou para o norte usando uma bússola, encontrar o ângulo central entre as configurações de azimute de verão e inverno ou, com mais precisão, posicionar os painéis em relação ao meio-dia solar central.

O meio-dia solar refere-se à posição mais alta do sol no céu, enquanto ele descreve um arco de leste a oeste. O meio-dia solar é diferente do meio-dia (12 horas) ou do meio-dia em termos de tempo. Geralmente, o meio-dia solar ocorre entre 12 horas e 14 horas, dependendo da localização.

É muito importante, ao posicionar e alinhar um painel ou conjunto de painéis solares, garantir que nenhuma parte deles fique sombreada, pois precisamos de 100% de radiação solar em toda a área do painel. Verifique se os elementos ao redor do painel ou conjunto (árvores, edifícios, paredes, outros painéis, etc.) não projetam sombra sobre os painéis em nenhum horário do dia ou do ano.

Inclinação do painel solar

A inclinação do painel solar refere-se à nossa configuração de zênite ou elevação. Uma vez encontrada a melhor posição de azimute, o próximo parâmetro fundamental para produzir a maior quantidade de eletricidade solar é a elevação do painel fotovoltaico. A altura máxima que o sol atinge a cada dia varia, com o ângulo máximo do sol no dia do solstício de verão sendo de cerca de 62° e o ângulo mínimo no solstício de inverno de cerca de 15° .

Orientação zenital do Painel Solar

Para uma instalação de painel solar fixa, é preferível que os painéis fotovoltaicos sejam instalados com um ângulo de inclinação centralizado que represente o equinócio vernal ou o equinócio outonal.

No entanto, essa inclinação não é tão crítica em relação à orientação dos painéis solares, pois mesmo com um ângulo de inclinação de quase 45⁰ em relação aos raios solares, eles ainda receberão mais de 75% da energia por unidade de área de superfície em comparação com o alinhamento ideal.

Um desalinhamento de até 15⁰ para mais ou para menos faz pouca diferença na produção de um painel fotovoltaico. Idealmente, os painéis solares devem ser instalados em locais onde recebam a maior quantidade possível de luz solar, em média, ao longo do dia e do ano.

A orientação e a inclinação de um painel ou conjunto fotovoltaico fixo também podem ser otimizadas para um determinado mês ou estação do ano. Um sistema de energia solar pode ser projetado para produzir a potência máxima apenas nos meses de inverno, a fim de reduzir os custos de eletricidade nos horários de pico; portanto, o sistema deve ser instalado de forma que a orientação e a inclinação ideais dos painéis solares resultem na máxima produção de energia no inverno.

Um dos sistemas de energia solar fixo mais populares envolve a instalação de um painel fotovoltaico, ou um conjunto de painéis fotovoltaicos , diretamente em um telhado com inclinação acentuada voltado para o sul (ou norte), permitindo pouca margem para ajustes na orientação e inclinação dos painéis, embora a maioria dos suportes e estruturas de fixação permitam pequenos ajustes. Maximizar a produção de energia de um sistema de energia solar residencial é desejável tanto para aumentar a eficiência dos painéis solares quanto para reduzir o tempo de retorno do investimento.

A fim de maximizar a produção de energia dos painéis solares, precisamos mantê-los perfeitamente alinhados com o sol. Para isso, é necessário um sistema de rastreamento solar, e um painel ou conjunto fotovoltaico com essa capacidade produzirá, anualmente, de 25% a 30% mais energia do que um painel instalado em uma posição fixa no telhado. Além disso, o rastreamento solar pode reduzir a quantidade de painéis fotovoltaicos necessários, aumentando a eficiência de conversão.

O principal objetivo de um sistema fotovoltaico com rastreamento solar é acompanhar a posição do sol para obter, através da orientação do painel solar, a máxima radiação em qualquer momento, proporcionando a melhor orientação possível para o painel solar em todas as horas do dia.

Rastreador solar

Um sistema de rastreamento solar pode acompanhar o movimento do sol no céu, do nascer ao pôr do sol, criando uma produção de energia ideal por um período mais longo e também podendo se adaptar às mudanças sazonais na direção do sol.

O sistema ideal de rastreamento solar para um painel solar seria uma montagem equatorial motorizada, semelhante às utilizadas em telescópios sofisticados ou antenas parabólicas. Isso permitiria que o painel fotovoltaico acompanhasse a trajetória de rotação do Sol durante todo o dia, todos os dias do ano, garantindo a melhor orientação do painel solar possível e gerando a máxima potência de saída.

No entanto, sistemas de rastreamento motorizados tão grandes são impraticáveis ​​para a maioria das pessoas, pois o custo seria muito alto para painéis grandes ou conjuntos de múltiplos painéis. Além disso, os rastreadores solares não podem ser usados ​​em instalações no telhado, pois precisam ser montados no solo e ter espaço suficiente ao redor do painel para que ele possa girar. A melhor alternativa é um suporte com um único rolamento que permite que o painel seja orientado e inclinado manualmente ao longo do dia, se necessário.

Os rastreadores solares disponíveis comercialmente incluem o rastreamento de eixo único, que acompanha o movimento do sol durante cada dia, mantendo um ângulo de inclinação fixo e constante. Isso aumenta a radiação solar recebida em até 30% em comparação com a ausência de rastreamento.

Rastreamento de dois eixos

O rastreamento de dois eixos acompanha o movimento do sol no céu ao longo do dia, ajustando também o ângulo de inclinação do conjunto de painéis solares, com maior intensidade no inverno e menor no verão, para localizar com precisão a posição do sol no céu. O rastreamento de dois eixos aumenta a radiação solar recebida em até 38% em comparação com a ausência de rastreamento. Locais mais ensolarados se beneficiam mais do rastreamento de dois eixos.

Os painéis solares fotovoltaicos podem ser usados ​​individualmente no telhado ou nas paredes de um edifício, apontando diretamente para o sul ou oeste, dependendo da sua localização. Embora esse tipo de orientação de painel solar funcione bem para a maioria das aplicações em residências, para aumentar a eficiência e reduzir o período de retorno do investimento, o painel fotovoltaico precisa produzir a quantidade máxima de energia solar durante o máximo de tempo possível, aproveitando ao máximo a luz solar.

Embora não sejam baratos nem viáveis ​​para pequenas instalações de painéis fotovoltaicos, os rastreadores solares podem ser usados ​​para esse fim. Sua capacidade de acompanhar o movimento do sol no céu, permitindo que os painéis solares absorvam mais luz solar, muitas vezes resulta em uma redução no número de painéis solares necessários, compensando assim o custo inicial dos rastreadores.

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Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Solar Energy

Solar energy is a term that refers to energy derived from the sun’s light and heat. It is used through various constantly evolving technologies, such as solar heating, photovoltaic solar energy, solar thermal energy, solar architecture, and artificial photosynthesis.

SOLAR PLATE

Essential items for solar energy:

Planning;

Maintenance;

Security

Investing in solar energy goes far beyond simply installing solar panels on the roof. Without proper planning, the system may not deliver the expected performance or savings.

Some fundamental points:

✔️Technical and Economic Feasibility Analysis

Assessment of average monthly and seasonal energy consumption.

Study of energy tariffs and estimated payback period.

Analysis of local legislation (Technical Standards, concessionaire requirements, tax incentives).

✔️Correct System Sizing

Quantity of modules, inverters and accessories sized to meet demand.

Reserved capacity for potential future expansions.

Choosing the type of system (on-grid, off-grid, or hybrid).

Installation Site Study

Solar orientation (azimuth) and tilt of the modules.

Solar orientation (azimuth) and tilt of the modules.

Structural capacity of the roof or location where the panels will be fixed.

✔️Accessibility and Safety for Cleaning and Maintaining Solar Panels.

Project providing safe access to the roof (stairs, walkways, anchor points).

Minimum spacing between rows of modules for safe circulation during interventions.

Use of specific PPE during cleaning or inspections.

✔️Periodic Cleaning Plan

The recommended frequency varies depending on the region (in urban areas with high pollution or dust levels, it should be monthly or bimonthly).

Monitoring system performance to identify performance drops.

Cleaning should always be done with water and soft brushes, avoiding harsh chemicals that could damage the glass or the anti-reflective coatings on the modules.

✔️Monitoring and Preventive Maintenance

Periodic verification of inverter operation.

Inspection of cables, connections/connectors and structures to prevent mechanical damage or electrical hazards.
Analysis of generation reports to detect anomalies.

Without these precautions, the system may operate below its projected efficiency, increasing the payback period and even generating extra costs. Therefore, planning, maintenance, and safety go hand in hand for the success of any solar energy project.

Adolpho Electrician - Your Electrician in São Paulo

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Pressostato

Um pressostato é um dispositivo utilizado para monitorar e controlar a pressão de fluidos (ar, água, óleo, gases) em sistemas industriais, hidráulicos e pneumáticos. Ele abre ou fecha um circuito elétrico quando a pressão atinge um valor pré-ajustado, funcionando como um “interruptor de pressão”.

Princípio de funcionamento

O pressostato possui um sensor mecânico (diafragma, pistão ou fole) que se movimenta conforme a pressão varia.

Um mecanismo elétrico (contatos) liga ou desliga ao atingir a pressão ajustada.

Quando a pressão sobe até o valor máximo, o pressostato desliga o sistema, religando ao atingir o valor mínimo.

Isso evita sobrepressão ou pressões muito baixas no sistema.

Onde o pressostato é usado?

Compressores de ar

Bombas hidráulicas

Sistemas de água residenciais

Sistemas de refrigeração e ar-condicionado (HVAC)

Caldeiras e autoclaves

Equipamentos de codificação industrial (controle de ar para válvulas e cabeças de impressão)

Tipos de pressostatos

Mecânico: o mais comum; utiliza mola e diafragma

.

Digital/eletrônico: mais preciso, com display e sensores eletrônicos.

De alta/baixa pressão: dependendo da aplicação.

Função principal

Proteger e controlar o sistema ao manter a pressão dentro da faixa ideal.

Evita danos, economia de energia e aumenta a vida útil dos equipamentos.

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Mufla Primária

A mufla é uma terminação para cabos elétricos. É o dispositivo que serve para isolar um cabeamento condutor de eletricidade quando este é conectado a:

  1. outro condutor;
  2. um equipamento, como um transformador, por exemplo;
  3. um barramento elétrico (tira grossa de cobre ou alumínio que serve para conduzir a eletricidade dentro de um quadro de distribuição de energia).

Logo, as muflas elétricas são utilizadas para conectar ou finalizar cabos alimentadores de energia, sejam eles de alta, média ou baixa tensão.

São muito utilizadas para a transição da rede de energia elétrica aérea para a subterrânea, ou vice-versa.

Aplicadas em Entradas Primárias e nas Redes de Distribuição Primária das Concessionárias nas saídas de Subestação, onde existe a conversão da rede subterrânea para a aérea. Muitas vezes é necessário converter parte da rede aérea em subterrânea devido a construção de viadutos, passarelas, cruzamento com ferrovias, entre outros.

Normas e Requisitos

As principais Normas e Requisitos que se aplicam à mufla primária são:

  • ABNT.NBR.14039: Norma Brasileira Regulamentada para “Instalações Elétricas de Média Tensão de 1,0 kV a 36,2 kV”. Ela estabelece os requisitos mínimos para a concepção, execução, inspeção e manutenção de subestações de entrada de energia e instalações de média tensão, o que inclui a correta instalação e especificação de muflas (terminações).
  • Normas da Concessionária Local: Devido à falta de uma padronização nacional completa, cada concessionária de energia possui seus próprios Padrões Técnicos e Normas Técnicas de homologação de muflas e instalações em tensão primária. O uso da mufla deve estar em conformidade com essas Normas Técnicas para que a instalação seja aprovada para ligação.
  • NR-10: A Norma Regulamentadora 10 do MTE – Ministério do Trabalho e Emprego, trata da Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade em Baixa Tensão. Ela define os requisitos de segurança para os profissionais que trabalham direta ou indiretamente com as Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Os profissionais que irão atuar com muflas – Média Tensão, deverão cursar o Módulo II da NR10 – SEP – Sistema Elétrico de Potência, a fim de atuar com montagem e manutenção de muflas em redes de Média Tensão.
  • Normas de Produto (Fabricante): As muflas devem seguir as especificações técnicas do fabricante e, muitas vezes, os kits de montagem vêm com instruções detalhadas e produtos específicos para limpeza (como álcool isopropílico ou benzina) que devem ser seguidos rigorosamente para garantir a performance e a segurança da terminação. 

Devem ser observados na Instalação

A instalação da mufla é crítica e envolve procedimentos específicos para garantir o isolamento e a segurança, como: 

  • Limpeza e Preparação: A remoção correta da camada semicondutora do cabo e a limpeza da superfície de isolamento com produtos indicados (evitando álcool gel, por exemplo, que pode causar problemas) são cruciais.
  • Uso de EPIs: O profissional deve utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) apropriados, conforme a NR-10 e SEP, durante o manuseio e a instalação, para evitar acidentes de trabalho e contaminação do material.
  • Distância de Escoamento: As muflas devem ter uma distância de escoamento fase-terra adequada, especificada nas Normas Técnicas, para evitar falhas de isolamento na superfície externa. 
  • A fim de garantir a conformidade na instalação de uma mufla primária, é imprescindível seguir as diretrizes da ABNT.NBR.14039 e, principalmente, as Normas Técnicas específicas da concessionária que atende a localidade, nunca se esquecendo de trabalhar de acordo com a NR10, SEP, NR35 e demais Normas de Segurança no Trabalho que se fizerem necessárias.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo.


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Sistema Elétrico Automotivo

Category : Elétrica

O Sistema Elétrico Automotivo é responsável por alimentar todos os componentes elétricos e eletrônicos de um veículo. É composto, principalmente, pela bateria e pelo alternador, além de mimquase um quilometro de condutores e dos dependentes elétricos. Entre os principais circuitos de um veículo estão o circuito de ignição, de arranque e de carga da bateria. Kkkkkkk

O Sistema Elétrico Automotivo, possui diversas funções de acordo com seus consumidores.

Circuito de Ignição: é responsável por mandar a faísca para a câmara de combustão no momento ideal, fazendo o motor girar.
Circuito de Partida: sua principal função é possibilitar a partida do motor a combustão.
Circuito de Carga: sua função é alimentar os consumidores do circuito de ignição e injeção depois de ser dada a partida do motor. Alimenta os consumidores elétricos de bordo e recarrega a bateria.
O veículo possui diversos componentes elétricos e eletrônicos em funcionamento (alguns indispensáveis), cabe ao sistema elétrico automotivo suprir toda a demanda desses consumidores. Se em algum momento a corrente total dos consumidores elétricos for maior que a corrente fornecida pelo alternador, a bateria inevitavelmente será descarregada.

Quais Os Tipos De Consumidores De Um Sistema Elétrico Automotivo?

Em um Sistema Elétrico Automotivo existem diversos tipos de consumidores elétricos, um dos motivos pelo qual existe grande preocupação com o balanço de cargas em todo o sistema. Alguns consumidores devem funcionar continuamente e outros por longo ou curto período de tempo.

Os principais tipos de consumidores de um sistema elétrico automotivo são:

Consumidores Contínuos
Os Consumidores Contínuos não podem, de forma alguma, parar de receber corrente elétrica do circuito de carga (alternador ou da bateria), pois estão totalmente ligados ao funcionamento do motor. Exemplo: os sistemas de injeção e ignição eletrônica, sem a corrente elétrica, param de funcionar completamente e o motor desta forma, não irá funcionar.

Consumidores De Longa Duração
Os Consumidores De Longa Duração são consumidores elétricos que possuem um consumo elevado de potência, como os faróis que mesmo estando em luz baixa, consomem algo em torno de 110W da bateria e ficam um longo período de tempo acionados. O sistema de ar condicionado consome em torno de 130W e sabemos que atualmente é praticamente indispensável. Além dos faróis e ar condicionado, podemos destacar o desembaçador do vidro e também o rádio.

Consumidores De Curta Duração
Os Consumidores De Curta Duração geralmente consomem menos de 50W e permanecem muito menos tempo ativados. Exemplo: os vidros elétricos, luz de freio, acendedor de cigarros, buzina e outros.

Sistema Elétrico Eletrônico
Serviços de Reparos e Manutenções Do Sistema Elétrico consistem em restaurar o bom estado de funcionamento do Sistema Elétrico e Eletrônico do automóvel.

Principais Componentes De Um Sistema Elétrico
O Sistema Elétrico e Eletrônico de um veículo conta com vários componentes que tem como principal objetivo, alimentar com energia todos os componentes elétricos carro.

Os principais componentes do Sistema Elétrico Automotivo são:

  • Bateria: Armazena a energia elétrica e a fornece para dar a partida no motor e para todos os sistemas quando o veículo está desligado.
  • Alternador: Gera energia elétrica enquanto o motor está funcionando para recarregar a bateria e alimentar todos os componentes elétricos do veículo.
  • Motor de Partida: Usa a energia da bateria para girar o motor a combustão até que ele funcione sozinho.
  • Circuito de Ignição: Responsável por gerar a faísca nas velas no momento ideal para iniciar a combustão do combustível.
  • Circuito de Carga: Após a partida, este circuito energiza os sistemas essenciais, como injeção e ignição, além de faróis e ar-condicionado, e ao mesmo tempo recarrega a bateria através do alternador.
  • Condutores: Estima-se que um veículo tenha cerca de um quilômetro de cabos e fios que conduzem a eletricidade entre todos os componentes do sistema elétrico. 

Fonte: Google

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Estação Solarimétrica

Uma estação solarimétrica é um conjunto de instrumentos que mede e registra parâmetros relacionados à radiação solar e outras variáveis meteorológicas, sendo essencial para o desenvolvimento de projetos de energia solar e estudos de viabilidade. Essas estações são projetadas para monitorar a irradiação solar global, direta e difusa, além de temperatura, umidade, velocidade e direção do vento, e precipitação. 

O que é medido?

Uma estação solarimétrica pode medir diversos parâmetros, incluindo: 

  • Radiação Solar:Irradiação global horizontal (GHI), irradiação refletida no solo (GRI), irradiação horizontal difusa (DHI), irradiação no plano dos módulos (POA) e radiação direta (DNI). 
  • Variáveis Meteorológicas:Temperatura do ar, umidade relativa do ar, velocidade e direção do vento, e precipitação (pluviometria). 
  • Outros Parâmetros:Temperatura da superfície dos módulos fotovoltaicos e sujidade (soiling). 

Importância em Projetos de Energia Solar

  • Estudos de Viabilidade: Permitem avaliar o potencial de geração de energia solar de um local onde será construída uma Estação Solarimétrica, auxiliando na escolha da localização e projeto de usinas fotovoltaicas. 
  • Monitoramento de Desempenho: Monitoram o desempenho de usinas solares fotovoltaicas, fornecendo dados para o cálculo da relação de desempenho (PR – Performance Ratio). 
  • Leilões de Energia: Em alguns casos, a medição com estação solarimétrica EPE – Empresa de Pesquisa Energética, é um pré-requisito para participar de leilões de energia solar. 
  • Otimização: Fornecem dados para otimizar o projeto da Estação Solarimétrica e operação de sistemas solares, maximizando a eficiência energética. 

Estação Solarimétrica EPE

  • A estação solarimétrica EPE é um padrão estabelecido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para medições em projetos de usinas solares de grande porte. 
  • Ela segue a norma EPE-DEE-RE-065/2013-R7 e inclui medições de irradiação global horizontal, temperatura, umidade, velocidade do vento e direção. 
  • É um pré-requisito para solicitar o cadastramento e habilitação técnica para participação nos leilões de energia elétrica. 

Instrumentos Comuns

  • Piranômetros: Medem a irradiação global (radiação solar total).
  • Anemômetros: Medem a velocidade e direção do vento.
  • Termômetros e Higrômetros: Medem temperatura e umidade do ar.
  • Pluviômetros: Medem a quantidade de chuva.
  • Albedômetros: Medem a refletância da superfície.
  • Sensores de Temperatura de Módulo: Medem a temperatura dos painéis solares.
  • Sensores de Soiling (sujidade): Medem a quantidade de sujeira que se acumula nos painéis. 

Aplicações

  • Usinas Solares: Monitoramento e otimização de usinas fotovoltaicas. 
  • Pesquisa e Desenvolvimento: Estudos de viabilidade e pesquisa em energia solar. 
  • Geração Distribuída: Monitoramento de sistemas solares em telhados e outras aplicações de menor escala. 
Estação Solarimétrica

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Energia Solar

Energia solar é um termo que se refere à energia proveniente da luz e do calor do Sol. É utilizada por meio de diferentes tecnologias em constante evolução, como o aquecimento solar, a energia solar fotovoltaica, a energia heliotérmica, a arquitetura solar e a fotossíntese artificial.

☀️ PLACA SOLAR ☀️

👀 Itens essenciais para Energia Solar:

       👉 Planejamento;

       👉 Manutenção;

       👉 Segurança

Investir em energia solar vai muito além de instalar placa solar no telhado. Sem planejamento adequado, o sistema pode não entregar o desempenho ou a economia esperados.

Alguns pontos fundamentais:

✅ Análise de Viabilidade Técnica e Econômica

Avaliação do consumo energético médio mensal e sazonal.

Estudo da tarifa de energia e do payback estimado.

Análise da legislação local (Normas Técnicas, exigências de concessionárias, incentivos fiscais).

✅ Dimensionamento Correto do Sistema

Quantidade de módulos, inversores e acessórios dimensionados à demanda.

Reserva de capacidade para eventuais ampliações futuras.

Escolha do tipo de sistema (on-grid, off-grid ou híbrido).

On grid

Off grid

Híbrido

✅ Estudo do Local de Instalação

Orientação solar (azimute) e inclinação dos módulos

Azimute

Orientação solar (azimute) e inclinação dos módulos

Sombra

Capacidade estrutural do telhado ou local onde serão fixados os painéis

Estrutura do telhado

✅ Acessibilidade e Segurança para Limpeza e Manutenção das placas solares.

Projeto prevendo acesso seguro ao telhado (escadas, passarelas, pontos de ancoragem).

Espaçamento mínimo entre fileiras de módulos para circulação segura durante intervenções.

Uso de EPIs específicos durante limpeza ou inspeções.

✅ Plano de Limpeza Periódica

Frequência recomendada varia conforme região (em locais urbanos com poluição ou poeira elevada, deve ser mensal ou bimestral).

Monitoramento da performance do sistema para identificar queda de rendimento.

Limpeza sempre feita com água e escovas macias, evitando produtos químicos agressivos que danifiquem o vidro ou as camadas antirreflexo dos módulos.

✅ Monitoramento e Manutenção Preventiva

Verificação periódica do funcionamento dos inversores.

Inspeção de cabos, conexões/conectores e estruturas para evitar danos mecânicos ou riscos elétricos.

Análise dos relatórios de geração para detectar anomalias.

Sem esses cuidados, o sistema pode operar abaixo do rendimento projetado, aumentando o tempo de retorno do investimento e até gerar custos extras. Portanto, planejamento, manutenção e segurança caminham juntos no sucesso de qualquer projeto de energia solar.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo

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Identificação de Fluídos

A identificação de fluidos em tubulações industriais é feita principalmente através da norma técnica ABNT NBR 6493, que estabelece um sistema de cores para facilitar a identificação do conteúdo das tubulações e garantir a segurança dos trabalhadores. Além da NBR 6493, outras normas e regulamentos podem ser aplicados dependendo do tipo de fluido e do setor de atuação. 

Normas Técnicas:

  • ABNT NBR 6493:Define as cores que devem ser utilizadas para identificar o tipo de fluido ou material transportado em tubulações industriais. Essa norma visa evitar acidentes e facilitar a identificação do conteúdo das tubulações, como vapor, água, produtos químicos, gases, etc. 
  • ABNT NBR 7195:Trata das cores de segurança em geral, incluindo sinalização e identificação de equipamentos e áreas de risco, o que pode complementar a identificação de fluidos em algumas situações. 
  • ABNT NBR 7500:Especifica os requisitos para a sinalização de produtos perigosos durante o transporte, incluindo rótulos de risco e painéis de segurança. 
  • ABNT NBR 14725:Trata do Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) para a classificação e rotulagem de produtos químicos, o que também pode ser relevante para a identificação de fluidos em alguns casos. 
  • Normas específicas da ANP:A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) possui normas e regulamentos específicos para a identificação de fluidos em terminais de petróleo e combustíveis líquidos, como a Resolução ANP nº 882/2022, que trata da comunicação de incidentes e acidentes, e a Resolução ANP nº 907/2022, que trata da adição de corante no etanol. 

Cores e seus significados (NBR 6493):

  • Branco: Vapor.
  • Vermelho: Sistema de combate a incêndio.
  • Amarelo: Gases não liquefeitos (ex: GLP).
  • Verde: Água.
  • Azul: Produtos sob pressão (ex: ar comprimido).
  • Cinza Claro: Vácuo.
  • Cinza Escuro: Eletrodutos.
  • Laranja: Ácidos.
  • Marrom: Materiais fragmentados (ex: petróleo bruto).
  • Preto: Eletroduto.
  • Alumínio: Gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (ex: diesel, gasolina).
  • Lilás: Álcalis e lixívias (ex: água sanitária). 

É importante ressaltar que as cores podem ser utilizadas em faixas na tubulação ou em toda a sua extensão, e que em alguns casos pode ser necessário utilizar cores adicionais para identificar um maior número de produtos. Além das cores, outras formas de identificação, como legendas, setas direcionais e marcadores, também podem ser utilizadas para complementar a identificação das tubulações. 

Ao lidar com produtos químicos perigosos, é fundamental consultar as Normas e Regulamentos específicos do setor e seguir as orientações do fabricante para garantir a segurança na identificação e manuseio desses produtos.

Em hospitais, o sistema de cores nas tubulações segue padrões para identificar o tipo de fluido ou gás que está sendo transportado, garantindo a segurança e eficiência dos procedimentos médicos. 

As cores mais comuns incluem

Gases Medicinais

  • Amarelo: Ar medicinal (ar comprimido).
  • Cinza: Vácuo clínico.
  • Verde: Oxigênio.
  • Rosa: Vácuo (aspiração). 

Outros Fluidos

  • Vermelho: Água para combate a incêndio.
  • Verde: Água (exceto para combate a incêndio).
  • Azul: Ar comprimido (não medicinal).
  • Branco: Vapor. 

Importante: As cores podem variar ligeiramente dependendo do padrão utilizado (por exemplo, NBR 6493 ou ISO 14726). É fundamental consultar as Normas específicas da instituição para garantir a correta interpretação das cores. 

A Norma Brasileira ABNT NBR 8421 estabelece as cores para identificação de tubulações em embarcações. 

Além disso, a Norma NBR 6493 trata do emprego de cores para identificação de tubulações industriais, o que pode ser relevante em algumas aplicações navais. 

A Norma ISO 14726 também é importante para a identificação de cores em tubulações navais. 

Norma ABNT NBR 8421

  • Esta Norma define as cores para identificação de tubulações em embarcações, auxiliando na segurança e na identificação rápida do conteúdo da tubulação.
  • As cores são usadas para indicar o tipo de fluido ou substância transportada pela tubulação, facilitando o trabalho de manutenção e inspeção. 

Norma ABNT NBR 6493

  • Embora seja voltada para tubulações industriais, a NBR 6493 pode ser aplicada em algumas situações navais onde a identificação de tubulações é necessária.
  • A Norma define cores para diferentes tipos de fluidos e materiais transportados por tubulações, garantindo a segurança e a eficiência das operações.
  • A ISO 14726 é uma Norma Internacional que estabelece um sistema de cores para tubulações navais, abrangendo uma variedade de fluidos e sistemas.
  • As cores definidas na ISO 14726 auxiliam na identificação rápida e segura do conteúdo das tubulações a bordo de embarcações, incluindo água doce, águas oleosas, ar comprimido, entre outros. 

Outras considerações

  • Além das Normas Técnicas, a Marinha do Brasil e outras Organizações podem ter Regulamentos específicos sobre cores para uniformes e equipamentos navais. 
  • É importante verificar as Normas e Regulamentos aplicáveis ao tipo específico de embarcação e aplicação. 
  • Em geral, cores como laranja e amarelo são usadas para aumentar a visibilidade de embarcações e facilitar sua localização em caso de emergência. 
  • Cores como branco, azul e preto podem ser usadas em máscaras faciais, e cores como azul e dourado são usadas em uniformes de oficiais e guardas-marinha. 

É importante consultar as Normas e Regulamentos específicos para garantir a correta aplicação das cores em cada situação. 

Adolpho Eletricista – Eletricista em São Paulo


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Teoria do Cavalo Morto

A Teoria do Cavalo Morto é uma metáfora utilizada no mundo corporativo para ilustrar a ineficácia de continuar investindo tempo, recursos e esforços em projetos, ideias ou estratégias que já demonstraram não funcionar ou que não têm mais potencial de sucesso.

Teoria do Cavalo Morto

Vamos explorar essa teoria de maneira mais detalhada

Origem da Metáfora

A expressão “Cavalo Morto” refere-se à ideia de que, se um cavalo está morto, não adianta continuar tentando fazê-lo andar ou investir energia para ressuscitá-lo. Isso é um alerta sobre a tendência humana de insistir em algo que já falhou.

Aplicações no Mundo Corporativo

Projetos Falidos: Muitas empresas se encontram em situações onde continuam investindo em projetos que não apresentam resultados positivos. A Teoria do Cavalo Morto sugere que é hora de reconhecer a falha e redirecionar os recursos para iniciativas mais promissoras.

Resistência à Mudança: A metáfora também se aplica quando as organizações resistem a mudanças necessárias, insistindo em métodos ultrapassados ou estratégias que já não são eficazes.

Avaliação de Desempenho: A teoria incentiva as empresas a fazerem avaliações regulares do desempenho de suas iniciativas e a serem honestas sobre o que não está funcionando.

Como Aplicar a Teoria

Análise Crítica: As empresas devem promover uma cultura de análise crítica, onde os colaboradores podem discutir abertamente o desempenho dos projetos sem medo de represálias.

Tomada de Decisão Baseada em Dados: Utilizar dados e métricas para avaliar o sucesso ou fracasso de iniciativas é fundamental. Se os dados mostram que algo não está funcionando, é hora de reconsiderar.

Foco em Inovação: Ao invés de insistir em algo que já falhou, as empresas devem estar abertas à inovação e buscar novas oportunidades. Benefícios: Adotar essa abordagem pode levar a uma utilização mais eficiente dos recursos da empresa, maior agilidade na tomada de decisões e uma cultura organizacional mais adaptável às mudanças do mercado.

Conclusão

A Teoria do Cavalo Morto serve como um lembrete poderoso sobre a importância da avaliação crítica das iniciativas corporativas. Reconhecer quando é hora de desistir pode abrir espaço para novas ideias e oportunidades mais promissoras.

Colaboração de Eduardo Lioi.


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Parafusos 🔩 para Instalações Elétricas


Escolha do Parafuso 🔩 Ideal em Instalações Elétricas Expostas: Inox ou Bicromatizado?

Em projetos elétricos, a atenção costuma se concentrar em condutores, dispositivos de proteção e equipamentos de manobra. No entanto, um detalhe muitas vezes negligenciado pode comprometer toda a integridade do sistema ao longo do tempo: o tipo de parafuso 🔩 utilizado nas fixações.

Essa escolha, aparentemente simples, ganha importância crítica em instalações expostas ao tempo, como:

  • Áreas externas,
  • Ambientes industriais úmidos,
  • Regiões litorâneas com maresia,
  • Locais sujeitos a lavagens ou respingos frequentes (como cozinhas industriais, estacionamentos, calçadas, varandas técnicas, etc.).

O Problema da Corrosão

Em tais condições, a oxidação é um inimigo silencioso. A ferrugem nos parafusos 🔩:

  • Enfraquece a fixação mecânica, comprometendo a estrutura;
  • Afeta a continuidade elétrica, especialmente em conexões de aterramento;
  • Pode dificultar manutenções futuras, já que parafusos 🔩 corroídos emperram ou quebram ao serem removidos.

Portanto, a escolha correta do tipo de parafuso 🔩 não é apenas estética ou econômica — é uma questão de durabilidade e segurança.

Comparando as opções mais comuns de 🔩


🔩 Parafusos Comuns (Aço carbono)

  • Baixo custo inicial, mas…
  • Altamente suscetíveis à corrosão.
  • Inadequados para uso externo ou em áreas úmidas.
  • Devem ser evitados sempre que houver risco de exposição.

🔩 Parafusos de Aço Inoxidável (Inox)

  • Altíssima resistência à corrosão, mesmo sob chuva direta ou maresia.
  • Não perdem sua integridade nem formam ferrugem visível.
  • Garantem confiabilidade elétrica e mecânica a longo prazo.

Recomendados para:

  • Fixação de barramentos de aterramento,
  • Estrutura de quadros externos,
  • Eletrodutos e calhas metálicas em fachadas,
  • Caixas de passagem ao relento.

Tipos mais usados:

  • Inox A2 (304): resistente à maioria das condições urbanas e industriais.
  • Inox A4 (316): ideal para ambientes extremamente agressivos, como áreas marítimas.

🔩 Parafusos Bicromatizados

Aço carbono com revestimento de zinco + cromo (camada protetiva).

  • Melhor resistência à corrosão do que o parafuso 🔩 comum.
  • Boa opção para áreas internas com umidade leve ou protegidas da chuva.
  • Não recomendados para exposição direta ou ambientes agressivos, pois o revestimento se desgasta com o tempo.

Conclusão Técnica

Em instalações elétricas sujeitas à umidade, intempéries ou exposição constante, o uso de parafusos 🔩 de inox é altamente recomendável.
Eles oferecem:

  • Maior vida útil,
  • Confiabilidade nas conexões,
  • Menor necessidade de manutenção.

Mesmo que o custo inicial seja mais alto, o benefício a longo prazo compensa amplamente, evitando retrabalhos, oxidações e falhas em sistemas críticos.


Dica Final

Ao especificar os materiais de uma instalação elétrica, não negligencie os parafusos 🔩.

Lembre-se:
👉 “Um bom aterramento começa com um bom parafuso 🔩.”


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A Energia do Conhecimento

Category : Elétrica

Do real ao imaginário

A eletricidade, como o conhecimento, é uma força invisível, mas palpável, que percorre os circuitos do nosso entendimento. Quando nos dedicamos ao estudo, é como se o fio da curiosidade fosse ligado, e a corrente da adrenalina começa a fluir em nosso interior. Como a luz que ilumina uma sala, a compreensão do que antes era obscuro começa a clarear, revelando os detalhes que antes estavam na penumbra do desconhecimento. O aprendizado, como a eletricidade, tem a capacidade de nos transformar: de ser invisível e misterioso, a um fluxo constante e vibrante que nos atravessa e nos conecta ao mundo.

Cada conceito estudado é como um resistor, que, ao ser entendido, permite que a energia flua com mais intensidade. Quando dominamos um tema, o circuito do conhecimento se fecha, e a tensão, antes contida, se libera em uma explosão de compreensão. Nos momentos de dúvida, como a corrente em curto, a mente pode se sentir sobrecarregada, mas, quando se restabelece a conexão, a energia flui novamente – e com ela, a sensação de clareza e poder.

No aprendizado da elétrica, o processo é como um transformador:

vamos absorvendo os conceitos e os ajustando, amplificando nossa capacidade de entender o complexo a partir do simples. A realidade, então, é transformada em algo mais fluido, mais dinâmico, onde a linha entre o real e o imaginário se desfaz. O elétron do pensamento, antes disperso, agora se organiza, e o que parecia ser apenas teórico ganha substância, tornando-se parte do nosso ser.

Mas, como toda eletricidade,

o conhecimento também possui sua natureza dual. Ele pode ser tanto uma chama quente que acende a paixão e a curiosidade, quanto uma corrente fria que nos desafia e nos provoca. Essa tensão constante entre o fácil e o difícil é o que mantém a chama do aprendizado viva, e é nessa dança de energias opostas que se encontra a verdadeira compreensão.

Assim, enquanto nos dedicamos a compreender as leis da física, dos circuitos e das correntes elétricas, estamos na verdade desvendando as leis do próprio processo de aprender: uma jornada onde o que antes era apenas uma faísca, pode se tornar um raio de entendimento, iluminando tudo ao nosso redor. Quando conseguimos traduzir a teoria em prática, quando conectamos as ideias como fios de um circuito, o aprendizado deixa de ser uma ideia abstrata, e se torna a força vibrante que move nosso pensamento, nosso ser, nossa própria existência.

Porque, no final, se não for real, está no imaginário. E no imaginário, o aprendizado

ainda é uma potência latente, esperando para ser desencadeada. Porém, ao conectar-se com a realidade, como a eletricidade ao fio, a potencialidade se transforma em ação, e o complexo se desintegra, revelando sua beleza simples. E a partir dessa simplicidade, criamos nossa própria energia – que, ao fluir por nossos pensamentos, ilumina o mundo ao nosso redor.

Do retângulo ao polar, ousemos na forma de nos expressar, pois além de aprender se torna ainda mais prazeroso ensinar.

Onde nos damos conta de que nessa impedância da vida, o real e o imaginário andam de mãos dadas

Forte abraço nobres colegas!


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Crescimento Energético no Brasil

Category : Elétrica

Vamos fazer uma pequena análise sobre o crescimento energético no Brasil.

É importante refletirmos sobre as mudanças que ocorreram na demanda de energia elétrica ao longo das décadas. No passado, embora muitos aparelhos consumissem mais energia do que os modelos atuais, a quantidade de dispositivos presentes nas residências era muito menor, especialmente considerando o número de habitantes por domicílio. Muitos dos equipamentos que usamos hoje sequer existiam naquela época.

Por exemplo, o chuveiro elétrico, que historicamente foi considerado o grande vilão do consumo de energia, é uma realidade mais presente nas regiões Centro-Sul e Sudeste do Brasil.

Região Centro-Sul

Em contrapartida, nas regiões Norte e Nordeste, o chuveiro elétrico é pouco utilizado, pois o clima quente durante o ano todo torna desnecessário o aquecimento da água. Mesmo nas regiões onde o chuveiro é comum, as potências não eram tão altas quanto as de hoje. Naquela época, a maioria dos chuveiros tinha potências de 4400W, e apenas alguns modelos chegavam a 5500W. Não havia modelos com potências maiores, como temos atualmente.

Em muitas residências, a tensão de fornecimento das Concessionárias era por volta de 103 volts devido à queda de tensão e ao Sistema Elétrico de Potência deficitário, obrigando os clientes a utilizarem estabilizadores de tensão residenciais.

Estabilizador de Tensão – década de 70

Outro ponto importante: as televisões, embora grandes consumidoras de energia, eram um item menos acessível à maioria da população. Além disso, as lâmpadas incandescentes, conhecidas por seu alto consumo de energia, estavam presentes nas residências, mas devido ao tamanho das casas e à quantidade de lâmpadas utilizadas, o impacto no consumo não era tão grande.

Nos dias atuais, a introdução da tecnologia LED trouxe uma revolução no consumo de energia, permitindo uma eficiência muito maior.

Lâmpada LED

No entanto, apesar de algumas cargas atuais serem mais econômicas em relação aos modelos antigos, o volume de aparelhos em funcionamento nas residências, em função do aumento populacional, trouxe novos desafios para a rede elétrica. Problemas como harmônicas,

Harmônicas

afundamento de tensão e interferência eletromagnética, que antes eram praticamente inexistentes, tornaram-se mais evidentes devido ao grande número de dispositivos conectados e em uso simultâneo.

Com a chegada das lâmpadas fluorescentes,

Lâmpadas Fluorescente Tubular

que inicialmente eram caras, mas com o tempo se popularizaram, a situação se complicou ainda mais. Apesar de seu custo-benefício no consumo de energia, elas também geraram impactos na qualidade da energia elétrica, devido à “sujeira” que introduziam na rede, como distúrbios harmônicos.

Transientes

Ao longo do tempo, o aumento da população e a consequente demanda por produtos, incluindo aparelhos eletroeletrônicos, alimentos e outros itens, elevaram consideravelmente o consumo de energia. Isso exigiu não só mais investimentos na infraestrutura elétrica, mas também uma maior capacitação dos profissionais da áreaEquipe de Linha Viva

Equipe de Linha Viva

Portanto, apesar de muitos equipamentos atuais serem mais econômicos em comparação com os antigos, a quantidade de dispositivos, a diversidade de tecnologias e os problemas decorrentes dessa evolução geram uma demanda mais complexa para o sistema elétrico, que precisa ser monitorada e aprimorada constantemente.

Centro de Operação da Distribuição

Em resumo, não podemos afirmar que a elétrica de antigamente era mais fácil ou mais difícil, mas certamente, assim como hoje, sempre exigiu conhecimento e um alto nível de aperfeiçoamento dos profissionais da área.

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Localizando uma Fuga Corrente

Um parceiro de trabalho se deparou com uma fuga de corrente em um torno CNC.

Foi acionado por um cliente pois a máquina estava “dando choque” na carcaça.

A princípio a suspeita era de Eletricidade Estática. Depois de algumas medições descartou-se essa hipótese e verificou se o problema não estava com o motor – talvez uma bobina danificada.

Todos os testes possíveis e imagináveis foram feitos, sem sucesso.

Após isso, ao medir a corrente do condutor de aterramento, verificou-se que estava em 49.2 A.

Isso mesmo! 49,2 A de fuga de corrente ! Você não leu errado.

Conversando, chegamos à conclusão que uma corrente de fuga desse porte jamais poderia ser Eletricidade Estática. Isso é corrente de fase! Deve haver uma fase encostando na carcaça da máquina ou o eletricista anterior, quando fincou a haste no chão, acertou algum condutor subterrâneo, hipótese improvável pois 100% da rede elétrica do imóvel é aérea, em isolador roldana e eletrocalha.

Ponto de terra centelhando

Encontrou-se um ponto de aterramento que centelhava devido à alta corrente de fuga.

Decorrido algum tempo, encontramos um transformador 220/380V trifásico, onde alguém encontrou um ponto para derivar o neutro e o aterramento.

Aterramento Conectado ao Trafo

Achou! Quem mexeu anteriormente (a 2 ou 3 anos) na instalação, aterrou uma fase.

Haviam pelo menos cinco tornos CNC aterrados nesse circuito, construído com fio 2.5 mm². Ao ser percorrido pela corrente de 49.2 A começou a deteriorar, sendo que apenas o torno em evidência estava aterrado no circuito, os demais ficaram isolados. Devido a isso somente este torno dava choque na carcaça.

Após desenergizar o QDG, desligou-se a conexão de neutro e terra do terminal do transformador e a corrente de fuga sumiu.

Se considerarmos que a indústria trabalhe 8 horas por dia e 22 dias por mês, teremos uma economia estimada de 1905 kW/h por mês.

Fica o alerta de que nossa responsabilidade ao executar serviços em Eletricidade é muito grande. Um erro nosso em uma instalação elétrica pode custar a vida de uma pessoa.

Ação proposta ao cliente: refazer o circuito de aterramento com condutores elétricos apropriados bem como a malha de aterramento, fincando maior número de hastes e medição do valor ôhmico até chegar ao ideal.

Adolpho Eletricista


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O Coração da Baixada Santista

O CORAÇÃO DA BAIXADA SANTISTA

Usina Hidrelétrica Henry Borden, localizada no sopé da Serra do Mar, na Vila Light, em Cubatão – SP.

Usina Henry Borden

Desde o fim do Século XIX, a canadense Light cuidava da iluminação e fornecimento de energia dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Tudo transcorria às mil maravilhas para a empresa quando em 1924 ocorreu uma grande seca em todo o Estado de São Paulo, causando a diminuição do nível dos rios e reservatórios que alimentavam as pequenas usinas da empresa e obrigando-a a realizar longos e significativos cortes no abastecimento de energia.
A situação rapidamente se encaminhava para o caos e toda a sociedade exigia uma resposta da light.

Foi aí que surgiu o “Projeto da Serra” e entrou em cena o genial engenheiro americano Asa White Kenney Billings, para construir uma nova Usina Hidrelétrica super poderosa, capaz de fornecer energia para praticamente todo o Estado. O primeiro passo era achar o local ideal para a construção, e após algumas pesquisas Billings decidiu pela cidade de Cubatão, por 3 motivos:

1 – Ficava entre as duas mais importantes cidades do Estado (São Paulo e Santos)

2 – Estava próxima ao complexo ferroviário que viabilizaria um transporte mais rápido e eficiente dos materiais para as obras,

3 – Desnível de 720 metros entre o topo da serra e o nível do mar.

Numa sacada genial, Billings propôs alterar o curso do Rio Pinheiros (que corria rumo ao interior) para desviá-lo até um enorme reservatório artificial que viria a ser construído próximo da foz do Rio das Pedras. Desse reservatório, a água desceria por enormes tubos até as turbinas que gerariam a energia. É nesse ponto que a grande altura de 720 metros faria toda a diferença. A água desceria com tamanha velocidade e pressão que geraria muita energia com bastante eficiência e pouco gasto.

É esse Sistema que você enxerga quando olha para a Serra do Mar e vê aqueles enormes tubos paralelos que a cortam de cima abaixo (dutos forçados).

Dutos Forçados

Assim, Asa Billings deu início às obras daquela que por muitos anos foi a principal geradora de energia do Estado de São Paulo. As atividades começaram oficialmente em 10 de outubro de 1926, com a inauguração do 1º gerador com 2 turbinas.

A partir daí, até 1950 foram inaugurados mais 7 geradores, cada um também com 2 turbinas, perfazendo uma capacidade total de 469 mega watts. Porém, a usina possui um sistema coringa, pensado para evitar a paralisação do fornecimento em caso de grandes calamidades, inclusive bombardeios. Trata-se de uma segunda usina subterrânea com 6 geradores, construída num enorme túnel de 120 metros de comprimento, 21 metros de largura e 39 metros de altura, escavado no maciço rochoso da Serra do Mar. Essa “usina reserva” possui capacidade operacional de 420 mega watts.

Represa Billings

Essa capacidade de geração de 889 mega watts é suficiente para abastecer toda a Baixada, Litoral Norte e praticamente toda a Grande São Paulo. Porém, nem tudo são flores; com o crescimento da Capital, seus rios foram se tornando cada vez mais poluídos, o que teve um efeito negativo muito especial em relação ao Rio Pinheiros, uma vez que o reservatório da Usina também servia para o abastecimento de água de consumo da Grande São Paulo.

Diante disso, numa não muito bem sucedida tentativa de conter o avanço da poluição, a captação de água para funcionamento da usina foi drasticamente limitada por lei a partir de 1992, passando a operar com apenas 25% de sua capacidade total, exceto no verão, onde o bombeamento de água é retomado e a Usina pode operar com capacidade plena.

Henry Borden foi presidente da Light a partir de 1946 e realizou importantes obras e investimentos na geração de energia no Estado. Seu nome foi dado à Usina após sua morte, que até então era conhecida apenas como Usina de Cubatão.

Asa White Kenney Billings teve seu nome eternizado no reservatório artificial que criou. Sim, estamos falando da famosa Represa Billings.

Adolpho Eletricista – Seu Eletricista em São Paulo


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Estação Transformadora – ET

Estação Transformadora – ET é utilizada para rebaixar tensão primária de distribuição em tensão secundária.

Na rede de distribuição aérea são construídas em postes, enquanto que na rede subterrânea, como o nome diz, sob o solo, com a denominação de Câmara Transformadora – CT.

Estação Transformadora Sistema Estrela

Podem ser utilizados tanto transformadores de distribuição do Sistema Delta como do Sistema Estrela.

Estação Transformadora Delta Fechado

Estações Transformadoras são projetadas de acordo com a carga declarada pelo(s) cliente(s) onde cargas declaradas até 69 kVA poderão ser atendidas com uma ET coletiva, com diversos clientes ligados no mesmo circuito secundário, já as cargas acima desse valor deverão ser atendidas por uma Estação Transformadora Individual, caso de Condomínios Residenciais ou por Cabine Primária – Indústrias.

Inúmeros Condomínios foram atendidos pelo Sistema Delta até 1995. Com a criação da ANEEL, ficou estabelecido a proibição de novos projetos de distribuição elétrica neste Sistema, sendo permitido apenas a manutenção do Sistema existente.

A partir dessa data todas as Estações Transformadoras deveriam ser projetadas no Sistema Estrela, pois é muito mais confiável que o Delta, sem contar o desbalanceamento que este último provoca no Circuito Primário de Distribuição, prejudicando-o.

Até os dias de hoje clientes de Baixa Tensão – BT são atendidos pelo Sistema Delta, pois a Estação de Distribuição que alimenta o circuito secundário existente é do referido Sistema.

A rede de distribuição secundária aérea pode ser construída em três formas, sendo elas:

  • Rede Horizontal: Construção em cruzetas de madeira, polimérica ou aço. Este tipo de construção foi extinta pelas Concessionárias de Energia devido ao alto custo de construção/manutenção, porém ainda é encontrado em alguns locais.
  • Rede Vertical: Construção em isoladores roldana, conforme figura abaixo.
  • Cabo pré reunido.
Estrutura S45(4) – Final de Rede secundária em 4 fases (à esquerda) e S145 – Final de Rede em cabo pré reunido.

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Tensões de Distribuição no Brasil.

Devido ao Sistema de Distribuição no Brasil ter sido executado por diversas Concessionárias, cada uma com Tensão de Distribuição diferente, temos diversas tensões de Distribuição diferentes no país, sendo Sistema Estrela e Sistema Delta.

Definições:
tensão de fase = tensão entre fase e neutro
tensão de linha = tensão entre fases

Sistemas de Distribuição existentes no Brasil

Sistema Estrela 127/220V

Tensão de fase: 127V

Tensão de linha: 220V

Tensão trifásica: 220V trifásico

Sistema Estrela 220/380V

Tensão de fase: 220V

Tensão de linha: 380V

Tensão Trifásifáca: 220 V trifásico

Sistema Estrela 254/440V

Tensão de fase: 254 V

Tensão de linha: 440 V

Tensão trifásica: 750 V

Sistema Delta: 115/230V


Tensão de fase: 115 V

Tensão de linha: 230V

Tensão trifásica: 220 trifásico

Sistema Delta: 120/240 V – Padrão rural.


O Sistema Delta é muito utilizado em São Paulo.

O Sistema 127/220V é utilizado na região Sul e Sudeste.

O Sistema 220/380V é utilizado no litoral de SP, Regiões Norte e Nordeste e por indústrias alimentadas por Média e Alta Tensão.

A maioria dos Shoppings Centers adotam esse Sistema devido ao custo de implantação do Sistema.
Alguns Shoppings são alimentados em 127/220V, mas são poucos.
Todos alimentados em cabine primária devido à demanda contratada.

O Sistema 380/440V é utilizado apenas em indústrias para alimentação de cargas trifásicas.
Nesses casos deverá haver um segundo transformador 127/220V ou 220/380V, a critério do projetista, a fim de alimentar o escritório, tomadas e iluminação. Esse Sistema somente é utilizado em entradas de Média e Alta Tensão.

As principais diferenças entre Sistema Delta e Estrela você encontra aqui.

CURTA Adolpho Eletricista

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Eletricista em Santo André

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FONTES DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Conheceremos as principais fontes de geração de energia elétrica existentes no planeta.

ENERGIA ELÉTRICA

Por mais que não percebamos, vivemos em um planeta onde não é mais possível sobreviver sem energia elétrica.

Está presente em nosso trabalho, em nossa casa e até nos mais simples momentos de lazer.

Um espetáculo de grande porte, por exemplo, irá necessitar do aluguel de geradores, pois não haverá tempo hábil para solicitar ligação festiva à Concessionária local nem seria viável economicamente, pois o custo é muito elevado. Geradores assumem a demanda de energia elétrica que o local necessita para ser iluminado, manter energizados equipamentos de som e demais necessidades relacionadas a energia elétrica.

Dessa forma, a humanidade foi descobrindo diversas maneiras de gerar energia elétrica. Parte delas trabalham por tempo indeterminado, já as demais dependem de recursos finitos.

Essa divisão é feita em energia renovável (aquelas que são constantemente reabastecidas pela natureza) e energia não-renovável (aquelas que não se renovam em um prazo útil).

Dessa forma, é necessário conhecer os recursos existentes em cada uma delas para poder utilizá-los mais sabiamente. Num sistema ideal, todos os modos de geração de energia seriam renováveis, o que não retrata a realidade. Quiçá um dia esse fato torne-se realidade realidade.

ENERGIA EÓLICA

É a energia gerada a partir da força do vento. Embora seja um recurso energético inesgotável, poucas regiões do planeta possuem uma quantidade de ventos necessária para esse tipo de geração sem contar que o custo dos recursos necessários são altíssimos para a implantação de uma usina eólica. Em compensação, os impactos ambientais são baixos em relação a outras formas de geração.

ENERGIA SOLAR

É uma das formas de geração de energia que vem crescendo muito no Brasil.

A energia gerada a partir do sol pode ser do tipo fotovoltaica ou térmica.

A primeira usa células específicas para gerar o efeito fotoelétrico. A segunda utiliza o aquecimento de água para gerar vapor e, por consequência, energia.

Os custos de implantação vêm caindo através dos tempos, mas ainda são elevados, porém o crescimento do setor é incontestável.

ENERGIA HIDRELÉTRICA

É a mais antiga e principal forma de energia elétrica gerada no Brasil. As águas dos rios são represadas e, através de dutos forçados, movimentam enormes turbinas a fim de gerar energia elétrica.

O custo-benefício dessa forma de geração é uma das melhores, porém nem todos os países possuem a geografia fundamental para esse tipo de geração.

O impacto ambiental nas áreas de implantação é muito alto, sendo necessário diversos estudos antes da construção de uma usina hidrelétrica.

Tanto a fauna quanto a flora sofrem enormes agressões para a construção de represas. Os danos ao meio ambiente são irrecuperáveis.

Entre os principais impactos ambientais negativos causados em sua construção podemos citar a diminuição dos mananciais, extinção de espécies, erosões e destruição de habitats.

BIOMASSA

Biomassa é toda matéria orgânica não fóssil, de origem animal ou vegetal, que pode ser utilizada na produção de calor, seja para uso térmico industrial, seja para geração de energia elétrica ou que pode ser transformada em outras formas de energias sólidas (carvão vegetal, briquetes), líquidas (etanol, biodiesel) e gasosas (biogás).

Energia de Biomassa | Trash2Money

A queima de substâncias orgânicas pode ser uma forma de geração de energia elétrica. Trata-se de uma forma de energia renovável, porque o dióxido de carbono produzido na queima dos materiais é reaproveitado pela própria natureza durante a fotossíntese.

FONTES NÃO-RENOVÁVEIS

Em contradição às fontes renováveis, as fontes de energia não-renováveis são aquelas que se utilizam de recursos da natureza que são considerados finitos. Em outras palavras, chegará um ponto que não mais existirão e teremos que buscar outras formas de geração de energia.

Fontes de energia não renováveis e renováveis - PrePara ENEM

COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

São aqueles cuja queima é capaz de gerar energia para usinas termelétricas ou para veículos automotores.

Os combustíveis fósseis mais conhecidos são o petróleo, o carvão mineral e o gás natural.

Combustíveis fósseis - Localização nas camadas da crosta terrestre - Ler e  Aprender

Além de gerarem energia, os combustíveis fósseis também são um dos principais poluentes do planeta. Dessa forma, busca-se utilizar mecanismos de redução dos gases emitidos pela queima do carbono através de filtros e unidades de recuperação de vapor.

ENERGIA NUCLEAR

É conhecida por energia atômica.

A energia nuclear é obtida por meio da fissão nuclear de materiais radioativos, como o urânio-235. Apesar de ser menos poluente do que as usinas que utilizam combustíveis fósseis, os ambientalistas têm muita preocupação com os eventuais acidentes que podem ser causados em função do uso dessa tecnologia.

Diversos países vêm reconsiderando o seu uso, buscando novas formas de geração de energia que possam ser mais seguras e menos poluentes. Entretanto, esse é um processo de transição bastante lento e oneroso a todos os envolvidos.

Recomenda-se que todos economizemos energia elétrica, independentemente da forma que for gerada.

Usina Maremotriz

Energia das ondas no Brasil.

Energia maremotriz é uma fonte alternativa de geração de energia realizada por meio do movimento de marés ou pela diferença entre alturas de marés alta e baixa.

Gerada por meio da movimentação das marés, a energia maremotriz possui grande potencial, uma vez que é capaz de atender a mais de 250 milhões de consumidores em todo o planeta. Trata-se de uma fonte alternativa, limpa e renovável para a geração de energia elétrica, mas que ainda é pouco explorada no mundo.

Os principais mercados situam-se na América do Norte e Europa.

Energia maremotriz: como funciona

A energia maremotriz é gerada por meio do movimento de marés (energia cinética) ou pela diferença entre as alturas de marés alta e baixa (energia potencial). Para aproveitar a energia potencial das marés, é necessário construir um sistema similar ao de usinas hidrelétricas, com barragem, eclusa e unidades que geram energia elétrica.

As barragens precisam ser construídas no litoral, próximas ao mar. A água do mar é captada por meio de diques durante as marés altas. Na baixa maré, a água que está armazenada é liberada e passa pelas turbinas geradoras de energia elétrica. O aproveitamento da energia maremotriz, no entanto, só é possível quando o desnível entre as marés é superior a sete metros.

Entenda como funciona a energia maremotriz, suas principais vantagens e  desvantagens | Fragmaq

Energia maremotriz: vantagens e desvantagens

Como principais vantagens da energia das marés, podemos destacar o fato de esta ser uma fonte de energia não poluente e renovável. Trata-se, também, de um sistema alternativo em países que têm algum tipo de limitação para gerar energia elétrica de outras maneiras, mas dispõem de condições geográficas para aproveitar o fluxo de marés.

Outra vantagem é que a geração da energia maremotriz não depende do clima, ao contrário de outras fontes energéticas como a energia solar, eólica e hidrelétrica. O fluxo das marés está sujeito à ação gravitacional do Sol e da Lua e da rotação da Terra. Com informações sobre as marés, é mais fácil fazer os estudos sobre a viabilidade da usina maremotriz.

Apesar de ser uma fonte de energia limpa e renovável, a construção de usina maremotriz é um empreendimento caro e que apresenta um nível de geração de energia elétrica baixo em comparação com outros meios, como as usinas hidrelétricas e parque eólicos offshore (oceânicos). A manutenção desse tipo de sistema também é cara.

Além disso, nem todas as regiões litorâneas possuem características necessárias para a utilização da energia maremotriz. Como a geração de energia depende do ciclo de marés, a geração de energia não é contínua. Existe ainda outro fator importante a ser considerado nos estudos de viabilidade da usina maremotriz: o impacto ambiental do empreendimento sobre o ecossistema oceânico, acarretando também problemas socioeconômicos às populações que dependem da indústria da pesca.

Fonte de Usina Maremotriz: Fragmaq

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Eletricista em Santo André

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ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico

O ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico é o órgão responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica no SIN – Sistema Interligado Nacional e pelo planejamento da operação dos sistemas isolados do país, sob a fiscalização e regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Contatos ONS by ONS - OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELETRICO
Operador Nacional do Sistema Elétrico


Instituído como uma pessoa jurídica de direito privado, sob a forma de associação civil sem fins lucrativos, o ONS foi criado em 26 de agosto de 1998, pela Lei nº 9.648, com as alterações introduzidas pela Lei nº 10.848/2004 e regulamentado pelo Decreto nº 5.081/2004.


Para o exercício de suas atribuições legais e o cumprimento de sua missão institucional, o ONS desenvolve uma série de estudos e ações exercidas sobre o sistema e seus agentes proprietários para gerenciar as diferentes fontes de energia e a rede de transmissão, de forma a garantir a segurança do suprimento contínuo em todo o país.

Objetivos


* Promover a otimização da operação do sistema eletroenergético, visando ao menor custo para o sistema, observados os padrões técnicos e os critérios de confiabilidade estabelecidos nos Procedimentos de Rede aprovados pela Aneel;
* Garantir que todos os agentes do setor elétrico tenham acesso à rede de transmissão de forma não discriminatória; e
* Contribuir, de acordo com a natureza de suas atividades, para que a expansão do SIN se faça ao menor custo e vise às melhores condições operacionais futuras.

O ONS é composto por membros associados e membros participantes, que são as empresas de geração, transmissão, distribuição, consumidores livres, importadores e exportadores de energia. Também participam o Ministério de Minas e Energia (MME) e representantes dos Conselhos de Consumidores.

Dados de Carga

Os dados de carga e geração de energia em escala mensal e anual, a partir de 2015, consideram os valores das usinas supervisionadas e programadas pelo ONS, acrescidos de informações recebidas da CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e de usinas conectadas às redes de distribuição, via as respectivas distribuidoras.

Carga e Geração

A partir de 02/03/2021, o conceito de carga global passou a ser considerado nos dados de geração e carga, quando a geração de usinas não supervisionadas e sem relacionamento com o ONS passou a compor essas grandezas. O acréscimo dessas informações visou retratar mais fielmente a carga total do sistema.

Programa Mensal Da Operação (PMO)

As atividades de programação da operação têm como insumo as estratégias de operação calculadas no planejamento da operação energética, informações atualizadas sobre o cronograma de expansão da geração e transmissão, o estado atual de armazenamento dos reservatórios, previsões atualizadas de carga de energia por patamar, a análise das condições meteorológicas verificadas e previstas nas principais bacias do SIN e previsões de afluências aos aproveitamentos hidrelétricos.

O Programa Mensal de Operação Energética (PMO) é elaborado pelo ONS com a participação dos agentes.

Os estudos de otimização e simulação da operação do SIN são realizados em base mensal, com discretização em etapas semanais e por patamar de carga. Estabelecem políticas de geração térmica e intercâmbios inter-regionais para as semanas analisadas e fornecem metas e diretrizes a serem seguidas pela Programação Diária da Operação Eletroenergética e pela Operação em Tempo Real. São realizadas regularmente revisões semanais que incorporam informações atualizadas sobre o estado do sistema, as condições meteorológicas e as previsões de carga e afluências.

Fonte: ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.

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SIN – Sistema Interligado Nacional

O SIN – Sistema Interligado Nacional é o parque gerador nacional constituído, predominantemente, de centrais hidrelétricas de grande e médio porte, instaladas em diversas localidades do território nacional.

SIN – Sistema Integrado Nacional

Por outro lado, existe uma concentração de demanda em localidades industrializadas onde não se encontram as centrais geradoras. Estas características são decisivas para a implantação de um sistema de transmissão de energia elétrica a longa distância.

O Brasil possuía vários sistemas elétricos desconectados, o que impossibilitava uma operação eficiente das bacias hidrográficas
regionais e da transmissão de energia elétrica entre as principais usinas
geradoras.

Com o objetivo de ampliar a confiabilidade, otimizar os recursos energéticos e homogeneizar mercados do SEP – Sistema Elétrico de Potência foi criado, em 1999, o SIN – Sistema Interligado Nacional, o qual é responsável por aproximadamente 95% do fornecimento de energia elétrica nacional.

Sua operação é coordenada e controlada pelo ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico.

A Operação Nacional do Sistema Elétrico através do ONS concentra sua
atuação sobre a Rede de Operação do Sistema Interligado Nacional, a qual é constituída pela Rede Básica, Rede Complementar e Usinas submetidas ao despacho centralizado, sendo que a Rede Complementar é situada fora dos limites da Rede Básica e cujos fenômenos têm influência significativa nesta.

O Sistema Interligado de eletricidade permite que as regiões permutem energia elétrica entre si quando uma delas apresenta falha na Geração, na Transmissão ou queda no nível dos Reservatórios.

Como o período de chuvas é diferente nas regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste, os grandes circuitos troncos das linhas de transmissão da MAT – Muito Alta Tensão (tensões superiores a 230 kV) possibilitam que os pontos com produção insuficiente de energia sejam abastecidos por centros de
geração em situação estável.

Vantagens do SIN – Sistema Interligado Nacional

Estabilidade

O Sistema torna-se mais robusto podendo absorver, sem perda de sincronismo, maiores impactos elétricos.


Confiabilidade

Permite a continuidade do fornecimento de energia elétrica em decorrência de falhas, manutenção de equipamentos ou por conta das alternativas de rotas para fluxo da energia elétrica.


Disponibilidade

A operação integrada aumenta a disponibilidade de energia elétrica do parque gerador em relação ao que se teria caso as indústrias operassem suas usinas particularmente.


Controle de Gastos

Permite o intercâmbio de reservas que pode resultar em economia na capacidade de reservas dos sistemas. O intercâmbio de energia elétrica está baseado no pressuposto de que a demanda máxima dos sistemas envolvidos acontece em horários diferenciados.

O intercâmbio pode também ser motivado pela aquisição de energia elétrica por tarifas mais vantajosas diretamente com as geradoras, a exemplo de uma geradora para outra que apresenta condições de negociação mais vantajosas.


Desvantagens do SIN – Sistema Interligado Nacional


Distúrbio em um Sistema Elétrico afeta todo o Sistema Interligado Nacional.

A operação e proteção tornam-se muito mais complexas, exigindo maior atenção dos profissionais envolvidos.

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Tensão de Fase e Tensão de Linha

Tensão de fase é a tensão medida entre fase e neutro e tensão de linha entre fase e fase.

Um questionamento frequente sobre tensão de fase é se existe 220 V monofásico.

O SEP – Sistema Elétrico de Potência – no Brasil – foi implantado por diversas Concessionárias, de variados continentes, e cada qual trouxe o Sistema Elétrico que trabalhavam.

Uma nos apresentou o Sistema Delta com Neutro em 110/220V, hoje alterado para 115/230V por Portaria do extinto DNAEE – Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica, hoje ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.

Logo, existe tanto tensão de fase em 115 V quanto em 220V.

Quando mencionamos 115/230 V ou 220/440 V (tensão de fase x 2) falamos do Sistema Delta de Distribuição.

Se mencionamos 127/220 V ou 220/380 V (tensão de fase x 1.73) nos referimos ao Sistema Estrela de Distribuição.

Devemos nos atentar que na maioria dos Shoppings Centers e em Entrada Primária o transformador utilizado é Estrela 220/380 V.

Isso acontece também nas Indústrias e Empresas de grande porte.

Nunca prometa converter o ponto de tomada de seu cliente nos casos mencionados para 127V, pois não irá conseguir, a não ser que utilize uma fonte transformadora de 220 V para 127 V, o que irá causar um ônus alto.

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ELETRICISTA EM SANTO AMARO

Eletricista em Santo Amaro

Eletricista na Zona Sul, Eletricista em São Paulo e Eletricista em Santo Amaro residencial, predial, empresarial e industrial. Projetos elétricos, reforma e construção de padrão, reforma de instalações elétricas.

Atuamos com construção, manutenção e reforma de instalação elétrica residencial, predial, empresarial, comercial e industrial.

Especialidade em padrão de entrada de medição de energia elétrica, reformas de instalação, projetos e entrada primária.

Nosso time é composto por profissionais qualificados, habilitados e autorizados a trabalhar com energia elétrica, tanto em baixa quanto em media tensão.

Não assuma riscos desnecessários confiando a instalação elétrica de sua edificação a um profissional que não inspire confiança.  

Todo trabalho relacionado a energia elétrica deverá ser executado por um profissional qualificado, capacitado e autorizado para esse fim.  

Quem é considerado qualificado? Todo profissional que fizer treinamentos específicos na área de atuação, sendo considerado apto em nota e frequência e obtiver o certificado de conclusão de curso.  

E capacitado? É o profissional qualificado que foi treinado sob a supervisão de um profissional habilitado e irá trabalhar sob supervisão de um profissional habilitado.  

Autorizado é o profissional qualificado ou habilitado que participou de treinamento de NR10, sendo aprovado em nota, frequência e detector do certificado de conclusão de curso.  

Habilitado é o profissional que possui registro no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

Compromisso com a qualidade do serviço, preservação da privacidade do cliente e bom relacionamento.

Garantia de bons serviços!

Eletricista em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo e Grande São Paulo.

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Você se surpreenderá com a qualidade do serviço prestado!

Atendimento personalizado.

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ELETRICISTA EM SANTO AMARO

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Linhas de Transmissão

No Brasil, 80% da geração de energia elétrica provém de Usinas Hidrelétricas, 10% de Usinas Termoelétricas e o restante por Usinas Eólicas, Fotovoltaicas (Solar) e outras Fontes alternativas. Essa energia é conduzida até os centros consumidores através das Linhas de Transmissão.

Linhas de Transmissão

Na Usina, a energia é gerada na Classe de 5 kV e transformada para níveis de tensão de transmissão nas subestações elevadoras existentes nas Geradoras (138/225/440/750 kV) e transmitidas em Tensão Alternada (AC) pelas Linhas de Transmissão até as subestações rebaixadoras, onde serão rebaixadas a níveis de Tensão de Subtransmissão (69/88 kV) a fim de alimentar as Subestações de Distribuição e aos clientes atendidos em Alta Tensão.

Está em teste em alguns países a Transmissão em 1MV AC.

Subestação Rebaixadora

Na Usina de Itaipu, a tensão é gerada em 60 Hz no lado brasileiro e no lado paraguaio em 50 Hz. Porém, como o Paraguai não consome toda a energia gerada, parte dela é vendida para o Brasil em 50 Hz, porém a frequência de trabalho no Brasil é 60 Hz. A solução encontrada foi converter essa tensão para Tensão Contínua (DC) e transmiti-la em DC, devido ao custo operacional e fatores técnicos. Ao chegar aos Grandes Centros de Distribuição essa Tensão Contínua é convertida em Tensão Alternada através de uma Subestação Retificadora de Tensão em 60 Hz, adequada ao consumo no Brasil.

Usina de Itaipu

Todo o Sistema Elétrico Nacional de Transmissão e Geração de Energia Elétrica são interligados em anel a fim de que se uma Linha de Transmissão precisar ser desenergizada para manutenção ou cair por falha no Sistema Elétrico de Potência, possa ser alimentada por outra para suprir a falta de energia através de manobras de equipamentos.

Interligação do Sistema Elétrico Nacional

Geração, Transmissão e Distribuição de Energia (GTD) compõe o Sistema Elétrico de Potência (SEP), que é o conjunto de todas as instalações e equipamentos destinadas à geração, transmissão e distribuição de energia elétrica até a medição, inclusive.

De acordo com a ABNT:NBR 5410/2004 (Associação Brasileira de Normas Técnicas – Norma Brasileira Regulamentadora 5410/2004), considera-se BAIXA TENSÃO, a tensão superior a 50 V em AC ou 120 V em DC e igual ou inferior a 1000 V em AC ou 1500 V em DC, tensão entre fases ou entre fase e terra, e ALTA TENSÃO a tensão superior a 1000 V em AC ou 1500 V em DC, entre fase ou entre fase e terra. Tensões abaixo de 50 V em AC e 120 V em DC são chamadas de EXTRA BAIXA TENSÃO.

NBR 5410

Manutenções executadas em de Linhas de Transmissão:


1 – Substituição e manutenção de isoladores (dispositivo constituído de uma série de “discos”, cujo objetivo é isolar a energia elétrica da estrutura);
2 – Limpeza de isoladores;
3 – Substituição de elementos para-raios;
4 – Substituição e manutenção de elementos das torres e estruturas;
5 – Manutenção dos elementos sinalizadores dos cabos;
6 – Roçada e limpeza de faixa de servidão.

Roçada sob Linha de Transmissão

Serviços executados para construção de Linhas de Transmissão:

1 – Construção de Linhas de Transmissão;
2 – Desenvolvimento em campo de estudos de viabilidade técnica, relatórios de impacto do meio ambiente e projetos;
3 – Desmatamentos e desflorestamentos;
4 – Escavações e fundações civis;
5 – Montagens das estruturas metálicas;
6 – Distribuição e posicionamento de bobinas em campo;
7 – Lançamento de cabos (condutores elétricos);
8 – Instalação de acessórios (isoladores, para-raios);
9 – Ensaios e testes elétricos.

Construção de Linhas de Transmissão na China

Fontes:

1 – Curso de SEP – NR10 Módulo II.

2 – Arquivo pessoal.

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Por que usar um Gerador de Energia Elétrica

Gerador: Confira as diferenças e qual tipo é mais apropriado

Grupo Gerador

Gerador é indispensável na sociedade contemporânea

Desde a descoberta da eletricidade, em 1752, feito realizado por Benjamin Franklin com o seu famoso experimento da pipa com uma chave de metal, a sociedade passou a utilizar o recurso de diferentes formas.

Benjamin Franklin

Em 1879, por exemplo, ocorreu outro dos feitos memoráveis sobre o assunto, quando Thomas Edison patenteou a lâmpada elétrica e, desde então, nos tornamos capazes de iluminar qualquer ambiente em que haja acesso à eletricidade.

Thomas Alva Edison

Com várias outras invenções e inovações baseadas na energia elétrica desde então, ela se tornou fundamental, ao ponto de ser impossível imaginarmos nosso mundo sem a facilidade de ligar qualquer equipamento à tomada e, então, utilizá-lo imediatamente.

Tamanha é a necessidade pela eletricidade que foram desenvolvidos os geradores de energia, mais especificamente no ano de 1866, pelo co-fundador da Siemens AG, o inventor Werner von Siemens, de modo que fosse virtualmente possível ter energia elétrica em, literalmente, qualquer lugar.

Werner von Siemens

Se você não sabe muito bem como este equipamento funciona, fique tranquilo, pois veio ao lugar certo! Entenda tudo o que precisa saber sobre este elemento tão importante em nosso cotidiano.

O que é um gerador de energia?

É o equipamento responsável pela geração de energia elétrica e seu posterior uso para os devidos fins, em locais que sejam ou não supridos pelas redes convencionais de distribuição de energia elétrica.

Na verdade, ainda que tenha ficado conhecido como gerador de energia, em sua essência o equipamento seria um conversor de energia, já que não realiza a geração de maneira espontânea, mas sim converte uma forma de energia em outra.

Gerador de Energia à Diesel

Funciona assim: os geradores são abastecidos com uma fonte de energia química, ou seja, um combustível, que geralmente é o diesel, mas também pode ser o etanol, a gasolina ou o gás natural.

Por meio do fenômeno da indução eletromagnética, o combustível é utilizado para alimentar o dínamo gerador de corrente contínua, cuja rotação faz com que chegue tensão aos terminais dos rolamentos, ou seja, a energia mecânica se converte em energia elétrica.

Isso significa que é possível levar eletricidade a qualquer lugar, desde que haja a possibilidade de abastecer o tanque de combustível do equipamento.

A área, inclusive, movimenta cifras bem altas. De acordo com o relatório “Portable Generator Market Size, Share & Trends Analysis Report By Product, By Power Range, By End Use, And Segment Forecasts, 2019 – 2025”, da Grand View Research, o mercado global de geração de energia elétrica foi avaliado em US$ 3,7 bilhões em 2018.

Além disso, o mesmo relatório informa que a estimativa é de que a taxa de crescimento anual composta (CAGR, ou Compound Annual Growth Rate) entre 2019 e 2025 deve ser de 5,2%, o que resultaria em um valor de US$ 5,276 bilhões no último ano citado.

Todo gerador de energia é igual?

Não. Embora a finalidade seja a mesma, existem diferenças importantes entre os equipamentos que influenciam em seu funcionamento, como as seguintes:

Combustível: o diesel tende a ser o mais utilizado, já que possui uma boa autonomia e sua logística é simples. Depois dele, a gasolina é outro combustível também bastante comum, além de etanol e gás natural, esses dois últimos menos usuais.

Potência: de acordo com a demanda energética do sistema, é necessário ter um gerador com a potência necessária para supri-la. Ela pode variar bastante, como de 25 kVa a 1.500 kVa, mas os equipamentos a partir de 500 kVa podem ser ligados em paralelo, o que torna a potência máxima do sistema virtualmente ilimitada.

Regime de funcionamento: os geradores podem funcionar em diferentes regimes, como stand-by (modo de espera, utilizado em locais que já contam com uma fonte confiável de energia elétrica), prime (disponível por um período ilimitado de horas, embora seu fator de carga médio tenha que ser de, no máximo, 70% da classificação “prime”) e contínuo (utilizado ininterruptamente, em paralelo com a fonte tradicional de geração de energia elétrica).

Características: há pontos em que os geradores podem variar, como formato, dimensões e tamanho do reservatório de combustível, entre outros, já que são equipamentos altamente versáteis.

A escolha do melhor equipamento depende de cada necessidade, o que ressalta a importância de ter um projeto dimensionado de maneira personalizada para cada cliente.

Afinal, por que usar geradores de energia?

Depois de conhecer a origem, o funcionamento e as características de tais equipamentos, chegou o momento de saber porque eles devem ser usados. Motivos não faltam, como os seguintes:

Energia elétrica ininterrupta: de hospitais a shopping centers, de indústrias a edifícios residenciais, o ideal é que todos os lugares tenham eletricidade à disposição a cada momento. Como as redes de transmissão estão sujeitas a falhas, quem deseja um funcionamento realmente ininterrupto deve optar pelos geradores de energia.

Corte de custos: quando um estabelecimento necessita de um grande volume de energia elétrica, os horários de ponta (quando o uso de eletricidade é maior no sistema de abastecimento) podem ser um pesadelo, já que a cobrança é feita com valores mais altos. Uma alternativa é utilizar a energia advinda dos geradores nesses períodos, de modo a economizar uma quantia considerável na conta.

Projetos dimensionados de maneira personalizada: seja qual for a demanda energética, é possível elaborar um projeto perfeito para o que o local precisa, de modo que o aproveitamento sempre seja o melhor possível.

Auxílio à sustentabilidade: em uma sociedade que preza cada vez mais pela preservação do meio ambiente, os geradores também podem ajudar, já que há opções de combustível apropriadas para tal, como o etanol.

Inclusão social: todas as regiões podem contar com geradores de energia, até as mais remotas e que não dispõem de um sistema confiável (ou mesmo algum sistema) de transmissão de eletricidade, o que significa que os geradores também podem ajudar em termos de inclusão social.

Gerador de energia: uma necessidade contemporânea

A eletricidade hoje se coloca como uma das maiores necessidades na sociedade, como alimento e água, já que praticamente tudo o que utilizamos depende dela, dos computadores no trabalho ao chuveiro para tomar um banho relaxante quando chegamos em casa.

Depois de entender sobre seu funcionamento, características e importância no mercado, fica claro porque adquirir ou alugar gerador de energia é uma necessidade para um número cada vez maior de empresas. Afinal de contas, o uso de eletricidade só tem a crescer com o passar do tempo!

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Potências Ativa, Reativa, Aparente, Capacitiva e Indutiva.

Uma breve comparação entre potências ativa, reativa, aparente, capacitiva e indutiva, a fim de defini-las.

Triângulo das Potências

Potência Aparente: é a potência adquirida pelas concessionárias das geradoras.

Potência Ativa: é a potência fornecida aos clientes e que geram trabalho.

Potência Reativa: é a potência gerada quando do funcionamento de determinados equipamentos e que geram fator de potência alto e, quando retornam ao Sistema Elétrico de Potência – SEP, prejudicam as redes de distribuição e de transmissão de energia elétrica, por ter a corrente elétrica atrasada em relação à tensão.

Corrente atrasada em relação à tensão

Potência Capacitiva: É a potência que, por ter a corrente adiantada em relação à tensão, compensa a Potência Reativa, que tem a corrente atrasada.

Corrente adiantada em relação à tensão

Potência Indutiva: É gerada por equipamentos puramente resistivos.

Caneca de Chopp das Potências

Podemos fazer uma analogia das potências com uma caneca de chopp, onde:

  • kVA é a potência aparente que as concessionárias compram das geradoras, que equivale à caneca de chopp cheia que compramos em uma choperia;
  • kW é a potência ativa fornecida aos clientes e que efetivamente geram trabalho, ou seja, a parte líquida da caneca de chopp que realmente consumimos;
  • kVAr é a potência reativa que é desperdiçada, ou seja, a espuma que não é consumida.

A fim de diminuir a quantidade de espuma da caneca (perdas), o atendente passa a régua na borda da caneca (controle do fator de potência), o que equivale a instalar um Banco de Capacitores na instalação elétrica do cliente.

A potência fornecida para os clientes pelas Concessionárias é a ativa.

Equipamentos resistivos geram potência indutiva.

Equipamentos como motores, transformadores e reatores geram Potência Reativa e, consequentemente, influenciam no fator de potência, que é a relação entre Potência Aparente e Potência Ativa.

O fator de potência ideal é 1, mas devido à potência reativa, nunca teremos esse valor em uma rede de energia elétrica.

Para minimizar e controlar os danos ao SEP, a ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, estabeleceu que o fator de potência não pode ultrapassar 0,92.

Caso o cliente ultrapasse esse valor, mensurado pelo medidor de watt hora das concessionárias, será aplicada multa definida em contrato com a concessionaria quando da solicitação de ligação de energia elétrica.

Essa multa é cobrada na fatura de energia elétrica e repassada para a ANEEL.

Caso o cliente desative máquinas, suspenda as atividades ou entre em férias coletivas, o banco de capacitores deverá ser redimensionado ou desativado, pois o excesso de Potência Capacitiva também prejudica o SEP e eleva o valor do Fator e Potência.

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Dúvidas sobre o Sistema Delta de Distribuição

Algumas dúvidas frequentes de leitores do site e profissionais da área sobre Sistema Delta.


Equipamentos trifásicos fabricados para o Sistema Estrela funcionam no Sistema Delta?

Tanto os motores quanto as resistências funcionam normalmente no Sistema Delta.
Apenas as ligações do motor devem ser executadas por um profissional capacitado para não danificá-lo.


O Sistema Delta na prática é igual ao Triângulo?
Sistema Delta e triângulo é a mesma coisa. Chama-se de triângulo pois a representação da letra grega delta é um triângulo.


Uma das diferenças entre o Sistema Trifásico Delta é que a quarta fase (fase S) tem tensão maior em relação ao neutro?

Sim. A tensão nominal de quarta fase (fase S) em relação ao neutro é 200V, enquanto que no Sistema Estrela as tensões de fase são equilibradas (127V entre fase e neutro).


Adquiri uma máquina para Sistema Estrela 220V trifásico. Quando expliquei que aqui o trifásico é Sistema Delta, o fornecedor não soube informar, pois desconhece o Sistema.

Diversas máquinas fabricadas para o Sistema Estrela estão instaladas no Sistema Delta, porém é necessário fazer as devidas conversões de ligações por um profissional capacitado.
Existem algumas ligações que diferenciam o Sistema Delta do Sistema Estrela.
É preciso verificar o tipo de ligação do motor, que podem ser ligados de várias formas, conforme esquemas de ligação estampado na placa de identificação.

A mesma máquina trifásica que se liga no Sistema Estrela pode ser ligado no Sistema Delta?
Se a máquina veio de fábrica para trabalhar em estrela é necessário adequar as ligações para sistema delta.
O sistema operacional da máquina é alimentado em 127 ou 220 V, logo é indiferente ser delta ou estrela para o IHM e CLP.
Quem trabalha no trifásico é somente o motor e alguns tipos de resistências que podem ser ligados em delta.

Equipamentos importados da Europa, principalmente, trabalham apenas em Sistema Estrela. Não admite ligação no Sistema Delta. Se a instalação do cliente for Delta, deverá ser solicitado à concessionária a conversão para Sistema Estrela e, por ser Conveniência Técnica do Cliente, o custo total da obra para conversão correrá por conta do Cliente.

O neutro do Sistema Delta e Estrela é o mesmo, bem como da rede secundária e primária de distribuição. Toda malha de neutro é interligada e aterrada em pontos específicos.

Conforme forem surgindo maiores dúvidas de leitores, profissionais e clientes, serão acrescentadas neste artigo em forma de revisão.

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ELETRICISTA EM SÃO PAULO

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Esquemas de Aterramento TN, TT e IT

Aterramento Funcional Esquema TT

Dependendo da maneira como um sistema é aterrado e qual for o dispositivo de proteção utilizado, os esquemas de aterramento em baixa tensão são classificados pela NBR-5410 em três tipos:

  • Esquema TN
  • Esquema TT
  • Esquema IT

Onde:

1ª letra – Situação do neutro em relação à terra:

  • T = um ponto diretamente aterrado;
  • = isolação de todas as partes vivas em relação à terra ou aterramento de um ponto através de impedância;

2ª letra – Situação das massas da instalação elétrica em relação à terra:

  • = massas diretamente aterradas, independentemente do aterramento eventual de um ponto da alimentação;
  • = massas ligadas ao ponto da alimentação aterrado (em corrente alternada, o ponto aterrado é normalmente o ponto neutro);

Outras letras (eventuais) – Disposição do condutor neutro e do condutor de proteção:

  • S = funções de neutro e de proteção asseguradas por condutores distintos;
  • C = funções de neutro e de proteção combinadas em um único condutor (PEN: condutor de proteção e neutro).

Esquema TN

No esquema TN o neutro da fonte é diretamente aterrado, sendo as massas ligadas a esse ponto através de condutores de proteção.

Podem ser de três tipo:

1A – Esquema TN-S: o condutor neutro e proteção são distintos;

1B – Esquema TN-C: os condutores neutro e de proteção são combinadas em um único condutor (PEN);

1C – Esquema TN-C-S: o condutor neutro e proteção são combinados em uma parte da instalação e separados em outra parte.

2 – Esquema TT

Possui o neutro diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a um eletrodo de aterramento independente do eletrodo de aterramento do neutro.

3 – Esquema IT

O neutro é isolado da terra ou conectado através da inserção de uma impedância de valor elevado (resistência ou indutância). As massas são aterradas em eletrodos de aterramento distintos do eletrodo de aterramento da alimentação.

Existe uma necessidade diferente de aterramento para cada edificação, equipamento e sistema elétrico, a qual varia conforme a finalidade, o método de construção e/ou fabricação e a presença de pessoas em contato com a massa ou no entorno.

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Manual de Procedimentos de Trabalho – MPT

Todos os serviços a serem executados em uma empresa devem obedecer a Procedimentos de Trabalho, sendo que o conjunto de todos esses procedimentos compõe o Manual de Procedimentos de Trabalho – MPT.

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A Quem é Direcionado o Curso do SEP

O curso do SEP – Módulo II de NR-10  deve ser cursado por todos os profissionais de eletricidade que irão atuar com Alta Tensão – AT ou no seu entorno. Todos os profissionais de elétrica que trabalham em Concessionárias de Energia Elétrica ou aqueles que atuam com Entrada Primária em indústrias são obrigados a cursar SEP – Sistema Elétrico de Potência.

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Solicitação de Serviços Técnicos às Concessionárias

As solicitações de serviços técnicos às concessionárias de energia elétrica devem seguir certos procedimentos por elas exigidos.

Os documentos devem ser reunidos e entregues em uma loja da concessionária pelo interessado ou por um procurador.

Em caso de procuração, deve ser reconhecido firma da assinatura do interessado em Cartório de Notas.

Padrão de Entrada Individual – Caixa tipo E

Nos casos de Ligação Nova, Modificação, Alteração de Carga ou serviços similares em padrão de entrada individual, o cliente poderá ser atendido com carga até 75 kw em baixa tensão.

Deverão ser apresentados:

  • Relação de cargas,
  • Croqui do local,
  • Cópia da capa do IPTU,
  • Projeto elétrico do padrão de entrada (quando necessário),
  • ART (quando necessário) e cópia do registro no CREA do responsável pela sua emissão,
  • Cópia do RG e CPF do interessado.
  • Caso o interessado já possua ligação, apresentar cópia da fatura de energia elétrica.
  • Em caso de ligação em coluna ou fachada, apresentar ART recolhida por Engenheiro Civil, Arquiteto, Técnico em Edificações ou profissional habilitado.
  • Em caso de procurador, apresentar a procuração, RG e CPF do procurador.
  • O prazo para análise do processo pela concessionária é de até 30 dias.

Padrão de Entrada Coletiva

Quando a solicitação técnica envolver padrão de entrada coletiva, cada unidade consumidora não poderá ultrapassar a carga de 20 kw.

Se o ramal de entrada for igual ou superior a 35 mm², deverá ser apresentado ART de profissional habilitado e cópia do registro no CREA, além de todos os documentos acima mencionados.

O prazo pra atendimento é o mesmo.

Se já houver rede secundária de distribuição no local que comporte a carga a ser instalada, o processo será liberado sem custo para o cliente.

Caso não haja rede secundária ou esta não comporte a carga a ser instalada, deverá ser executado construção ou reforma de rede secundária de distribuição pela concessionária.

O custo da construção ou reforma de rede secundária será cobrado do interessado, proporcional à carga a ser instalada, podendo até a concessionária assumir o custo total da obra dependendo da carga a ser instalada pelo cliente.

Se o futuro consumo, em kwh, estimado através da carga a ser instalada pelo cliente cobrir o investimento financeiro feito pela concessionária no prazo de cinco anos, esta assumirá o valor total dos serviços a serem executados.

Caso este consumo estimado não cubra o valor do investimento em cinco anos, será cobrado do cliente o valor proporcional à diferença do consumo x investimento.

O prazo para execução dos serviços é de até 90 dias a contar do aval do cliente.

A partir da aprovação pela concessionária para a construção do padrão de entrada para Ligação Nova, será agendado data para a ligação do padrão.

Se o cliente já possuir uma ligação, será agendada uma data para execução de Ligação Provisória, onde será desligada a instalação atual e retirado(s) o(s) medidor(es) e o cliente terá 7 dias para executar os serviços.

Os 7 dias de Ligação Provisória serão cobrados através de uma tarifa definida pela concessionária, que virá incluso na próxima fatura.

O padrão de entrada deverá ser construído de acordo com as normas e procedimentos técnicos da concessionária local, sob pena da ligação ser rejeitada e o cliente ter que executar as alterações exigidas pela concessionária.

Enquanto a construção do padrão de entrada não estiver de acordo com as normas e procedimentos técnicos da concessionária, não será ligado.

Todo e qualquer serviço deverá ser executado observando-se as Normas de Segurança no Trabalho com Eletricidade – NR10.

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Sistema Delta de Distribuição de Energia Elétrica

Os transformadores do Sistema Delta (Triângulo) são monofásicos – alimentados por apenas uma fase primária.

A tensão nominal entre fase/neutro é 115 V.

A tensão de linha – fase/fase – nominal é 230 V.

O cálculo para tensão de linha no Sistema Delta é:

VL = 2 . VFN

Onde: VL = tensão de linha

VFN = tensão de fase/neutro

Na figura abaixo, temos o exemplo de um transformador (trafo) do sistema delta, alimentado em 13.8 kV.

Como saber qual a tensão de alimentação? Simples: A fase primária de alimentação do trafo é a fase D.

Recordando

Classe  5 kV – Tensão de Trabalho – 3.8 kV – Fases A, B, C.

Classe 15 kV – Tensão de Trabalho – 13.8 kV – Fases D, E, F.

Classe 25 kV – Tensão de Trabalho – 24.5 kV – Fases G, H, I.

Classe 35 kV – Tensão de Trabalho – 34.5 kV – Fases J, K, L.

De acordo com a letra que define a fase em que o equipamento está ligado, sabemos a Classe de Tensão e a Tensão de Alimentação.

De acordo com o esquema abaixo, verificamos que a bucha primária H1 é ligada na fase D e o bucha H2 é aterrada para gerar diferença de potencial (ddp) entre as extremidades da bobina primária, a fim de gerar campo magnético e rebaixar a tensão através da bobina secundária.

Sempre deverá ser instalada chave fusível (Matheus) entre a fase e a bucha H1 do trafo.

A capacidade do elo fusível será determinada de acordo com a potência do trafo.

Sistema Delta LUZ

DELTA LUZ

A bobina secundária tem três pontos de derivação, x1, x2 e x3, sendo x1 e x3 as extremidades da bobina e x2 o ‘center tap’, de onde é gerado o neutro – potencial zero em condições ideais.

É praticamente impossível manter o condutor neutro em potencial ‘zero’ devido ao enorme desbalanceamento de cargas existente no Sistema Elétrico de Potencia.

NOTAS: 

1 -Toda a malha de neutro das concessionárias de energia elétrica são interligadas e aterradas em pontos determinados, inclusive nas ETD’s (Estações Transformadoras de Distribuição), também conhecidas por Subestações, independentemente se o Sistema é Delta ou Estrela.

2 – O Neutro do circuíto primário de distribuição é o mesmo do circuíto secundário. Não existem dois condutores Neutro (primário e secundário), somente um, chamado de Neutro Geral.

Veja mais sobre balanceamento de cargas , artigo redigido por mim, Adolpho Eletricista, para o blog Saber Elétrica.

Toda a malha de neutro é aterrada, a fim de manter o neutro o mais próximo possível do potencial zero.

O Sistema Delta Luz é eficiente apenas para residências, comércios e pequenas empresas que não necessitam da quarta fase (quarta, pois o neutro é considerado como fase) para trabalhar. Quando o cliente necessita da quarta fase, com o maior motor até 5 CV, ‘abre-se’ o delta, conforme figura abaixo.

Sistema Delta Aberto

DELTA ABERTO

Para ‘abrir o Delta’, adiciona-se outro trafo monofásico – F1 – porém ligado em outra fase primária – fase E – com a diferença de que o x2 ficará em aberto, e deverá ser obedecido o esquema de ligação de x1 do LUZ com o x3 do FORÇA, ou x3 do LUZ com o x1 do FORÇA.

Caso haja inversão na ligação, x1 com x1 e x3 com x3, os motores irão girar ao contrário e sofrerão danos.

As tensões de fase neutro e tensão de linha permanecem as mesmas, 115/230 V, porém a tensão nominal da quarta fase com o neutro será 190 V, e tensões de fase com 4º fio será de 230 V nominal.

O 4⁰ fio SOMENTE deverá ser utilizado para alimentar motores e cargas trifásicas, NUNCA para alimentar cargas mono ou bifásicas, devido a diferença nos valores de tensão nominal e do ângulo de defasagem das tensões de fase e 4º fio.

Caso isso aconteça, haverá queima de equipamentos.

Esquema de Ligação Delta Aberto

A pergunta mais frequente é: “como se chega ao valor de 200 V entre neutro e 4º fio?”

Analisando o esquema acima, podemos verificar que temos 1/2 bobina do trafo de LUZ (de x2 até x1 ) mais 1 bobina inteira do FORÇA 1 (de x3 até x1), totalizando 1 bobina e 1/2, o que gera 200 V entre NEUTRO e 4º fio.

A tensão de 4º fio é calculada da seguinte forma:

V4⁰fio = 115 * raiz 3 = 115 * 1.73 = 198V

O trafo de FORÇA sempre deverá ser de potência inferior ao trafo de LUZ, ou no máximo de mesma potência.

Quando o cliente tem a necessidade de acionar motores acima de 5 CV, o Delta deverá ser ‘fechado”, obtendo-se maior potência do banco de transformadores.

Sistema Delta Fechado

DELTA FECHADO

Para ‘fechar’ o Delta, acrescenta-se mais um trafo monofásico – F2, alimentado por outra fase primária (F).

As tensões nominais de fase neutro, linha e 4º fio não se alteram.

Deve ser observado atentamente o esquema de ligações: caso o x1 do F1 esteja ligado no 4º fio, o x3 do F2 também deverá ser ligado à 4º fio, e o x1 do F2 ligado ao x3 do LUZ.

Se o x3 do F1 estiver ligado na 4º fio, o x1 do F2 deverá ser ligado ao 4º fio e o x3 do F2 ligado ao x1 do LUZ.

Caso houver erro nas ligações, x3  do F1 com x3 do F2 e x1 do F2 ligado com x1 do LUZ, provocará curto circuito entre fases, e quando for ligar o Delta Fechado irá estourar os elos fusíveis de proteção das três fases do banco de trafos e os três elos fusíveis da proteção do circuíto. Caso o circuíto seja protegido por Religadora Automática ou Seccionalizadora, elas irão operar e desligar o circuíto primário. Caso não haja proteção no circuíto antes do banco de trafos, irá desligar o circuíto primário na ETD – Estação Transformadora de Distribuição (subestação).

Os trafos de FORÇA deverão ser de potências iguais e inferiores ou no máximo iguais ao trafo de LUZ.

Quem determinará a potência dos trafos a serem instalados será o departamento técnico da concessionária após análise do projeto elétrico e relação de cargas apresentado pelo cliente quando do pedido de ligação, acréscimo de carga ou modificação.

Sistema Delta Fechado

São encontrados transformadores do Sistema Delta ligados na mesma fase primária. Nesses casos, são dois transformadores de LUZ ligados em paralelo e suas potências se somam. Esse procedimento é utilizado quando necessita-se de um banco de maior potência na LUZ e não existe trafos comercializados nessa potência.

Exemplo: Necessita-se de um banco de trafos de LUZ de 200 kVA. Instala- se dois trafos de 100 kVA em paralelo para obter-se 200 kVA.

Os trafos Delta existentes nas redes de distribuição são de 5, 10, 15, 25, 37.5, 50, 75 e 100 kVA, porém os comercializados atualmente são apenas os de 10, 25, 50 e 100 kVA.

De acordo com Portaria da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, a partir da década de 90 ficou proibido o projeto de Estações Transformadoras de Distribuição do Sistema Delta, permitindo-se apenas manutenções nas existentes. As Estações Transformadoras de Distribuição projetadas a partir do vigor da Portaria deverão ser do Sistema Estrela, com o propósito de melhorar o balanceamento de carga dos circuítos primários de distribuição e dos circuítos de transmissão.

Vantagens do Sistema Delta

A única vantagem do Sistema Delta é o custo de implantação do sistema, pois com apenas uma fase primária obtém-se tensão secundária para atender aos clientes residenciais, comerciais e empresariais que não necessitam de rede trifásica. Com um custo muito menor que o Sistema Estrela atinge-se o objetivo.

Desvantagens do Sistema Delta

O Sistema Delta gera um desbalanceamento de cargas muito grande no Sistema Elétrico de Potência – SEP, exigindo medições constantes de corrente elétrica das fases primárias de distribuição e de transmissão, muitas vezes sendo necessário baldear transformadores de uma fase para outra a fim de balancear as cargas dos circuítos.

Leia também Sistema Estrela

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Dispositivo de Proteção Contra Surto – DPS

Os surtos são dificilmente observáveis e têm múltiplas consequências sobre equipamentos e processos. Alguns são sérios, com riscos de lesões às pessoas, enquanto que outros afetam apenas os equipamentos.

Os Dispositivos de Proteção contra Surtos – DPS são destinados a proteção dos equipamentos eletroeletrônicos contra os efeitos diretos e indiretos causados pelas descargas atmosféricas.

O DPS é projetado para limitar sobretensões transitórias de origem atmosférica e desviar correntes de surto à terra, de modo a limitar a amplitude dessa sobretensão a um valor que não seja perigoso para a instalação elétrica e equipamentos.

Devem ser instalados conforme esquema de ligação abaixo:

Esquema de Ligação para DPS

Classes de DPS

Classe I – Proteção contra sobretensões causadas por descargas atmosféricas diretas, grande capacidade de escoamento, recomendados para instalações em locais de alta exposição à descargas atmosféricas,  na entrada da distribuição elétrica das edificações com SPDA – Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas.

Classe II – Tem capacidade de escoamento menor que o do Classe I, recomendados para proteção das instalações elétricas e equipamentos eletroeletrônicos em edificações sem SPDA, mas que podem sofrer os efeitos indiretos das descargas atmosféricas.

Classe III – eles são destinados a proteção fina dos receptores sensíveis (computadores), possuem  uma capacidade baixa de escoamento, devem ser instalados a jusante de um DPS Classe II.

– Classe I – 25  kA e 50 kA, com contato de sinalização remota.

– Classe I+II – 12,5 kA e 25 kA, com contato de sinalização remota.

– Classe II – 8 kA, 20 kA, 40 kA e 65 kA.

DPS mono, bi e tetrapolares

Proteção para os DPS’s

Um disjuntor é necessário para garantir a segurança da instalação.

Cada DPS deve obrigatoriamente ser associado a um disjuntor a montante em série.

Este disjuntor assegura:

  • continuidade de serviço quando o DPS chegar ao fim de sua vida,
  •  também permite isolar facilmente o DPS, quando  for substituído preventivamente.

Após ter determinado o tipo de DPS adaptado à instalação, é necessário escolher um disjuntor apropriado. A capacidade de interrupção deve ser compatível com a capacidade de interrupção no ponto da instalação e também totalmente coordenado com o DPS.

O fabricante deve garantir esta coordenação e fornecer uma lista de escolha para os quais os testes foram realizados.

Encontramos também no mercado DPS’s para serem inseridos nos pontos de tomada de energia elétrica, para proteção de equipamentos como computadores, televisores, entre outros.

DPS para ponto de tomada elétrica

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Mau Contato Gera Principio de Incêndio Revisão 1

Mau contato continua sendo um grande vilão em instalações de energia elétrica.

Fui acionado para atender um chamado emergencial de chave NH pegando fogo no quadro de energia elétrica de uma industria e deparei-me com a seguinte situação:

Mau contato no contato inferior da fase S

Por sorte estava perto do cliente, e deparei-me com uma chave NH 125A com a fase T – lado direito da chave – em ponto de fusão.

Primeiro passo a ser tomado antes de iniciar todo e qualquer atendimento é fazer a Análise Preliminar de Riscos – APR a fim de analisar o que e como fazer e os procedimentos de segurança a serem seguidos.

Após equipar-me com os devidos EPI’s e isolar a área com os EPC’s necessários à tarefa, foram desarmados todos os disjuntores além chave NH para posterior abertura da chave sem carga.

Nunca abra ou feche uma chave de proteção e manobra sem antes aliviar a carga nela incidente, sob pena de abrir arco voltaico e provocar graves acidentes. 

Efetuada a abertura da chave NH, foi constatada a causa do aquecimento que levou ao derretimento do conjunto da chave.

Mau contato entre contato inferior da chave e fusível NH

O contato inferior do fusível NH não encaixou corretamente no contato inferior da chave, gerando mau contato. A corrente elétrica na fase era da ordem de 60 ampéres, o que ocasionou superaquecimento no ponto de mau contato.

Antes de substituir chaves e disjuntores, é de fundamental importância identificar os cabos com fitas coloridas. Procure adotar um padrão de sequência de cores para não se confundir na hora de ligar a nova chave.

Identificação com fitas coloridas.

Caso não tenha fita colorida no momento, material que não deveria faltar na mala de um eletricista, não se desespere! Identifique a fase R com uma volta de fita isolante preta, a fase S (central) com duas voltas de fita. A fase T não precisa identificar com fita, será identificada por não ter fita.

Identificação com fita isolante preta.

Essa identificação é necessária para evitar que motores girem ao contrário quando religar o sistema elétrico, ocasionando avaria nos equipamentos. Outro motivo para identificação é quando o sistema de fornecimento da concessionária é delta (triângulo), que possui a tensão da fase S diferenciada e só pode ser utilizada para cargas trifásicas.

Por Norma Técnica a fase S deve ser instalada no borne central da chave.

Retirada a chave defeituosa, instalou-se nova chave obedecendo à sequência de cores de identificação das fases.

Chave NH substituída

Chave substituída e porta fusíveis instalados para posterior manobra do circuíto.

Chave pronta para manobra

Após religação do sistema, procedeu-se ao rearmamento dos disjuntores além chave e conferência do funcionamento dos equipamentos e devidas medições de tensões e correntes elétrica para controle.

Cabe-se ressaltar que todo o serviço foi executado em linha viva (energizado), tomando-se os devidos cuidados para esse tipo de trabalho e obedecendo-se às Normas de Segurança no Trabalho com Eletricidade NR10, SEP, NR33 e Treinamento e Capacitação para Trabalhos em Rede Energizada.

Artigos relacionados poderão ser encontrados no blog Saber Elétrica.

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Instalação Elétrica Trifásica – Documentação e Procedimentos

Para construir ou modificar uma Instalação Elétrica de mono para trifásico serão necessários alguns documentos, que serão informados em uma unidade da concessionária local.

Padrão Caixa Tipo E

Para ligação nova serão necessários endereço completo do imóvel, RG e CPF do proprietário ou responsável pela empresa, CNPJ, razão social, Inscrição Estadual, projeto elétrico – se necessário, relação de carga, ART, boleto da ART quitado, cópia do CREA do profissional responsável, procuração. Se for modificação deverá ser apresentada uma fatura de energia elétrica recente.

Concessionária

Apresentar a documentação em uma unidade da concessionária local a fim de dar entrada no processo para Ligação Nova ou Modificação de Instalação Elétrica Trifásica e gerar número de protocolo, que irá ser utilizado durante todo o tramite do processo.

A concessionária terá o prazo de 30 dias para responder ao cliente se o processo foi aprovado sem ressalvas, se será necessário alguma alteração e se para atender a ligação irá depender de serviços na rede de energia elétrica da concessionária ou se será liberado sem serviços na rede.

Serviços na rede elétrica

No caso de houver necessidade de serviços na rede de energia da concessionária, essa terá mais 90 (noventa) dias de prazo para a execução dos serviços. Caso haja custo ao cliente para esse fim, será apresentada a fatura ao cliente e a execução dos serviços só será providenciada após a quitação da fatura.

Caixa Tipo E

Recentemente executei uma modificação de mono para trifásico utilizando, de acordo com a carga declarada, caixa tipo E com cabo 35 mm².

Na proteção do circuíto trifásico que alimenta a área industrial foi utilizado disjuntor tripolar classe C de 63A

Proteção

e na proteção do circuíto que alimenta o escritório foi utilizado um disjuntor bipolar classe C de 80A provisoriamente, sendo substituído por um bipolar classe B de 50A definitivamente.

Nota-se que a fase central do circuíto trifásico está identificada com fita vermelha, pois o sistema de alimentação da concessionária na região é delta (triângulo), onde a terceira fase tem valor diferenciado das demais em relação ao neutro e só pode ser utilizada para cargas trifásicas. A tensão nominal entre fase A e neutro, bem como a fase B e neutro é   115V enquanto que o valor da tensão nominal entre a terceira fase e neutro é 200V (115 * 1.73). O valor de tensão nominal entre fases é 220V.

Veja transformadores de distribuição.

O neutro (azul) não pode em hipótese alguma sofrer interrupção, ou seja, é ligado direto sem proteção e, dependendo das normas técnicas da concessionário, o neutro deverá ser aterrado.

Área Industrial

A construção de instalação elétrica trifásica foi executada em condulete, com cabo de 50 mm² a fim de evitar aquecimento dos condutores e queda de tensão.

Instalação Elétrica em condulete

Derivações para os disjuntores

Foram instalados disjuntores classe C para proteção de cada equipamento, sendo as conexões  nas derivações para cada disjuntor executada com conectores split bolt isolados por fita auto fusão recoberta por fita isolante de boa qualidade.

Proteção para equipamentos

As derivações foram executadas com condutores 6 mm² azul e amarelo, devidamente identificados por fitas coloridas, lembrando que no lado superior dos disjuntores conecta-se a fonte de energia, e no inferior a carga.

Construída também uma rede de tomadas no sistema X para ligação de máquinas e acessórios, lembrando que toda conexão deve ser estanhada.

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NR-10 – Segurança no Trabalho com Eletricidade

NR-10

NR-10

Todos os profissionais que atuam com eletricidade ou em seu entorno devem obter certificação NR-10, que se trata de um treinamento voltado para segurança no trabalho com eletricidade.

O treinamento de NR-10 é dividido em duas partes:

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Choque Elétrico

Riscos Elétricos

Primeiros Socorros

Primeiros Socorros

 Primeiros Socorros

A primeira deve ser ministrada por profissional habilitado na área elétrica, já o segundo por profissional habilitado em medicina no trabalho ou bombeiro.

Para o profissional que participa do treinamento básico pela primeira vez, terá duração de 40 horas, sendo dividido em 20 horas para Riscos Elétricos e 20 horas para Primeiros Socorros, e o certificado terá validade de 2 anos.

A cada 2 anos deverá participar de treinamento de reciclagem de 20 horas.

Em NR-10 você obterá mais informações sobre esse treinamento.

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NBR-5410 – Instalações elétricas em baixa tensão

NBR 5410

NBR 5410

A Norma Brasileira Regulamentadora NBR-5410 é a que rege os serviços em instalações elétricas em baixa tensão.

Engenheiros, Tecnólogos, Técnicos, Administrativos, Operacionais e profissionais que atuam nessa área tem por dever conhecer e aplicá-la no seu dia a dia.

Tanto instalações elétricas novas quanto reformas elétricas em edificações devem obedecê-la.

A NBR-5410 responde à ABNT,  associação-brasileira-normas-tecnicasAssociação Brasileira de Normas Técnicas que é o órgão responsável pela normatização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940.

Saiba mais em NBR-5410.

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Saiba Mais Sobre A Utilização do Contator

Contator é um dispositivo para acionamento de motores, iluminação, máquinas, entre outros.

Contator de carga

Contator de carga

Devido à sua construção, a vida útil do contator e quantidade de manobras em relação aos disjuntores é muito maior, sendo utilizado em larga escala pelas indústrias e empresas.

Você aprenderá isso e muito mais em www.sabereletrica.com.br/contatores

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Aterramento Temporário Para o Trabalho

Aterramento Temporário para o Trabalho.

Equipotencialização entre fases e neutro, para proteção contra eventual energização acidental.

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Aterramento na chave geral

Este procedimento deve ser precedido da abertura da chave, bloqueio de religamento (a tampa da chave NH com os fusíveis foi removida) e constatação de ausência de tensão.

Deverão ser instalados pelo menos dois conjuntos de aterramento temporário, um antes do ponto de trabalho e outro após. Caso houver derivação de circuíto, esta também deverá ser aterrada.

Os pontos aterrados deverão ser sinalizados para

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Aterramento de rede de distribuição secundária

fácil visualização, bem como o canteiro de trabalho.

Saiba mais sobre aterramento temporário e desenergização para o trabalho em desenergização.

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Não Improvise! Contrate um Eletricista de Confiança.

Confie o trabal2c8035047d5af9a229ea2e5453138d24ho de eletricidade de sua edificação a um  profissional eletricista! Assim você terá certeza e segurança de que os condutores, disjuntores e demais acessórios foram projetados e instalados da forma adequada e segura, conforme Normas e procedimentos de trabalho.
 

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Poda de galhos de árvore.

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Tenha muita atenção ao podar galhos de árvores.
Primeiro, porque trata-se de trabalho em altura e faz-se necessário estar capacitado para esse fim.
Segundo, pode haver fios de energia elétrica envoltos pelos galhos de árvore, o que poderá ocasionar acidentes de graves proporções.
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Quando houver necessidade de podar galhos de árvore em área particular, contrate uma empresa especializada a fim de não correr riscos desnecessários como quedas, cortes, acidentes com terceiros, danificações ao patrimônio, entre outros.
Os serviços de poda de galhos de árvores localizadas em calçadas e praças públicas somente poderão ser executados pela Prefeitura ou Concessionária de Energia Elétrica, sendo que esta última só tem permissão da Secretária do Meio Ambiente para podar os galhos de árvores que estiverem interferindo na rede de energia elétrica. Os demais galhos, se necessário, deverão ser podados pela Prefeitura.
A poda de galhos de árvore não autorizada pela Prefeitura será passível de multa.

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Consumo dos aparelhos alimentados em 127 V e 220 V.

Quem define o consumo de energia elétrica é a potência do equipamento, não a tensão em que está ligado.

A fórmula para cálculo de potência elétrica é dada por:

P = E . I

onde: P é Potência, E é a Tensão elétrica de trabalho e I é a Corrente elétrica gerada pelo equipamento.

Um equipamento de 5600 W alimentado em 127 V, gerará corrente elétrica calculada pela fórmula dada:

5600 = 127 . I        I = 44 A

Se for alimentado em 220V, a corrente elétrica será:

5600 = 220 . I       I = 25,5 A

A potência de 5600W corresponde à grande parte dos chuveiros instalados nas unidades consumidoras. 

Podemos observar uma grande variação dos valores de corrente elétrica se ligado em 127V (44 A) ou 220V (25,5 A).

Como quem define a bitola do fio ou cabo e da proteção a ser utilizado é a corrente elétrica, observamos que se alimentarmos o equipamento em 220 V usaremos fios ou cabos de menor bitola e proteção de menor valor de interrupção de corrente elétrica, o que gera uma redução no custo de implantação do sistema elétrico na unidade consumidora, mas nunca gerará redução no consumo de energia elétrica, pois a potência não se altera, e o medidor de watt hora instalado nas unidades consumidoras registram potência consumida por hora (kWh).

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Medidor de Watt Hora

 

Como o medidor de watt hora é um wattímetro e registra potência consumida, o consumo a ser registrado neste caso será:

para 127 V:    P = E . I          P = 127 . 44              P = 5600W = 5,6 kw

para 220 V:   P = E . I           P = 220 . 25,5          P = 5600W = 5,6 kw

 

Conclusão

 Em uma hora de equipamento ligado, o medidor irá registrar 5,6 kwh, independentemente da tensão elétrica em que o equipamento for alimentado.

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